Mais que ser mãe, ser avó – por Cida Gonçalves Ribeiro.

Maternidade Real

Maravilhoso, arrebatador, admirável, magnífico, surpreendente, extraordinário, fantástico, primoroso… são tantos os adjetivos que eu poderia usar aqui para definir o “ser avó”, mas em nenhum deles cabe toda a simplicidade e a honestidade do sentimento.

Mãe é dádiva. Filho é alegria. Neto é arrebatador. E eu me sinto arrebatada com tanto amor. Não sou mais a mãe da Ana Maria e da Mariana, sou a AVÓ do Raul e do Samuel.

Em minha vida tudo foi acontecendo, sem que eu parasse para planejar. Momentos bons e ruins. O ser avó também chegou; sequência natural da vida. Primeiro o Raul, depois o Samuel. Agora continuo na espera de outros mais, por saber o quanto é bom ter alguém para chamar de NETO. Sou muito grata às minhas filhas e genros pelas duas pessoinhas que eles me deram. Isto mesmo, que eles me deram, porque são meus, com direito a toda posse que não tenho… rsss. Mas insisto em dizer: são meus netos. Brado aos quatro cantos, a quem quiser e a quem não quiser: são meus netos.

Rssss…. Quando eu era só mãe, falava só das filhas, agora tenho outros protagonistas. Lembro-me de um amigo que dizia após a carona diária para a escola com a Raquel e o Ângelo (dois amigos meus): “Tô cansado de ouvir falar de Vinícius e Gabriel toda manhã!” (Os respectivos filhos dos meus amigos Raquel e Ângelo). As pessoas de minha convivência ouviam o mesmo, só trocavam os nomes para Ana e Mariana, pois se cansavam do mesmo jeito ao me ouvir falar delas (Cida Shikida que o diga.. rsss). Hoje falo só em Raulzinho e Samuelzinho. Coisas do amor.
Perguntei às minhas filhas se elas sabiam o significado dos nomes dados aos respectivos filhos e elas me disseram que sim:
Raul – Combatente prudente ou o que segue o conselho dos lobos;
Samuel – Deus ouve.

Conclui que elas realmente acertaram na escolha, pois o Raul é um combatente, um guerreiro e o Samuel é resultado de Deus ouvindo as nossas preces.

Bem, ser mãe foi uma experiência surpreendente. Descobri coisas indescritíveis, mas com o ser avó eu descobri a leveza da vida. Quisera eu que esse momento fosse eterno, juntar o ser mãe com o ser mãe duas vezes: SER AVÓ. Quem sabe um dia juntar o ser mãe e o ser avó com o ser bisavó. Não, seria muito… Será?

Cida Gonçalves Ribeiro

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3 comentários sobre “Mais que ser mãe, ser avó – por Cida Gonçalves Ribeiro.

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