Diabetes Gestacional, aconteceu comigo!

Maternidade Real

Bom dia!

O terceiro trimestre da minha gravidez chegou me trazendo uma novidade, a diabetes gestacional. É assustador quando algo sai do seu controle na gestação! Acho que minhas gestações resolveram me causar fortes emoções… risos…

Minha obstetra desconfiou que eu poderia estar diabética porque comecei a engordar demais sem estar comendo o bastante para isso acontecer e, como já estava no momento de fazer o exame de intolerância a glicose, acabei fazendo e constatando a diabetes. Engordei quase 4 quilos em um mês! Após o susto, já estou fazendo uma dieta e controlando a glicose com alimentação. Está tudo bem comigo e com a minha pequena! Para quem acompanha o nosso blog sabe que minha irmã também teve na gestação do meu afilhado, que minha cunhada é diabética tipo 1 e que foram elas que me ajudaram nesse processo de transição da alimentação e no regime que tenho que seguir. Tenho uma amiga nutricionista que também me norteou com dicas de combinações de alimentos para evitar picos de glicose. Graças a Deus estou amparada e agora é só fazer a minha parte.

Mas afinal, o que é a diabetes gestacional!? A diabetes gestacional surge normalmente no terceiro trimestre da gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue e aí surge a diabetea, ou seja, quando o corpo não consegue fabricar a insulina em quantidade suficiente para atender às necessidades do bebê. A insulina é que controla a quantidade de açúcar disponível no sangue, para ser usado como fonte de energia, e permite que o excesso de açúcar seja armazenado. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce, e que foi o que aconteceu com a minha irmã. Após meu sobrinho nascer, tudo se acertou! Quando não controlada a glicose, o fator mais preocupante é que o excesso de açúcar no sangue atravesse a placenta e chegue ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais, fique mais propenso a ter icterícia, hipoglicemia após o parto e a apresentar problemas respiratórios. O líquido amniótico também pode aumentar demais.

Viram como é importante fazer o pré natal e  os exames todos direitinhos?! Ufa! O susto passou… estou passando um pouco de aperto com a alimentação, principalmente com a vontade de comer doces… risos… Nada que umas uvas passas e uns damascos não resolvam. O importante é que minha glicose está sendo controlada somente com a alimentação e minha pequena está se desenvolvendo super bem. O que é uma grande vitória! Estou contando os dias para que novembro chegue!

Com amor,

Ana Maria.

Leia mais sobre o assunto:

http://www.diabetes.org.br/profissionais/diabetes-gestacional

Gestação diabética – O Antes, durante e depois do parto!

Maternidade diabética – por Deborah Patricio

Maternidade diabética, segundo trimestre – por Deborah Patricio

Gravidez e Diabetes Tipo 1 – por Deborah Patricio

APLV – Você não está sozinho

 

De filho único para irmão mais velho

Maternidade Real

Bom dia!

Eu confesso que como já havíamos preparado o Raul para se tornar o irmão mais velho e por ele já demonstrar interesse em irmãos nos pedindo muito para darmos um a ele, a fase de “aceitação” da chegada do novo membro da nossa família não nos causaria preocupação. Doce ilusão! Não foi nada disso que aconteceu por aqui…

Quando descobrimos que estávamos grávidos, Raul percebeu que as pessoas chegavam perto de mim só pra perguntar da gravidez e com isso foi sentindo que seu espaço estava sendo dividido mais uma vez. Ele que foi primeiro filho e primeiro neto de ambas as partes e primeiro bisneto da minha parte da família, vocês já imaginam como foi “mimado” por todos. Junto com isso foi percebendo que minha barriga crescia e que logo esse ser que todo mundo estava dando mais atenção do que para ele iria mesmo chegar,  e que se tratava de um bebê e não uma criança como havíamos pedido na adoção… Além disso as mudanças aconteciam no quartinho dele, chegavam roupinhas miúdas cor de rosa  e coisas de bebê eram recebidas com frequência aqui em casa e foi então que Raul começou a ter comportamentos estranhos, os quais nunca tinham aparecido antes. Ele começou com choro intenso para qualquer coisa que acontecesse, um simples brinquedo que caia no chão era motivo para um chorôrô danado e gritos escandalosos constantes que pareciam que eu estava batendo nele ou que ele tinha se machucado muito. Ele começou a demonstrar um medo excessivo de ir ao banheiro, começou a segurar o  cocô e o xixi… Não queria ir mais ao banheiro, dizia que doía ou que estava com medo de fazer o cocô porque ia doer. E por este motivo fomos até parar no pronto socorro um dia desses de madrugada. Outro episódio foi quando ele estava brincando de massinhas e uma delas grudou na manga da sua blusa, ele começou a gritar “Ai mamãe… ai mamãe!” e quando fui ver era porque a massinha tinha grudado na blusa dele. Ai meu Deus! Que situação! Eu fiquei pensando em quem escutava esses gritos… Imaginem… risos… Eu dificilmente murmuro por alguma coisa… e me peguei perguntando o por quê disso tudo. Encontrei-me em um beco sem saída e estou tentando algumas alternativas para que essa fase de aceitação passe logo para ele, porque me dói (muito) vendo-o “sofrer” por qualquer que seja a situação.

Com isso, pesquisei em inúmeros lugares e conversei com minhas amigas que têm mais de um filho e todas me disseram que a aceitação é um pouco “dolorosa” mesmo. Que as crianças modificam bastante o comportamento. Conversei com a pediatra e com a homeopata dele que me orientaram o que fazer e me tranquilizaram. Conversei também com a minha amiga psicóloga que me alertou que vai passar e que é tudo questão dele acostumar com a mudança. Essa mudança faz parte da vida, afinal ele está mesmo “perdendo” um espaço que antes era preenchido só por ele. Recebi muitas dicas, li também muitas outras que fizeram diferença e outras nem tanto. Com esse texto tento passá-las a diante para pais que estejam nessa mesma situação em que nós nos encontramos. Meu intuito com esse blog é realmente passar a verdade da maternidade, vocês sabem que eu não mascaro os fatos para que eles se tornem lindos e agradáveis para todos lerem…. Então vamos as dicas:

  • Colocar a criança para vivenciar e ajudar a arrumar as coisas do bebê. A real: Raul não gostou de me ajudar em nada. Quando pedia ajuda a ele, ele simplesmente me dizia para eu arrumar sozinha! Já ia logo me cortando… e eu respeitei! Não forcei a barra. Vamos ver depois que a Rita nascer se essa dica vai valer, mas por enquanto não rolou com ele. Até nas conversas com o assunto Maria Rita ele evitava estar perto…
  • Comprar um presente e dar para a criança quando descobrir que está grávida e quando o filho mais velho for visitar o bebê na maternidade. Esta também não colou com o Raul. Ele é rebelde! Ficou bravo quando soube que seria uma menina… ele disse “Mamãe mas eu pedi um menino!” risos… Na cabecinha dele a menina viria da adoção e logo o da minha barriga teria que ser um menino. Coisas de Raul…risos… na verdade ele não queria era mesmo aceitar que estava mesmo acontecendo. Vamos ver na maternidade como ele vai reagir ao receber o tal presente da irmã. Já estamos providenciando uma coisa que ele queira muito.
  • Mostrar pro filho mais velho que ele será o exemplo do mais novo. Isso tem feito resultado! Sempre aproveitamos quando vamos elogiar o Raul por alguma coisa que ele fez de legal ou quando ele tem alguma atitude bacana. Quando isso acontece dizemos que a Maria Rita vai aprender isso com ele ou que ele vai ensinar para ela. Nesses casos ele fica se sentindo importante e tem tido um efeito bem positivo!
  •  Não ignorar o sentimento da criança de raiva, angústia e frustração com a perda do espaço, dizendo que é bobeira se sentir assim. Essa dica também foi super valiosa. Com ela nós conseguimos reverter vários comportamentos como o de choro excessivo e do medo do banheiro. Até as histerias estão também diminuindo, ele já reconhece quando exagera na dose… risos… Sempre que o via pra baixo ou com raiva eu abaixava, dava um abraço e explicava que isso tudo que estava acontecendo seria ótimo para todo mundo da nossa família e que irmão é muito bom e dizia coisas para confortá-lo. Eu dava sempre exemplos de amiguinhos dele que tem irmãos e ele foi acostumando com a ideia e agora quando vê que alguém tem irmã ele logo me fala, “Olha mamãe, fulano tem uma irmã igual eu!”.
  • Dar asas a imaginação da criança fazendo-a imaginar e “vivenciar” um pouco do que será quando a família aumentar. Raul é uma pessoa com muita imaginação e criatividade, sempre quando saímos de carro por exemplo a gente sempre fala frases do tipo “Nossa filhão, daqui uns dias a Rita vai estar aí do seu lado no banco…” e emendamos com alguma coisa legal que vamos podemos fazer quando estivermos todos juntos, e assim ele entra na brincadeira e vai se soltando. Sem dúvidas fez muita diferença na aceitação dele.

Conclusão do nosso caso clínico (risos): hoje ele aparenta estar tranquilo com a novidade, apesar de estar ainda querendo chamar muita a atenção das pessoas. Na escola por exemplo, a professora relata que ele está fazendo de tudo para chamar a atenção dela, fazendo muita bagunça nas aulas. Aqui em casa ele deu uma melhorada e está até ajudando em algumas coisas relacionadas a irmã. Já fala sobre ela, narra situações que poderão acontecer quando ela estiver aqui entre nós e diz as pessoas que vai me ajudar a dar banho, mamadeira, trocar fraldas etc. Confesso que essa fase não é fácil! E se servir de consolo… Calma, vai passar! Respire fundo e vai…

Com amor,

Ana Maria.

 

Fotografia por Marina Patricio

 

Sobre fissura labiopalatina: Nosso retorno anual

Maternidade Real

Bom dia!

Em julho antecipamos o nosso retorno anual com o cirurgião plástico do Raul. Antecipamos por ser férias escolares do Raul para ele não precisar de faltar a escolinha e devido a minha gestação, que a cada mês fica mais complicado de ficar sentada esperando para ser atendida com esse barrigão enorme… risos.

A notícia é: está tudo bem com o Raulzito! O Dr Hugo não estava no dia que fomos, foi a médica assistente dele que nos atendeu e, ao entrarmos na sala dela, ela logo falou: “Gente, cadê a cicatriz desse menino!?” E depois foi emendando: “Nossa, o Dr Hugo arrasou nessa cirurgia!” Palavras que me fizeram arrepiar e agradecer a Deus imensamente por tudo o que vencemos até hoje! Foi bom ele não estar porque foi uma visão de outra médica, que estava “avaliando” um trabalho de outro profissional. Na hora que não o vi, fiquei um pouco triste porque queria tê-lo visto mas logo pensei que estava sendo ótimo para gente, pois passaríamos por outra avaliação médica. Acho que só quem passa por situações como essas com os filhos sabe o que estou escrevendo… é um alívio tão grande ver que seu filho é um vencedor, que tudo o que você temia durante a gravidez e ao nascer vendo-o em seus braços, sem saber lidar com os cuidados daquele ser aparentemente tão frágil, na verdade não passava de medos e inseguranças momentâneas. Tudo deu certo! Deus foi muito generoso conosco! A fala do Raul está perfeita, a audição também e em relação a cirurgia está tudo ok. A conduta da médica foi marcar o retorno para o ano que vem, para acompanharmos a evolução dele até os 10 anos de idade, pois é nessa idade que se começa a pensar na cirurgia de preenchimento ósseo da gengiva.

Gostaria de aproveitar esse texto para chamar a atenção de pais que estão vivendo a fase de descoberta, que estão na fase do medo, da insegurança… E dizer que tudo vai dar certo! Acreditem! Procurem profissionais com experiência no assunto, que vocês se sentirão muito mais seguros e tranquilos. O medo e a insegurança são passageiros e normais de se sentir. É tudo novo, fora do comum! Mas são crianças extremamente fortes e vocês vãos se surpreender com a rapidez que elas contornam as situações e se acostumam com tudo, além de nos encherem de orgulho a cada sorriso que dão! Logo vocês estarão respirando aliviados e agradecendo assim como eu estou hoje.

Com amor,

Ana Maria.

Sobre a gestação: segundo trimestre concluído

Maternidade Real

Bom dia!

Maria Rita já está enorme e eu também! risos… Meu Deus, como engordei nessa gestação! Com 20 semanas eu já tinha ganhado 7 quilos… Será resultado dos 32135131 pasteis de palmito que comi no início!? Mas fora isso não comi muita bobagem! Apesar da minha médica não acreditar, estou mesmo com uma alimentação bem bacana. =/ Mas, nada que uma reeducação alimentar, um peito esvaziado e uns belos 5164611 km de aeróbico não me ajudem a recuperar meus 45 quilos que eu tinha antes de Ritoca resolver aparecer.

Pois bem, passamos pelo segundo trimestre com louvor! Nada de dores, Rita mexendo sem parar na minha barriga e o sono (?!)… Ah esse sim! Acordo pelo menos 4 vezes para ir ao banheiro fazer xixi. O ultrassom morfológico tão esperado e tão temido para as mães quem assim como eu, tiveram uma gestação anterior com presença de má formação, foi realizado e está tudo bem com a minha pequena. Graças a Deus! Ela está ótima e se desenvolvendo super bem!

Entramos com o pé direito no último trimestre e estou contando os dias para que novembro chegue logo. Antes disso ainda tenho tanta coisa para fazer, tantas coisas para organizar… enquanto isso vamos curtindo o momento e esperando a nossa princesa. E o Raul?! Vocês podem estar querendo me perguntar como ele está. Ele está muito mas muito mais choroso, qualquer coisa é capaz de fazê-lo chorar. Perto de mim ele sempre chega “miando” para me pedir algo, querendo colo, mas ao mesmo tempo fala com a irmã pelo meu umbigo com muito carinho. Fui alertada que essa fase vai piorar quando a Maria Rita chegar… já estou preparando o meu psicológico, mas muitas vezes não consigo lidar muito bem com essas atitudes que o Raul vem apresentando. Em breve escrevo um texto com as dicas que recebi de amigas que são mães de dois e de uma psicóloga, para facilitar essa transição de filho único para irmão mais velho. Ah! A #maternidadereal é mesmo cheia de emoções, né?! Vamos que vamos! Falta pouco para eu ser mãe de dois… não vou pirar agora! Prometo! risos…

Com amor e muito jogo de cintura,

Ana Maria.

Flashback: Aniversário do Raul #3 anos

Maternidade Real

Bom dia!

Meu pequeno está quase completando seus 4 anos de vida. E lembrei que ainda não postei nada do aniversário dele do ano passado. Meu intuito em postar essas festinhas dos meus pequenos é mostrar que para a criança se divertir não precisa de festas em buffets ou cheia de atrações, mobiliários e apetrechos que muitas vezes fogem do orçamento da realidade de muitos brasileiros, e sim que eles curtem participar e escolher cada detalhe da festa por menor e mais simples que ela seja. Eles amam falar que foram eles que fizeram alguma coisa!

Na época do aniversário dele estávamos viajando e fizemos uma festinha bem pequena, simples e com muito poucos convidados. Chegamos de viagem em um dia a noite e no dia seguinte estávamos cedo no mercado para comprar as coisas da decoração e das comidas. Foi uma correria e contamos com a ajuda da nossa família para que tudo desse tempo de ser feito. O tema escolhido, foi Tartarugas Ninjas. risos… Acho que não foi novidade para ninguém! Afinal o Raul é uma Tartaruga. A blusa dele já se tornou pele… Ah, e já adianto que esse ano também será o mesmo tema porque essa paixão dele ainda não passou e a blusa ainda existe e é usada diariamente.

Ele como sempre escolheu todo o cardápio, assim como participou da decoração da festinha.  Para o cardápio ele escolheu pizza. Claro, né gente! Que pergunta a minha quando perguntei o que uma tartaruga come… Ainda tive que escutar: “Mamãe, não é possível que você ainda não sabe o que uma tartaruga come?!”

Pois bem, fizemos tudo nós mesmo, exceto o bolo e as balas que foram compradas e o resultado não poderia ter deixado o meu pequeno “Raul Leonardo” mais feliz!

 

Com amor,

Ana Maria.

Como ter mais gratidão?!

Maternidade Real

Bom dia!

Nos últimos dias eu me peguei lendo um post em um aplicativo de rede sociais em que contava que uma mãe “ensinava uma técnica dos 5 elásticos para ter mais paciência com os filhos” baseado em um estudo do The Gottman Institute, o Magic 5:1 Ratio. De acordo com o post o método do elástico funciona da seguinte forma: a pessoa coloca 5 elásticos em um pulso durante o dia e deverá chegar ao fim do dia com os elásticos no mesmo lugar. Porém, cada vez que acontecer algum contratempo com seus filhos, como por exemplo uma bronca ou ela for grosseira com eles, um elástico deve ser passado para o outro pulso. E para recuperá-lo para o pulso original será necessário que ela faça 5 coisas que ela julgar positivas para que seja restabelecido o relacionamento que ela julga ideal com o seu pequeno, por exemplo uma dança ou brincadeira que eles deverão estar juntos.

Eu como sou super interessada em assuntos maternais… risos… fui logo procurando aqui na internet coisas que relatavam sobre esse método e ele se baseia em nada mais nada menos que um  método para que se consiga mais gratidão! Sim… GRATIDÃO! Isso porque gratidão é um estado de espírito. Você precisa treinar sua mente para se colocar sempre nesse estado, pois é muito difícil ser grato a todo instante. Dessa forma, esses elásticos servem como apoio para que esse habito esteja sempre presente no dia a dia.

Aqui em casa, nós usamos um método um pouco diferente mas que o fim é o mesmo. Colocamos um elástico no pulso e sempre que fizemos qualquer coisa que julgamos errada ou temos pensamentos negativos, damos uma “chicotada” no pulso com o próprio elástico. Ao fazer isso, lembramos de agradecer o motivo pelo qual estávamos reclamando, murmurando ou fazendo atitudes que não julgamos corretas. Esses métodos são ensinados em cursos de alta performance e em cursos de PNL (Programação Neolinguística) e meu marido aprendeu em um. E servem para que você controle seu cérebro para que se consiga controlá-lo e consiga atingir seu objetivo. Meu marido me ensinou e desde então venho usando… se você ao me ver na rua com um elástico amarelo na rua (desses de prender dinheiro), não é um acessório da moda, viu!? risos… serve para me corrigir e para que eu sempre esteja em gratidão! Eu desafio você a fazer qualquer que seja o método e me contar aqui o seu relato. É difícil demais! Controlar nosso cérebro é muito difícil e precisa de muito esforço e força de vontade. Principalmente porque estamos condicionados a não agradecer pelo que temos e só enxergamos os acontecimentos “ruins”. A cada sentimento ruim que tiver lembre-se de agradecer por coisas boas que estão a sua volta. Tenho certeza de que você terá uma vida bem melhor e mais próspera. Quanto mais se agradece, mais se recebe!

Com amor,

Ana Maria.

Leia mais sobre o assunto:

https://www.gottman.com/blog/the-positive-perspective-dr-gottmans-magic-ratio/

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/comportamento/metodo-dos-cinco-elastico-ensina-maes-a-terem-mais-paciencia/

http://www.otimomesmo.com.br/como-controlar-sua-mente-rapidamente-com-um-elastico/

 

 

Livro: Criando meninas – Para pais e mães de verdade!

Maternidade Real

Bom dia!

Hoje venho com a dica de leitura do livro: Criando meninas – Para pais e mães de verdade!, do mesmo autor do Criando Meninos o Steve Biddulph.

O livro é um guia para que os pais possam compreender e orientar suas filhas desde o nascimento até a vida adulta. O autor enfatiza a importância de um relacionamento de confiança e do apoio dos pais. Ele da dicas e exemplos úteis e importantes  para que você possa ajudar sua filha a ter uma boa autoestima, confiança e a estar emocionalmente preparada para o mundo, principalmente nos dias atuais em que vivemos em uma sociedade onde o culto pelo corpo e pela beleza ainda é muito presente (o que acredito estar mudando e as pessoas estão buscando cada vez mais a saúde à beleza física). O livro mostra também que as comparações no universo das mulheres é quase inevitável e a angústia de não se sentir “boa o suficiente” aflige meninas de todas as idades, o que normalmente leva a problemas emocionais e físicos, como a depressão, os distúrbios alimentares, o bullying…

Eu particularmente tirei proveito dos dois livros tanto para o Raul quanto para a Maria Rita. Acredito que eles possuem informações valiosas para serem usados com meninos e meninas, sem restrição em relação ao sexo. Também me vi em muitos problemas que o autor cita no livro e que eu não soube agir corretamente e não tive inteligência emocional suficiente para lidar, principalmente na minha adolescência. Com a leitura desse livro também pude perceber que “erros” na educação de meninas e meninos são frequentemente encontrados, seja pela falta de conhecimento, pela falta de bom senso ou pela criação que os pais tiveram e que acreditam ser a forma correta para educar seus filhos…

Vale a pena a leitura!

Com amor,

Ana Maria.

Inteligência emocional, o segredo de viver bem.

Maternidade Real

Bom dia!

Penso que o ser mãe vive um incansável dilema ao ver seus filhos sofrerem de qualquer forma, seja emocionalmente ou fisicamente. Há quem diga que o sofrimento é inevitável… concordo, mas com ressalva de que pode ser minimizado se a pessoa tiver um controle emocional bem estabelecido. Uma das minhas maiores preocupações é a que meus filhos sejam inteligentes emocionalmente e que não passem por situações que eu já me encontrei e sei que são possíveis de serem vivenciadas de forma totalmente diferente e com uma intensidade bem menor (e mais inteligente) de serem vividas e sentidas.

Alguns dos livros que li e no curso de meditação que meu marido e eu fizemosa no passado (É… Acho que o ano passado foi o meu ano de renovação e evolução pessoal…) me apresentaram a um conceito de inteligência emocional. Segundo o psicólogo Daniel Goleman, uma pessoa emocionalmente inteligente é aquela que consegue identificar as suas emoções com mais facilidade, que apresenta a capacidade de se automotivar e seguir a diante mesmo em situações de frustração e desilusão. Entre as características da inteligência emocional está a capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções para situações adequadas, praticar a gratidão e motivar as pessoas, além de outras qualidades que possam ajudar a encorajar outros indivíduos.

Essa nomenclatura me chamou tanto a atenção que fui lendo a respeito e me esforçando para atingir a tal Inteligência Emocional. Confesso… não é fácil! É uma habilidade que acredito que, se você não nasceu com ela, você pode perfeitamente desenvolvê-la com ajuda de muita meditação, assim você começa a ter mais controle das suas emoções e dos seus atos. Também aprendemos com o exemplo das pessoas mais próximas, como tudo na vida. O exemplo é o segredo do aprendizado. Como já dizia a boa e velha frase a qual sou adepta e que, quando dou umas “escorregadas” na educação do Raulzito, eu sempre lembro e repito como um mantra: Para educar é preciso ser... Aqui em casa tive os exemplo da minha mãe que passou por muitas coisas nada agradáveis de serem vividas e as venceu com a força de vontade, da minha avó que no ano passado enfrentou uma doença e superou-a com dignidade e sabedoria e do meu marido, que é meu exemplo e guru quando se trata de inteligência emocional!

A inteligência emocional te ajuda no seu desempenho no trabalho, na sua saúde física, na sua saúde mental e no seus relacionamentos. Penso ser esse o segredo daquelas pessoas que sempre estão bem no meio do caos… concordam!?

Pesquisem mais a respeito, leiam sobre o assunto, garanto que vão se sentir bem melhor sabendo que podem agir de uma forma diferente.

Com amor,

Ana Maria.

 Ps: Imagem destacada retirada da internet.

Sobre a gestação: primeiro trimestre concluído

Maternidade Real

Bom dia!

Passamos o primeiro trimestre lindamente! Já entrei no quarto mês da gestação. E venho com a boa notícia de que descobrimos que o Raul terá uma irmã, a Maria Rita! Nosso mundo de pais de menino terá novos prazeres e descobertas sendo pais também de uma menina. Não seria tão novidade assim pra gente, quem nos acompanha sabe que já estávamos grávidos do coração de uma menina.

Diferente da gestação do Raul, minha barriga na quinta semana de gestação já aparecia e aos dois meses minha barriga já estava tão grande que parecia que eram dois bebês ou que já estava com quatro meses de gestação. No primeiro trimestre já não pude usar mais minhas roupas, nenhuma abotoava na cintura e os elásticos já não sobiam no meu quadril. Não senti muitos enjoos, porém quando sentia eram bem maiores do que na primeira gestação. Estou tendo aversão a doces e uma vontade absurda de comer coisas gordurosas, como pastel frito de palmito e coxinha. risos… Não tive aversão a perfumes e nem a ninguém… Na gestação do Raul não podia sentir ninguém com perfume que me dava ânsia de vômito e fiquei com bastante falta de paciência com algumas pessoas. Mais uma coisa diferente foi que fiquei extremamente nervosa até as dez semanas, tudo me tirava do sério… As únicas coisas iguais foram que eu já sabia desde o princípio que era uma menina, assim como soube também que era o Raulzito da primeira vez e as espinhas no rosto, colo e pescoço…. Aff essas parecem que irão me acompanhar nessa gestação também… tudo culpa dos hormônios, né!?

Descobrimos que será a Maria Rita na décima segunda semana da gestação. Mais uma vez fizemos o ultrassom da translucência nucal com o médico super mega fera daqui de Belo Horizonte, o Dr Paulo Roberto, que dá cada detalhe minuciosamente dos exames que ele faz. Fica a dica para mamães daqui da região, vale a pena cada minuto esperado para ser atendida.

Está tudo bem com a nossa princesa! Graças a Deus!  Deus foi maravilhoso comigo em me confiar esses dois seres cheios de luz!

Com mais amor,

Ana Maria.

Pesquisa sobre fissuras do blog Divulga Fissura

Maternidade Real

Boa tarde!
Venham ver essa pesquisa incrível e de grande valia no universo das fissuras que a querida Silvana do blog Divulga Fissura vem se empenhando em fazer.
Com amor,
Ana Maria.

Divulga fissura

Resultado de imagem para breast feeding

O convite para participação na primeira etapa de minha pesquisa sobre fissuras labiopalatinas foi feito no grupo Cleft, do Facebook, e tive um ótimo acolhimento, com muitas mães e pacientes que responderam quase que imediatamente. Faço questão de apresentar aqui esses primeiros resultados, pois considero fundamental retribuir o empenho destas pessoas e mostrar, ao menos em parte, o tipo de pesquisa que desenvolvo em meu doutorado na Faculdade de Saúde Pública da USP. Ainda não estão nos resultados que aqui apresento os depoimentos de mães que fiz contato posteriormente, através da gentil colaboração da Uiara, da rede Profis, e da Ana Poças, do blog Fissurada na Maternidade. Gostaria de explicar que a pesquisa está em andamento, e isso quer dizer que todos os dias recebo novas respostas, que vou somando às anteriores. Chegará uma hora em que a coleta de dados estará finalizada, e então vou apresentar todos os resultados…

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