Eu, Ana Maria Poças, a mamãe do Raul.

Ser mãe é algo inexplicável! É amar tanto que chega a doer, é amar muito mais do que eu pensei ser possível amar um ser! É ver a continuação da sua vida, da sua história, da sua essência, de suas crenças, dos seus conceitos… É fazer de um novo SER, ser o seu melhor. É ter esperança de ter uma vida perfeita, com saúde, próspera, feliz, tudo o que você quer pra você em dobro para seu filho.

Pensando no meu Raul, tudo começa a fazer sentido, tudo se encaixa. Tudo o que passei para enfim dar a vida a esse serzinho, teve um propósito. Sou uma nova Ana Maria hoje, uma mulher, mãe, capaz de tudo por um ser tão pequeno e indefeso, mas que tem uma personalidade fortíssima. Ele só veio para acrescentar na minha vida, me fez enxergá-la com outros olhos, vivê-lá de uma forma diferente, dar valor às pequenas coisas e a peneirar o que realmente importa.

Mãe de ventre ou de coração, para mim ser mãe é se doar e não apenas gerar. Mãe é a que cuida, que ensina, que agradece por ser mãe, que sente alívio quando a tempestade passa, que fica acordada por causa de uma febre, que vai ao quarto do filho no meio da madrugada para ver se ele está respirando, que fica feliz com cada passo dado e com cada palavra que tenta sair por aquela minúscula boca, que acha o cheirinho do bafo de bebê a coisa mais gostosa que existe. Mãe é a que amamenta ou a que dá mamadeira, é a que sente ciúmes, que fica com saudade quando o filho dorme, que para de trabalhar para cuidar do filho ou que procura um novo emprego para dar o melhor para seu pequeno.

Mãe que é mãe, ama! Incondicionalmente! Cada uma com seu jeito de amar… incomparáveis!

Feliz dia das mães para todas! Para as que já são e as que serão! Mãe é mãe! E sempre será MÃE! E até mesmo aos papais que fazem o papel de mãe!

Te amo mãe! Te amo vó! Te amo Mari! E te amo, meu filho por ter me escolhido para ser sua mãe! Gratidão imensurável!

Com amor,

Ana Maria.

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Bisvovó Lulu 😊

Olá,

Meu nome é Maria de Lourdes, tenho setenta e três anos, quatro filhos sendo dois casais.

Casei-me com dezenove anos, tive a primeira filha com vinte anos, foi parto normal. Ela nasceu em casa com parteira; era pequenina, mas eu não tinha passagem; então a parteira deu dois piques com a tesoura, um de cada lado, era e é até hoje uma linda mulher. O segundo foi homem, também nasceu em casa com a mesma parteira, parto normal, este foi mais tranquilo. Lindo. O terceiro também com a mesma parteira, em casa, ele já foi uma criança maior, mas o parto foi tranquilo. Naquela época, tinha que guardar quarenta dias, seguir seriamente o resguardo; não podia lavar a cabeça, comer comida normal, era só sopa de galinha, não podia subir ou descer escadas e muitas outras coisas.

A quarta filha nasceu em BH, pois eu já morava aqui. Sou de Caratinga, MG. Ela nasceu no Hospital e Maternidade São José, também foi parto normal e tranquilo. O médico ficou admirado com a tranquilidade dos outros partos. Graças a Deus os meus filhos nasceram com saúde.

Agora tenho quatro netas e dois bisnetos que aumentaram mais e mais o meu orgulho de mãe, avó e bisavó. Tenho uma família muito linda.

“Obrigada, meu Deus”.

Maria de Lourdes Gonçalves Ribeiro.

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PS: Pedi a vovó que escrevesse um relato para colocar no Blog contando da vida dela, como foi ser mãe, avó e agora bisvovó… e ela depois de alguns dias veio com esse caderno (foto abaixo) dizendo assim: “Não sei se era isso que você queria mas foi assim a minha história”. (risos) Como não ser apaixonada por ela!? Dedicou a vida inteira pelos filhos e pelos netos, se ausentou da sua própria vida para dedicar a família… Coisa linda e prova de amor maior não há! Meu bisavô perguntou para minha avó se ela queria se casar ou estudar, e adivinha o que ela escolheu!? Casar!!! E foi assim que começou a história dessa família. 😄

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Só mais uma foto pra família relembrar os velhos tempos… 😍😨

Valquíria Abreu, mãe e avó.

Quando fui mãe pela primeira vez, tive a ideia real da dimensão do amor.

Quando fui mãe pela segunda vez, tive a ideia real da dimensão da dor da perda.

Quando fui mãe pela terceira vez, tive a ideia real da dimensão do amor de Deus.

Hoje, entendo que ser mãe é uma missão.

Com o nascimento dos meus filhos: Rodrigo, Rômulo e Bárbara, tudo que eu pensava ter importância em minha vida, caiu por terra.  As prioridades já não eram as mesmas.

Descobri que estava aqui para aprender.

Aprender, no sentido mais amplo, mais ilimitado, aprender a amar. E esse amor me deu “poderes”…  poderes intuitivos.

Minha vontade era só de alimentar, proteger, confortar e oferecer realizações.

Meus filhos se tornaram a razão do meu viver, a prova da existência de Deus.

Nessa caminhada, ao lado deles, aprendi também a respeitar individualidades, as diferenças e personalidade dos meus filhos.

E diga-se se passagem: Viva a diferença!

Cada um com sua beleza singular.

Infelizmente aprendi também a conviver com a dor profunda que uma mãe pode experimentar. Mas sei que tudo tem um propósito.

Então transformei a dor em amor.

Foi esse amor que me mostrou o caminho, com muita Luz, para guiar e educar meus filhos Rodrigo e Bárbara.

E quando pensei ter experimentado todo o amor de Deus, eis que Ele me confia mais um filho Seu para amar. Deu-me um neto: Samuel, o prometido, através de uma benção para minha nora Mariana e meu filho Rodrigo.

Aprendi agora a experimentar a felicidade plena.

A energia do amor de mãe é potencialmente mais poderosa do que qualquer bomba. Experimenta-lo é Divino.

Obrigada, Senhor !!

Valquíria Santana Abreu

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O ser Mãe – Por Cíntia Freitas.

O Ser Mãe,

é incrível como me transformei em um outro Ser quando da Criação Divina a multiplicação em mim.

A vida ganhou novas formas, novas cores e novo perfume…. até cocô ficou cheiroso!

Os dias de angústia terminam com boas risadas, a gripe não me leva mais para a cama e a beleza que fica é a beleza real, que só é vista com olhos que enxergam.

O futuro ganha a projeção de horizontes para além dos meus e a única certeza é do plantio presente.

E o amor? Ahhhhhhhh….. este deixa de ter limites  e pela primeira vez experimento não colocar condições para exprimir sentimentos.

O que sei de tudo isso é que há alguns anos Deus permitiu que pudesse me transformar neste outro Ser e desde então sou inteiramente agradecida por me sentir tão importante quando percebo aqueles olhinhos brilhantes em minha direção, por Ser mais humana, por valorizar todos os momentos juntos aos meus amores Arthur, Matheus e Esther!

E já que a mãe coloca no mundo e aninha e o pai ensina condutas, agradeço ao meu companheiro de vida, Fábio, que faz parte dos 50% presentes em meus presentes!

Cíntia Freitas

Poliana Ornelas, mamãe da Camila.

Quando eu me descobri grávida um medo enorme tomou conta de mim. Aquela gravidez não havia sido programada, e eu ficava pensando em como iria ser a minha vida, agora com um bebê pra cuidar, pra criar. Como seria minha vida pessoal, minha vida social, profissional? Eram muitas dúvidas…

Hoje, quase três anos depois, eu entendi que “aquele susto” foi a maior benção de Deus na minha vida.

Quando eu percebi, um amor avassalador já tinha tomado conta de mim. Era algo incontrolável, chegava a doer de tão forte. Eu não precisava de mais nada. Minha vida passou a não ter sentido sem meu bebê.

E todo aquele medo deu lugar a um amor tão grande, mas tão grande,  que eu, definitivamente, não consigo traduzir em palavras para explicar o que sinto.

A Camila é a resposta para todas as minhas dúvidas. É a paz que eu preciso, o ar que eu respiro, a calma para minha ansiedade, o alento para minhas angústias, o assunto para minhas conversas.

Me sinto como se não existisse antes dela chegar e trazer luz para minha vida. Nada antes dela faz algum sentido pra mim. Afinal, ELA é o sentido da minha vida.

Ser mãe é algo Sublime! Ser mãe é se encantar com cada novidade, é se alegrar com cada conquista, é aprender muito mais que ensinar, é querer que o tempo nunca passe, e que alguns momentos sejam congelados em potinhos.

É se apaixonar todos os dias, a cada sorriso, a cada lágrima, a cada nova palavra, a cada denguinho. É encontrar todas as respostas em um simples abraço, em um beijinho carinhoso, em uma mordidinha de carinho.

Ser mãe é querer ser a melhor pessoa do mundo, para ser exemplo e motivo de orgulho para nossos filhos. E é por causa da Camila que eu busco a perfeição, mesmo com todas as minhas imperfeições.

Porque o meu amor pela Camila não tem fim. Ele só faz crescer, aumentar… Esse amor me inunda o ser, é meu combustível diário para viver a cada dia, mais e mais feliz.

TE AMO INFINITO FILHA! VOCÊ FOI O MELHOR PRESENTE DE DEUS NA MINHA VIDA.

Poliana Ornelas.

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A maternidade e seus super poderes! – por kênia Silva

A maternidade me apresentou um mundo novo cheio de cores novas, alegrias novas, sabores novos, sentimentos novos, um amor incondicionalmente novo e uma força nova que eu nem imaginei existir dentro de mim!

Quando ele chegou tudo foi incrivelmente transformador!!

A maternidade tem tantos prazeres que eu poderia ficar aqui horas e horas contando para vocês todos eles, sem me cansar!

Recebi o poder de acalmar, curar, fazer sorrir e alimentar!

Sim! Eu me tornei capaz de alimentá-lo! Eu era a sua máxima fonte de energia!

Tomar consciência deste poder não é tão simples quanto parece ser nas imagens serenas e tranquilas que encontramos na TV de uma mãe amamentando seu filho! Tomar consciência disto significou suportar dores, febre e cansaço extremo. Significou interromper várias noites de sono quando a única coisa que eu desejava era dormir pelo menos 3 horas seguidas, abrir mão da comida quentinha no prato porque alguém ali pertinho estava com muita fome e pensar e repensar se aquele pedacinho de chocolate que eu estava pronta para devorar poderia comprometer o alimento que eu oferecia.

Este poder também me revelou os melhores olhares nas longas noites, os melhores sorrisos que me fizeram desejar tantas vezes que os meus olhos fossem uma câmera fotográfica, as melhores trocas de carinho e o melhor aconchego que poderia existir!!

Um ano e oito meses depois descobri que quando as pessoas me diziam “aproveite porque logo logo vai passar!” elas tinham muito mais para me contar!

Como em uma frase que li uma vez: “Não fechem os olhos, aproveitem, deem de mamar como se fosse a última vez, porque o amanhã é sempre um dia incerto e o dia do desmame chega a cavalo… Mesmo para aquelas que insistem em amamentar por muito tempo. Ele também passa, o tempo não perdoa… “

Valeu cada momento que eu passei pensando que não daria conta e cada dia que eu acordei pensando que eu poderia mudar o mundo inteiro, só porque aquele pequenino ser dependia de mim!!

Incentivo às grávidas a buscarem informação sobre o assunto, não só no google! Mas procurar por livros, cursos e pessoas que tenham compromisso com a amamentação.

É um ato de amor para com seu filho e para com você mesma!

É um ato de agradecimento à natureza e à Deus que concedeu à nós mulheres esse poder tão mágico de nutrir nosso próprio filho!

Ps: Este texto é um relato da minha experiência e livre de qualquer tipo de julgamento porque para mim:

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Kênia Silva

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Mais que ser mãe, ser avó – por Cida Gonçalves Ribeiro.

Maravilhoso, arrebatador, admirável, magnífico, surpreendente, extraordinário, fantástico, primoroso… são tantos os adjetivos que eu poderia usar aqui para definir o “ser avó”, mas em nenhum deles cabe toda a simplicidade e a honestidade do sentimento.

Mãe é dádiva. Filho é alegria. Neto é arrebatador. E eu me sinto arrebatada com tanto amor. Não sou mais a mãe da Ana Maria e da Mariana, sou a AVÓ do Raul e do Samuel.

Em minha vida tudo foi acontecendo, sem que eu parasse para planejar. Momentos bons e ruins. O ser avó também chegou; sequência natural da vida. Primeiro o Raul, depois o Samuel. Agora continuo na espera de outros mais, por saber o quanto é bom ter alguém para chamar de NETO. Sou muito grata às minhas filhas e genros pelas duas pessoinhas que eles me deram. Isto mesmo, que eles me deram, porque são meus, com direito a toda posse que não tenho… rsss. Mas insisto em dizer: são meus netos. Brado aos quatro cantos, a quem quiser e a quem não quiser: são meus netos.

Rssss…. Quando eu era só mãe, falava só das filhas, agora tenho outros protagonistas. Lembro-me de um amigo que dizia após a carona diária para a escola com a Raquel e o Ângelo (dois amigos meus): “Tô cansado de ouvir falar de Vinícius e Gabriel toda manhã!” (Os respectivos filhos dos meus amigos Raquel e Ângelo). As pessoas de minha convivência ouviam o mesmo, só trocavam os nomes para Ana e Mariana, pois se cansavam do mesmo jeito ao me ouvir falar delas (Cida Shikida que o diga.. rsss). Hoje falo só em Raulzinho e Samuelzinho. Coisas do amor.
Perguntei às minhas filhas se elas sabiam o significado dos nomes dados aos respectivos filhos e elas me disseram que sim:
Raul – Combatente prudente ou o que segue o conselho dos lobos;
Samuel – Deus ouve.

Conclui que elas realmente acertaram na escolha, pois o Raul é um combatente, um guerreiro e o Samuel é resultado de Deus ouvindo as nossas preces.

Bem, ser mãe foi uma experiência surpreendente. Descobri coisas indescritíveis, mas com o ser avó eu descobri a leveza da vida. Quisera eu que esse momento fosse eterno, juntar o ser mãe com o ser mãe duas vezes: SER AVÓ. Quem sabe um dia juntar o ser mãe e o ser avó com o ser bisavó. Não, seria muito… Será?

Cida Gonçalves Ribeiro

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