Aprendendo a ser tia – por Priscilla Marques

Maternidade Real

Olá, mamães e leitoras do Fissurada. Meu nome é Priscilla e estava louca para participar um pouquinho do blog. Então, me ofereci para a minha amiga e madrinha Ana e aqui estou, rs. Vou falar um pouquinho para vocês de outro lado da relação com os pequenos. Diferente da maioria aqui, mamães, eu ainda não passei por esta experiência. Acabei de me casar e, eu e meu marido, optamos por esperar alguns aninhos para ganhar este presente. Mas, enquanto isso, desempenho um papel super gostoso e cheio de responsabilidades: de TITIA!

Sempre curti ser chamada de Tia Pri. Grande parte das minhas amigas já são mamães e eu quase sempre estive rodeada dos pequenos. Fazia questão de conhecer um por um bem pequenininho (e pegar no colo também, quando a mamãe não se importava! Rs) e conversava muito com minhas amigas sobre a experiência de ter um filho. Até que, em maio de 2013, ganhei um presentinho. O nome dela é Anita! Na verdade, a Anita é filha do irmão do meu marido, mas sempre digo que ela é mais minha do que dele (rs). Pelo fato da mamãe da Anita morar em BH na época do nascimento dela e não ter família na cidade, eu fiquei muito próxima das duas. E minha família também. Meus pais ganharam uma netinha de verdade e minha irmã uma sobrinha. A Anita, aos sete meses, começou a ficar na minha casa sempre que os papais precisavam e, a cada estadia da pequena, eu entendia melhor o meu papel. E no meio de tudo isso, continuo a ter muitas amigas mamães, como a Aninha, que criou este projeto lindo por aqui.

Claro que o papel de titios não chega perto da importância dos pais, mas somos coadjuvantes muito relevantes. Além de também sermos exemplo para os pequenos, nossas atitudes despertam neles um amor e uma segurança que dá gosto de ver. Por isso, a cada ação minha com a Anita, tento ser a melhor pessoa e o melhor exemplo possível. É para ela que guardo o que tenho de melhor, meu lado mais delicado e mais bonito. Claro que tem os titios com perfis diferentes e que também desempenham muito bem este papel. O Renan, meu marido, por exemplo, é o tio (e padrinho da Anita!) da bagunça. São gargalhadas irresistíveis quando eles se juntam. E a Anita é apaixonada por ele.  O importante é só reservar sempre o melhor que temos, seja esse melhor expresso da forma que for.

Outro ponto importante no desempenho do papel de um tio é o respeito à maneira que os pais querem educar seus filhos. Como eu convivo muito com a Anita (eu, meu marido, a Anita e os papais dela moramos hoje em São Paulo e estamos sempre grudados), busco observar a forma e o jeito que a Soninha e o Getúlio tratam ela em cada momento, como conversam e como lidam com situações super novas para mim. E tento fazer o máximo para seguir a mesma linha. Claro que não deixo de passar um pouquinho da minha essência para ela, pois isso também faz parte, mas nunca interfiro na forma que eles escolheram para educá-la. E quando tenho dúvidas, sempre pergunto o que e como fazer. Afinal, ainda não sou mamãe e fico perdida em vários momentos.

E foi assim que eu me tornei a Tia Pisci, que foi o jeitinho que ela escolheu para me chamar desde bebezinha, quando ainda sussurrava alguma coisa parecida com isso. E é assim que eu quero sempre ser chamada por ela. E que venham outros sobrinhos! Estou pronta para doar o que há de melhor em mim.

Priscilla Marques

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