A cegonha foi convocada…

Maternidade Real

A decisão do segundo filho, um assunto bem complicado para a nossa atual realidade. Um mundo bem violento e cheio de preconceitos, além da crise no país, mas o fato do Raul crescer sem irmãos nunca me passou pala cabeça. O que seria de mim sem minha irmã?! É o que pensei para convocar a cegonha novamente.

Já falei aqui no blog que quando estávamos tentando engravidar do Raul, começamos a pensar na possibilidade de adotar um filho, vocês lembram?! Pois então, essa nossa ideia veio e foi amadurecendo e chegou a hora de colocá-la em prática. Estamos em processo de coleta de documentos para dar entrada no Cadastro Nacional de Adoção e ao longo de todo o processo vou contar para vocês como está sendo e o passo a passo.

A decisão do segundo filho ser adotado e não biológico parece bem estranho para uns, até mesmo da nossa própria família. Preconceito?! Acho que é mais um pré-conceito mesmo de que filhos adotados dão trabalho, já vem com a personalidade formada, etc… Mas e os biológicos não dão trabalho?! A mudança de vida que você pode proporcionar a esta criança que foi “rejeitada” por sua família biológica é o que mais me encanta nessa decisão e foi ela que nos motivou e nos motiva a cada dia mais a esperar que o irmãozinho do Raul chegue logo. Outros me perguntaram se foi por receio de outra criança nascer com fissura… bom, pensei nisso, sim, mas como no nosso caso não foi fator comprovado geneticamente, isso não me preocupa. Queremos ter dois ou três filhos e estamos também tentando engravidar novamente, mas enquanto a cegonha (biológica) não vem, vamos dando andamento no processo de adoção.

Em breve conto o passo a passo (na realidade) da adoção aqui em Belo Horizonte.

Com amor,

Ana Maria.

4 comentários sobre “A cegonha foi convocada…

  1. Ana que legal!
    Edgar e eu pensamos nessa possibilidade, o Olavo foi mais rápido e resolveu vir bem antes do planejado, menino espertinho!
    Apesar desse mundão maluco, não desistimos da ideia de 3 filhos. Uma possível adoção poderia acontecer daqui uns 10 anos por aqui, talvez antes, uma coisa que tem pesado aqui para qualquer decisão é o orcamento. Filho não nasce da barriga, nasce no coração. Se essa semente já existe em vocês, Deus com certeza abençoará!,

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  2. Também não consigo imaginar o que teria sido minha vida se você não existisse! 🙂 quero muito que o Samuel tenha irmãos, pois sei que isso é algo sem preço!

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  3. Filho é sempre filho, não importa o adjetivo que possamos utilizar. O amor não tem barreiras e é perfeitamente possível amar um filho que chega mas não pelas vias normais. Ana, você, Rodrigo e Raul vão ter a oportunidade de uma experiência fantástica. Aonde há exercício da afetividade e da solidariedade fraterna, há progresso (E.S.E.)

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