A maternidade e seus super poderes! – por kênia Silva

A maternidade me apresentou um mundo novo cheio de cores novas, alegrias novas, sabores novos, sentimentos novos, um amor incondicionalmente novo e uma força nova que eu nem imaginei existir dentro de mim!

Quando ele chegou tudo foi incrivelmente transformador!!

A maternidade tem tantos prazeres que eu poderia ficar aqui horas e horas contando para vocês todos eles, sem me cansar!

Recebi o poder de acalmar, curar, fazer sorrir e alimentar!

Sim! Eu me tornei capaz de alimentá-lo! Eu era a sua máxima fonte de energia!

Tomar consciência deste poder não é tão simples quanto parece ser nas imagens serenas e tranquilas que encontramos na TV de uma mãe amamentando seu filho! Tomar consciência disto significou suportar dores, febre e cansaço extremo. Significou interromper várias noites de sono quando a única coisa que eu desejava era dormir pelo menos 3 horas seguidas, abrir mão da comida quentinha no prato porque alguém ali pertinho estava com muita fome e pensar e repensar se aquele pedacinho de chocolate que eu estava pronta para devorar poderia comprometer o alimento que eu oferecia.

Este poder também me revelou os melhores olhares nas longas noites, os melhores sorrisos que me fizeram desejar tantas vezes que os meus olhos fossem uma câmera fotográfica, as melhores trocas de carinho e o melhor aconchego que poderia existir!!

Um ano e oito meses depois descobri que quando as pessoas me diziam “aproveite porque logo logo vai passar!” elas tinham muito mais para me contar!

Como em uma frase que li uma vez: “Não fechem os olhos, aproveitem, deem de mamar como se fosse a última vez, porque o amanhã é sempre um dia incerto e o dia do desmame chega a cavalo… Mesmo para aquelas que insistem em amamentar por muito tempo. Ele também passa, o tempo não perdoa… “

Valeu cada momento que eu passei pensando que não daria conta e cada dia que eu acordei pensando que eu poderia mudar o mundo inteiro, só porque aquele pequenino ser dependia de mim!!

Incentivo às grávidas a buscarem informação sobre o assunto, não só no google! Mas procurar por livros, cursos e pessoas que tenham compromisso com a amamentação.

É um ato de amor para com seu filho e para com você mesma!

É um ato de agradecimento à natureza e à Deus que concedeu à nós mulheres esse poder tão mágico de nutrir nosso próprio filho!

Ps: Este texto é um relato da minha experiência e livre de qualquer tipo de julgamento porque para mim:

imagem 4

Kênia Silva

Facebook.com/virapaginas

Instagram: @virapaginas

Imagem 1

Mais que ser mãe, ser avó – por Cida Gonçalves Ribeiro.

Maravilhoso, arrebatador, admirável, magnífico, surpreendente, extraordinário, fantástico, primoroso… são tantos os adjetivos que eu poderia usar aqui para definir o “ser avó”, mas em nenhum deles cabe toda a simplicidade e a honestidade do sentimento.

Mãe é dádiva. Filho é alegria. Neto é arrebatador. E eu me sinto arrebatada com tanto amor. Não sou mais a mãe da Ana Maria e da Mariana, sou a AVÓ do Raul e do Samuel.

Em minha vida tudo foi acontecendo, sem que eu parasse para planejar. Momentos bons e ruins. O ser avó também chegou; sequência natural da vida. Primeiro o Raul, depois o Samuel. Agora continuo na espera de outros mais, por saber o quanto é bom ter alguém para chamar de NETO. Sou muito grata às minhas filhas e genros pelas duas pessoinhas que eles me deram. Isto mesmo, que eles me deram, porque são meus, com direito a toda posse que não tenho… rsss. Mas insisto em dizer: são meus netos. Brado aos quatro cantos, a quem quiser e a quem não quiser: são meus netos.

Rssss…. Quando eu era só mãe, falava só das filhas, agora tenho outros protagonistas. Lembro-me de um amigo que dizia após a carona diária para a escola com a Raquel e o Ângelo (dois amigos meus): “Tô cansado de ouvir falar de Vinícius e Gabriel toda manhã!” (Os respectivos filhos dos meus amigos Raquel e Ângelo). As pessoas de minha convivência ouviam o mesmo, só trocavam os nomes para Ana e Mariana, pois se cansavam do mesmo jeito ao me ouvir falar delas (Cida Shikida que o diga.. rsss). Hoje falo só em Raulzinho e Samuelzinho. Coisas do amor.
Perguntei às minhas filhas se elas sabiam o significado dos nomes dados aos respectivos filhos e elas me disseram que sim:
Raul – Combatente prudente ou o que segue o conselho dos lobos;
Samuel – Deus ouve.

Conclui que elas realmente acertaram na escolha, pois o Raul é um combatente, um guerreiro e o Samuel é resultado de Deus ouvindo as nossas preces.

Bem, ser mãe foi uma experiência surpreendente. Descobri coisas indescritíveis, mas com o ser avó eu descobri a leveza da vida. Quisera eu que esse momento fosse eterno, juntar o ser mãe com o ser mãe duas vezes: SER AVÓ. Quem sabe um dia juntar o ser mãe e o ser avó com o ser bisavó. Não, seria muito… Será?

Cida Gonçalves Ribeiro

20150509_180358-2

Sônia Echeverria, mamãe da Anita.

Era pra ser só mais uma vez que faria todos aqueles exames para tentar contornar o meu problema de ovário policístico. Sentei na cama do meu quarto, fiz os downloads… E eu, com minha mania de ler bulas de remédios, claro que queria ver todos os resultados… Para ver se estava com alguma coisa acima ou abaixo do normal: e estava! Quando vi todos aqueles números e zeros, congelei! Arrepiei!

Em seguida Getulio chegou na minha casa… Não éramos casados e nem tinhamos planos de assinar aquele papel tão cedo… Não era meu sonho… E assim que expliquei, ele com um sorriso inexplicável disse: Vai ser ótimo Coração! Vamos ter a nossa família!

Na minha cabeça ele só poderia ser louco.. Que família? O que eu faria com um bebê? Crianças me davam medo!

Os dias que seguiram foram apavorantes, revezava entre lágrimas e livros. Estava na época de provas do nono semestre de Engenharia Elétrica e só conseguia pensar no tanto que Deus tinha sido injusto com esse plano esquisito.

Chegou o dia do primeiro ultrassom… Até então, eu rezava muito pedindo para que não houvesse feto algum dentro de mim… Mas no momento que eu escutei aquele coraçãozinho e vi aquele bebezinho todo formadinho, pensei: Sou mãe e quero muito ser a melhor possível!

Desse dia em diante, formei, casei e curti cada momento.

Há 2 anos eu vivo em um curso intensivo de como amar… Um amor incomparável, incalculável, imensurável e simplesmente delicioso. Quando ainda estava grávida, pensava nas coisas que queria dar e ensinar para ela, em como educá-a. Mas nesse tempo, confesso, que ela me ensinou muito mais do que eu um dia pensei que aprenderia. Me ensinou a amar sem cobranças, a cuidar sem esperar algo em troca, a dar prioridade para as coisas importantes, a suportar dores e situaçãoes insuportáveis, a perceber o quanto a vida pode ser muito melhor quando há um verdadeiro sentido, a valorizar as coisas… Não o preço delas. Ela me ensinou que a doçura e a delicadeza não são sinônimos de fraqueza, me fez ver a beleza da tranquilidade. Me ensinou o que é a felicidade.

A felicidade está perdida em cada sorriso, em cada palavra, em cada chorinho, em cada gesto… A felicidade está aqui, perto de mim e vem me acordar cedinho no domingo.

Hoje entendo os planos de Deus, Anita veio no momento exato, pois meu pai não poderia esperar muito tempo, e ele precisava conhecer a neta que levará o nome da mãe dele para sempre. Ela veio, pois precisaríamos de força para passar por momentos difíceis, para que eu pudesse ter um anjo no céu e outro na terra, e para que eles se encontrassem ainda em vida.

Não existe gravidez planejada, existe gravidez coincidida… As vezes nossos planos coincidem com o de Deus, as vezes não… Mas isso não importa, o que importa é ter esse milagre em nossas vidas.

Se existe amor maior? Estou certa que não. “Ser mãe” é a mais bela descrição de “objetivo de vida”… Minha meta? Me deliciar cada dia mais de segundos preciosos de doçura… Tudo mudou! Não há como não mudar… Eu dei a luz ao sentido da minha vida!! Me presenteei com beijos melados e abraços despretenciosos…

Eu mergulho e me perco nos seus detalhes… Me afundei nas suas dobrinhas e me realizo a cada sorriso. Amor, simplesmente… Amor!

Sônia Echeverria

IMG_20150424_182603-2

Mariana Duarte, mamãe do Pedro.

Meu terceiro dia das mães… Como eu sonhei com essa data, com esse momento, ou melhor, como eu sonhei em ser mãe um dia!

Me lembro que estava no auge dos meus 10 anos e enquanto muitas sonhavam com a festa de aniversário ou onde iria estudar, eu tinha uma amiga que nós duas sentávamos e passávamos horas imaginando como seria estar grávida. Até a forma de andar eu sonhava, acredita? Em um dos nossos muitos encontros, eu me descrevi grávida, falava que teria uma barriga grande, usaria vestido floral amarelo soltinho e uma rasteirinha… E que eu teria uma linda menina!!!  A vida toda sonhei com uma menina… Pois bem, meu sonho se realizou, mas não foi da forma que sonhei não…

Em 2010 me casei com uma pessoa maravilhosa, que a cada dia eu amo mais… No final de 2011 devido alguns problemas de saúde minha ginecologista na época solicitou alguns exames entre eles um ultrassom. Após a realização me foi dado o resultado, eu estava com alguns focos de endometriose no colo do útero! Foi aquele baque, fiquei sem chão e bastante assustada, pois é um dos fatores que mais causam infertilidade na mulher. E ela foi bem taxativa: “Se você quiser ter filhos Mariana vamos começar a tentar agora, pois seus focos de endometriose estão baixos e são poucos. Sei que seus planos não eram esses, mas eu não posso garantir como você irá evoluir.” Sai do consultório até tonta (risos), pensei: “Putz, todos os meus planos terão que mudar!” Tinha muitos planejamentos… Queria dar sequência nos estudos, investir na minha profissão. No entanto os planos são nossos, mas a verdade é de Deus!!!

Depois de um mês conversando com meu marido, chegamos a decisão que iríamos ter o nosso sonhado bebê! Voltei na ginecologista e ela me solicitou os exames pré-gestacionais e iniciei o uso do ácido fólico. Após três meses iniciamos as tentativas… Estava engajada em engravidar o mais rápido possível e o maridão todo empolgado com a minha determinação (risos).

Foram passando os meses e nada… Cheguei a procurar outros especialistas, e escutei de tudo, até um: “Com um exame desse você não vai engravidar nunca! Você tem que operar antes!”. Sai de lá aos prantos. Nesta mesma época uma amiga do coração descobriu que estava grávida. E era uma menina, eu simplesmente desisti e foquei na gravidez dela. Me envolvi em tudo: chá de bebê, quartinho, enxoval… Tudo mesmo, ainda mais porque nós trabalhávamos juntas, ai eu participava mesmo! E o tempo foi passando… No dia 21 de abril a Helena nasceu (filha dessa amiga)… Quase morri de emoção! Fui ao hospital, chegando lá peguei aquele tiquinho de gente no colo. Neste dia estava eu de calça  e blusa justas. Minha amiga deitada na cama vira para mim e fala: “Mari que barriguinha é essa?” Eu olhei para ela e respondi: “Banha! No final do ano vou lipar tudo! Já que eu não engravido vou ficar seca!” Ela olhou para mim riu e disse: “Tem neném aí”, colocando a mão na minha barriga. Eu olhei para ela e falei: “Sem chance… Menstruei tem uns 15 dias”. Ela novamente enfatizou: “Tem neném aí mesmo!” Nem dei bola e fui para casa…

Passados uns dias, estava no meu trabalho sozinha, todos tinham ido almoçar. Naquele dia tinha marcado uma progressiva para fazer a tarde, pois iria viajar. Mas por desencargo de consciência, fui até a farmácia e solicitei o vendedor o teste de gravidez mais barato que tinha. Entrei para minha sala, tranquei a porta e fui até o banheiro fazer… E em fração de segundos, as duas linhas apareceram e eu surtei… Não sabia o que fazer, meu marido a 54km de distância, estava sozinha…  Caraca, não dormi a noite e no outro dia era a primeira no laboratório! Fiquei atualizando a página do laboratório até o resultado sair. Quando saiu, o susto veio, eu estava grávida de 6 semanas. Que vitória!

O tempo foi passando e minha barriga só crescendo e os enjoos tomando conta de mim. Nunca pensei que seria feliz em meio a tantos vômitos… Tive muitos sangramentos inexplicáveis, corria sempre para os hospitais, fazia o ultrassom de emergência e nada. Meu feijãozinho estava crescendo forte e saudável. Ficava tão abitolada que, juro, eu tenho uma média de 10 ultrassons nos primeiros 4 meses.

Chegou o grande dia… fui para clínica fazer o ultrassom, da translucência nucal. Estava deitada na maca quando o médico vira e fala: “Qual será o nome de meninão?” Naquele momento congelei, fiquei estática, sem reação… Meu marido confirmou com ele: “É um menino? 101% de certeza?” Sai de lá calada, quando entrei no carro desabei… Tudo o que havia sonhado tinha desaparecido… A menina, os laços… O mundo cor de rosa não iria existir!

Foram dois dias de choro, choro intenso… Não porque estava grávida de um menino, mas porque eu não teria a menina… No terceiro dia enxuguei as minhas lágrimas, agradeci pelo meu menino e juntamente com o marido escolhemos o nome: PEDRO!!!

Tudo o que havia sonhado não realizou, mas tudo que aconteceu foi mais do que sonhei! Aquela insegurança de ser mãe de menino, de achar que não iria dar conta, tudo desapareceu. Hoje meu Pedrão tem 2 anos e 4 meses… Ele me ensinou que é possível sonhar e planejar, e que o inesperado pode muita das vezes ser melhor; me ensinou que menino NÃO é largado, desleixado e nem pouco carinhoso; que menino é apegado e dengoso; que meninos são divertidos e contagiantes… Nasceu em mim uma força de proporções ilimitadas para enfrentar toda e qualquer adversidade.

A maternidade me deu outros sonhos e outros valores…Sou uma pessoa melhor, tenho mais confiança em mim e acredito mais em mim, por quê? Porque meu filho acredita e confia em mim, ele precisa de mim… Uma das melhores experiências que Deus me proporcionou até hoje foi a minha pequena rocha… O Pedro!!! Descobri que tenho um parceiro, protetor e admirador para o resto da vida!

“Sabemos que TODAS as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Rm8:28

Mariana Duarte.

76137_540459129306417_1180356537_n-2

Arlete de Araújo, mãe de três e avó de um príncipe.

Me casei aos 30 anos e meu maior sonho era ser mãe. Queríamos logo engravidar, mas a realidade foi outra. Depois de muitas tentativas e diagnósticos, um médico descobriu que eu tinha as trompas obstruídas. Fizemos tudo que era possível na época para desobstruí-las e depois foi só esperar. Com muita fé e alegria descobrimos que esperávamos nossa primeira filha, a Marina. Para a segunda gravidez tive que fazer os mesmos procedimentos, e depois de 4 anos veio o Rodrigo. Estávamos super felizes por ter um casal! Eu não podia tomar anticoncepcional, e como achei que precisaria sempre fazer os procedimentos para desobstruir as trompas, não me preocupei em me prevenir,  e como Deus é maravilhoso,  para nossa surpresa, 2 anos depois  veio nossa terceira filha, a Deborah, trazendo muita felicidade para nós. Os meus filhos são os tesouros mais preciosos para mim. São as três jóias mais raras que tenho, e para vê-los felizes faço qualquer coisa.

Ser mãe é algo lindo e indescritível, ser avó é uma sensação de estar sendo mãe novamente, ou seja, é lindo e indescritível duplamente. Quando a Ana e o Rodrigo nos contaram que estavam grávidos foi uma sensação de alegria imensa, não esperava que esse amor que sinto pelo Raul seria tão grande. Quando vejo aquela carinha linda me chamando de vovó  fico feliz e muito emocionada. O Raul é uma criança linda e abençoada, que veio para nos trazer alegria e sentimentos novos para toda a família! Tê-lo por perto me faz sentir revigorada e descobrir que ainda tenho muita energia para novos netos!!!

Arlete de Araújo Patrício

IMG-20150505-WA0003

Maria Gabriela Marques, mamãe do Artur.

Amor de mãe, um amor incondicional como eu acredito que todo amor tenha que ser… mas o ser mãe torna-se incondicional a partir do momento que não há como descrever… talvez um amor indescritível… que me faz querer ser melhor a cada dia como esposa, filha, irmã, chefe, ovelha, colega de trabalho; que me faz enxergar a paz em meio ao caos; que me faz agradecida por cada amanhecer, e por cada segundo vivido; que me faz ver a grandiosidade de pequenos gestos e pequenas palavras; que me faz curtir o momento que por muito tempo passou desapercebido; que me faz sorrir com um sorriso e chorar com um choro, ou vice-versa; que me ensina a ver a bondade de Deus, principalmente em pequenos detalhes; e me ensina a levar a vida de forma mais leve através de gargalhadas que fazem perder a força, com o sorriso sapeca e com abraços e beijos inesperados e o “bigado mamãe” mais delícia que já ouvi. E assim, ser mãe me faz perceber, que tenho muito que aprender… e longe de ser uma mãe perfeita… escolho ser uma mãe incondicionalmente agradecida!!!

Maria Gabriela Marques

IMG-20150505-WA0000

Mariana Poças Abreu, mamãe do Samuel.

Sempre sonhei em ser mãe, em formar uma família, cuidar da minha casa, do meu marido e filhos. Desde quando conheci meu marido percebi que era com ele que realizaria esse sonho! Ele chegou mais depressa que eu esperava… Me casei e depois de 2 anos, engravidei do Samuel… Foram 6 meses de tentativas, não sei o motivo, mas achava que iria ter dificuldades pra engravidar. Mas Deus me surpreendeu, quando relaxei: Aconteceu! Minha gravidez, no início, foi super tranquila, não tive enjoos, não engordei e os exames estavam todos normais, até que com 24 semanas, tive um sangramento terrível e descobri que tinha placenta prévia. Então fiquei de repouso até o fim da gestação. Sem poder sair de casa e dependendo dos outros pra praticamente tudo! Foi uma  prova de fogo esses longos 3 meses de espera! Em meu coração sentia medo, ansiedade, culpa por não estar grata o suficiente pela vida do meu filho…mas ao mesmo tempo um prazer enorme por gerar uma vida dentro de mim. Quando, enfim chegou o dia de conhecer seu rostinho! Foi a emoção mais intensa que já vivi! É realmente um amor inexplicável… Algo que não consigo expressar com palavras, e ele é cada dia maior! Depois que fui mãe eu fiquei em segundo plano… E me sinto feliz por isso… Sabe aquilo que um dia imaginamos em sentir e viver quando seremos mães? Então….não chega nem perto do que realmente é. E o meu desejo é que mais mulheres se tornem mães, pois é algo transformador e incrivelmente desafiador. O futuro de uma vida depende de nós, a formação de um caráter, a educação… a felicidade de nossos filhos pode estar em nossas mãos! Isso tudo dá medo, porém tenho certeza que será uma tarefa recompensadora! Obrigada Senhor pelo dom de gerar e guiar uma vida. Serei eternamente grata por esse maravilhoso desafio! Samuca, você é o maior presente que Deus me deu! Te amo com um amor maior que eu… Junto com o papai e o Biscoitinho somos uma família mais que feliz!  “Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.” (Sl127:3)

Mariana Poças  Abreu

IMG-20150504-WA0010

Joyce Azevedo, mamãe da Celina.

O dia das mães está chegando!  Há 12 anos essa data era uma tormenta para mim, a saudade que sufocava meu coração por não ter minha preciosa MÃE! O sentimento de saudade é diário, mas nesta data eu sentia um enorme vazio, pois não tinha o que comemorar e com quem compartilhar, agradecer e presentear!

Mas pela primeira vez, depois que perdi a minha Estrela, me sinto ansiosa e feliz! Primeiro dia das mães como EU sendo a MÃE mais feliz do mundo! A minha princesinha Celina (nome como homenagem a avó estrela) está crescendo em meu ventre e a cada mexida que ela dá, me sinto mais forte. É difícil expressar em palavras a sensação de ser mãe; é mágico e Deus é maravilhoso ao me presentear com o maior tesouro do mundo: MINHA FILHA!

Ela veio de surpresa, no início eu fiquei assustada e com muito medo, mas hoje eu agradeço todos os dias a Deus por ter me agraciado com essa dádiva!

Ainda não sei como e onde será o meu primeiro dia das mães, mas a certeza que eu tenho é que serei a MÃE mais feliz! E sei que de alguma forma a minha estrelinha estará olhando para sua filha e neta de onde estiver!

Parabéns a todas as mães, em especial a minha querida e amada mãe! Vovó da Celina!

Vamos comemorar, pois temos o maior e melhor presente do mundo: nossos filhos!

Beijos.

Joyce Azevedo

20150409_180808-2

Semana do dia das Mães

Bom dia, gente!!!

Em homenagem as mamães leitoras do nosso Blog, esta semana teremos posts diários com relatos de mamães sobre a maternidade.

Estou super feliz que algumas mamães já tenham topado escrever para gente. E caso você mamãe leitora queira participar, sinta-se a vontade. Envie um email para fissuradanamaternidade@gmail.com com seu texto e uma foto sua com seu(s) filhote(s) que colocaremos aqui no Blog para que todos compartilhem de sua história, que tenho certeza que é linda e só irá somar a nossas vidas, ok!

Com amor,

Ana Maria.

Rotina, uma necessidade.

Bom dia, gente!

Quem  já passou por crises de desespero quando seu filho:

– troca a noite pelo dia

– fica “enjoadinho” o tempo todo e não se tem um motivo aparente

– não quer comer quando se é a hora do almoço

– faz birras em filas de supermercado

– faz birra para tomar banho, escovar dentes, vestir roupas, etc.

Ah poderia listar aqui inúmeras situações que já passei e sei que muitos pais passam mas, o texto iria ficar grande demais… Nesse momento só pensamos no que estamos fazendo de errado, não é mesmo?! Meu real objetivo com esse texto é tentar despertar em vocês a importância de uma rotina e descrever como criei a rotina aqui em casa do Raulzito.

Podemos encontrar muitos livros, textos, artigos científicos que abordam o assunto… A rotina engloba as necessidades fisiológicas e sociais. Na infância não está somente relacionada a organização de tempo e espaço,  mas também ao crescimento pessoal, emocional e interpessoal. Resumindo pra vocês, a grande importância da rotina está em ensinar a criança a ter controle emocional, oferecendo a ela ferramentas adequadas para que possa lidar com questões do dia a dia, limites e regras.

É papel de nós pais ensinar a criança a distinguir as coisas certas das erradas, as más das boas, a esperar, e perceber que tudo tem seu tempo e sua hora. Através de uma rotina bem estruturada, além de conseguirmos alcançar estes objetivos, construímos um vínculo afetivo muito maior do que já temos com nossos pequenos, pois eles se sentem mais seguros quando tomamos o “controle” de tudo e assim sabem que podem contar conosco quando estão inseguros com seus sentimentos.

Aqui em casa, como já disse a vocês, desde o primeiro dia do Raul em casa já temos rotina estabelecida. Eu e Rodrigo sempre conversamos e procuramos adequá-la ao nosso dia a dia e vamos adaptando a rotina a medida que o Raul vai crescendo e dando conta de uma atividade nova. Há um mês atrás mais ou menos, comprei este quadro de horários (vou colocar o link para vocês de onde comprei no fim do post, ok!) onde todos os dias ao acordar, eu e Raul fazemos a nossa rotina diária. Nela colocamos atividades desde higiene até tarefas diárias que ele consiga fazer com a nossa ajuda, como por exemplo arrumar a cama.

20150428_172931
Escolhemos a ordem das coisas a serem feitas no dia, mas algumas tem horários definidos, como por exemplo: almoço, soneca e banho.
20150428_173210
Algumas das fichas que fiz para ele: tomar banho, fazer atividades, escovar os dentes, brincar, etc.
20150428_172952
O quadro vazio para vocês verem como ele é. Ele pode ser lavado sem problemas, olha que maravilha! As partes onde colocamos as fichas são de velcro e plástico na frente. Ainda não utilizo as horas, utilizo todos os espaços somente para atividades. Assim que Raul ficar um pouco maior, irei utilizar a coluna das horas para a devida finalidade. Até mesmo para ele começar a se familiarizar com os números.
20150428_172630
… decidindo o que iremos fazer no dia. 😊

Só não cumprimos com os horários certinhos nos fins de semana, pois deixamos ele mais livre. Preocupando somente com seus cuidados de higiene, alimentação e brincar. Se já temos algo planejado para o fim de semana já avisamos a ele ao acordar, como por exemplo: “Raul, hoje vamos a pracinha depois do lanche da manhã” ou “Raul, hoje vamos a casa do vovô andar a cavalo a tarde, depois da soneca”. Procuro o colocar sempre para nos ajudar aqui em casa. Ele participa da escolha da sua roupa, na arrumação da casa, na organização dos brinquedos, no livro que iremos ler antes de dormir e até na hora de fazer almoço comigo e a janta com o pai. Mandamos fazer essa cadeirinha de madeira com o assento maior, para que ele fique em pé nela e não tenha perigo de cair. Quando vamos fazer algo na cozinha colocamos ele na cadeira e ele fica se sentindo! (risos)

20150429_185458
É uma cadeirinha de alimentação normal, somente com o espaço do assento maior para que ele possa se movimentar dentro dela em pé.

Há uma importância muito grande em se deixar um espaço durante o dia para a criança brincar, assistir televisão (pessoal, programas educativos, por favor!), ler livros ou alguma outra atividade. Lembrem-se são crianças precisam de BRINCAR e serem CRIANÇAS!!! A rotina precisa ser bem estruturada e pensada nas crianças para ter sucesso no objetivo planejado.

Com amor,

Ana Maria.

P.S.: O link do ateliê que encomendei o quadro de horários do Raul é http://www.atelieanitarighi.blogspot.com.br.