Meu Eterno Namorado – Por Mariana Poças Abreu.

Olá pessoal, para comemorar essa data tão especial que está chegando, que é o dia dos namorados, vou contar a história de como o Samuca veio ao mundo!
Há 11 anos e 5 meses atrás, na virada do ano, o Rodrigo me pediu em namoro com um par de alianças de prata! Foi lindo… Inesquecível! Eu com apenas 14 anos e ele 20. Foi e será sempre, se Deus quiser, meu primeiro e único namorado! Os anos se passaram, a paixão arrebatadora se transformou em amor firme e sólido. Depois de 8 anos de namoro veio o tão sonhado casamento, mas dessa vez com alianças de ouro e carruagem, (literalmente)! Com 3 anos de casados veio nosso primeiro filho. Muita coisa mudou, ficamos mais companheiros do que namorados! Após a chegada de um filho tudo se transforma, a responsabilidade pesa, os hormônios estão saltando loucamente em nosso corpo. Isso, somado ao cansaço.. Aff..Viramos uma chata para eles.. É preciso muita paciência por parte do marido e muito empenho da parte da esposa. Desde que nos casamos, temos enfrentado momentos difíceis juntos, mas a chegada do nosso Samuel superou todos. Foi e está sendo maravilhoso ter essa pessoinha em nossos braços, mas foi muita luta pra que ele viesse ao mundo! É tipo aquela história do ouro que é provado pelo fogo…nenhuma vitória vem sem luta.. (“No pain, no gain” também se aplica a relacionamentos viu?!) Mas sempre após uma crise seja financeira ou de saúde, me surpreendo com o homem com quem me casei e vejo que a minha escolha não foi errada! Posso dizer com plena convicção, vale a pena insistir e crer em sonhos de “cinderela”! Claro que tem dias que seu conto de fadas mais parece filme de terror, no qual, muitas vezes você é a assassina! Kkkk Apesar disso, posso levantar as mãos pro céu e agradecer ao Criador e idealizador do casamento: Deus, que faz com que todos esses conflitos resultem em crescimento pessoal e fortalecimento conjugal! Quero passar essa herança pro nosso filho, que ainda existe família firmada na Rocha, que a instituição Casamento ainda é forte, e é a base ideal pra se criar um ser humano saudável e feliz!
Amor, te amo como nunca amei e nunca vou amar outro alguém assim! Você faz parte de mim, meu amor por você ainda é tão forte que chega a doer… Aquele plano de nós dois velhinhos, de mãos dadas no sítio, ainda está de pé! Ok?!
“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula”(Hb 13:4)
Mariana Poças Abreu
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Pós parto…

Pós parto, só quem já teve filhos sabe do que estou falando. Período bem complicado, principalmente para as mães de primeira viagem. Tudo muda, emoções e hormônios em mudanças e bem acentuados. O mundo, para uma mãe, gira em torno do filho que acabara de nascer… Somente o filho importa a partir desse momento. E é também nesse momento que começam as “neuras”… risos.. toma raiva de um, briga com outro, ciúmes de tudo e de todos. Pessoas querendo ajudar te irritam mais do que ajudam. Uma simples ligação fora de hora é capaz de te fazer odiar profundamente quem te ligou. Quem aqui se indentificou?! E o marido?! Coitado… papel de coadjuvante, bem coadjuvante mesmo nessa hora. Certo?! Não… de forma alguma! Eles nos aguentam durante a gravidez com os nossos picos de hormônios, ao mesmo tempo que estamos felizes estamos tristes, falamos que queremos “A” e depois só serve o “B”… Aff!!!! Claro que existem exceções e muitas das leitoras que já tiveram seus bebês podem me achar louca mas acreditem, uma parcela bem grande de mães se identificarão nesse texto.

Lembro de um dia quando irritadíssima após umas semanas do meu parto, olhei pro Rodrigo (meu marido) e resolvi que ele seria o escolhido para “pagar” por toda a minha raiva do momento… risos… e fui desabafando, dizendo a ele que estava cansada de tanta gente me irritando com falas impróprias a uma mãe de primeira viagem e opiniões/conselhos/palpites desnecessários (Quem foi mesmo o sábio que disse que se essas três coisas aí fossem boas, eram vendidas e não dadas?! 😂). Cansada de gente falando que Raul parecia com ele nisso e naquilo, que fazia igual fulano quando era pequeno, que tinha a mesma marca de nascença de ciclano, que tinha que dar chá disso, banho daquilo, pedindo pra fazer visitas na hora que ele estava dormindo, que ia ensinar Raul a fazer a dança da chuva, que iria ensinar Raul a tocar 13 instrumentos de corda e 30 de sopro, que eu deveria usar meias nele quando estava um calor de 50 graus célsius, que ele estava chorando porque queria escutar Vivaldi e não Bach… Rodrigo com sua calma me escutando e eu ficando com mais raiva ainda dele parado só me escutando sem falar nada, com cara de paisagem. Quando parei de falar ele me solta uma frase a qual nunca mais irei esquecer: “Baby, Raul vai crescer e vai seguir o caminho dele e um dia seremos só você e eu de novo. ” Nessa hora me senti muito mal não por ter raiva de tudo o que estava escutando das pessoas, porque acho que do mesmo jeito que todo mundo tem o direito de dar opiniões e a falar o que quiser, você tem também o direito de achar legal ou não. Na verdade me senti mal porque estava brigando com meu marido sendo que ele não tinha culpa de nada.

Com isso minha ficha caiu, tinha uma família e eu estava cutucando a base dela quase causando um desmoronamento. Percebi que estava errada nos meus atos e meu casamento tinha que ser prioridade. Casamento feliz é igual a filhos felizes. Claro que ainda faço muitas asneiras e ocupo a cabeça do marido com coisas que me perturbam mas procuro ser uma esposa melhor a cada dia. Procuro ter um relacionamento bem saudável desde então. Quando nossos filhos nascem nada mais parece ter importância na nossa vida. Achamos que podemos viver somente desse amor avassalador que toma conta da gente de uma forma tão intensa que satisfaz qualquer outra necessidade. Mas o Rodrigo está mesmo certo! Deus nos dá os filhos para que os criemos aqui na terra, educando e orientando para que eles criem seus próprios caminhos.

Gratidão a Deus por ter me colocado ao lado de uma pessoa tão calma e compreensiva como você, Rodrigo! Je t’aime,  Baby!

Comemorando o meu pós parto... rs... 😅
Comemorando o meu pós parto… rs… 😅

Com amor,

Ana Maria.

Mês dos NAMORADOS

Olá, pessoal!

Junho é considerado o mês dos namorados em todo o Brasil, por isso, no nosso blog abordaremos as diversas formas que os nossos relacionamentos amorosos são afetados desde a notícia de que vamos ser pais até a chegada de nossos pequenos. Nossa ideia é termos vários posts relacionados ao assunto, inclusive sobre o relacionamento APÓS a chegada dos filhos. Gostaríamos da ajuda de vocês, caros leitores. O que acham do assunto?! O relacionamento de vocês com o pai ou a mãe da criança mudou?! Pra melhor ou pior?! Você acha que tem algo que  se possa fazer para que as mudanças sejam mais positivas?!

Quem quiser participar colaborando com seu relato ou apenas nos dar alguma ideia e dicas sobre assuntos abordados nos posts, pode nos mandar um e-mail  para o fissuradanamaternidade@gmail.com. Se quiser anonimato não tem problema, pois realmente é um assunto bem delicado…risos… Deixe uma observação no final do e-mail que respeitaremos sua vontade.

Fiquem de olho no nosso blog, iremos começar esta semana, hein! Aguardamos vocês!

Com amor,

Ana Maria.

A realidade do DESFRALDE

Bonjour, pessoal!!!
Esta semana iniciamos aqui em casa o desfralde do pequeno príncipe Raul. Na segunda-feira de manhã, após o lanche fui trocá-lo e coloquei uma cueca, abaixei e falei: “Filho, você já está crescendo e virando um rapaz. Então a partir de hoje você vai usar cuecas igual ao papai e quando quiser fazer xixi ou cocô vai avisar a mamãe tá?!” A resposta dele foi um jóia com a mão. Eu logo pensei, “Ou ele entendeu de verdade ou está só me fazendo de boba”. (risos)

Antes de iniciar esse processo, conversei com algumas amigas mamães e li vários métodos que prometem tirar fraldas de crianças. Inclusive um que promete tirar fraldas em 3 dias. E foi esse que comecei a tentar, pois conheço pessoas que o utilizaram e deu super certo. Ah…bem antes de começar a tentar, compramos um pinico que toca música quando cai alguma coisa dentro dele, super divertido (pelo menos eu achei o máximo… risos)! Fomos juntos, eu e Raul para comprarmos cuecas pra ele e já vinhamos colocando ele sentado no pinico as vezes quando íamos ao banheiro e ele ia junto, para já ir se familiarizando. O avô Lindão do Raul (meu pai) também já havia dado um redutor de assento sanitário para ele há um tempo atrás. Além disso preparamos o banheiro para que ele pudesse usar “sozinho” tudo ao seu alcance. Colocamos escadinha para ele subir e alcançar a pia, toalha na sua altura, etc.

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Bom, após a minha preparação psicológica e a nossa decisão (minha e do Rodrigo) de desfraldar o Raul iniciamos o processo. Sim, haverá de ter uma preparação psicológica para os pais, pois é limpar xixi e cocô o dia todo no chão e lavar cuecas a toda hora. No primeiro dia de tentativa todos os xixis e cocôs foram na cueca. Toda vez que ele fazia eu abaixava e dizia: “Filho, quando você for fazer xixi avisa a mamãe”, mas nada… (risos) e o dia se passou. Lavei 549562 vezes as cuecas dele e limpei isso tudo também de xixi pela casa. No segundo dia, eu juro que pensei em abortar a missão, pois ele não expressava nem um sinalzinho se quer que poderia largar a fralda. Mas pensei bem, preparei meu psicológico novamente para mais um dia de pano de chão e rodo na mão,  olhei pra ele e pensei “Poxa, mas ele só tem 21 meses” e resolvi dar mais uma chance e logo na segunda cueca do dia ele já começou a falar xixi quando estava fazendo. Ah, minha felicidade foi tanta que a vontade de prosseguir com o desfralde começou até a aumentar. No final do terceiro dia ele fez o xixi no vaso, sentado, mas fez. (Segundo a Encantadora de bebês até mesmo os homens devem ser iniciados a fazerem xixi sentados a principio. E fizemos uma festa!!! Quarto dia. Perceberam que o método de três dias aqui em casa não funcionou, né?! risos.. Talvez porque seria para começar aos 22 meses?! Não saberei dizer a vocês. (Alguém aqui tentou antes dos 22 meses e conseguiu utilizando esse método!? Escreva aí pra gente contando como foi.) Também escutei relatos e li bastante em blogs e repostagens dizendo que o desfralde em meninos é muito mais demorado. As explicações para isso tinham das mais diferentes possíveis entre elas a de o fato dos homens amadurecerem mais tardiamente nas questões psicológicas do que as mulheres, enfim… Após o lanche da manhã fomos ao banheiro e novamente ele fez xixi no vaso, e logo depois falou xixi de novo, eu o coloquei no vaso novamente e ele fez, para a alegria da mamãe aqui!!! Conseguiu fazer a soneca da manhã sem molhar a cama e o dia todo foi assim, tendo um escape somente de xixi durante todo o dia. Mas cocôs tiveram dois na cueca, mas vamos continuar aqui na batalha.

Estou seguindo o ritmo dele, sem pressa, sem cobrança, sem ficar com cara de triste ou brava, ajo naturalmente e abaixo TODAS as vezes na altura dele e falo, “Filho quando você quiser fazer xixi ou coco avisa a mamãe” e ponto, não falo mais nada a respeito. Se vai dar certo esse meu jeito, eu acredito que sim. Vi progresso desde o segundo dia e percebi que regras não existem, cada um tem seu tempo e seu ritmo. O que faz ter o sucesso é a persistência e a tranquilidade em que tratamos o processo. Espero em breve contar pra vocês que conseguimos de vez tirar as fraldas e sem recaídas que o que venho percebendo entre mamães que isso vem acontecendo muito.

Com amor,

Ana Maria.

A importância do brincar sozinho – por Marcelle Camargo.

Oi gente!

Meu nome é Marcelle, sou psicóloga, AINDA não sou mamãe e fiquei super feliz com o convite da Ana em escrever para o Fissurada na Maternidade. Esse “ainda” escrito acima, já é uma evolução, pois, comecei a pensar em ser mãe há pouquíssimo tempo. Sempre tive muito medo dessa responsabilidade enorme em formar um ser humano. Por não conhecer esse universo na prática, somente na teoria, peço que tenham um pouco de paciência se eu escrever alguma bobagem. Tenho certeza que aprenderemos muito juntas e, daqui uns anos, serei uma mamãe tão dedicada quanto vocês.

Brincar é um comportamento espontâneo da criança. Tente se lembrar da sua infância, das brincadeiras que gostava, das fantasias que criava. É importante relembrar de momentos como esses para entender a importância da brincadeira na vida de uma criança. Será que ela brinca somente quando pega um carrinho ou quando inventa histórias com uma boneca? Ou existem outras formas de brincar que nos passam despercebidas? Ao mudar objetos de lugar, esfregar as mãos na parede, jogar uma caneta para o alto ou brincar com animais, a criança explora o mundo ao seu redor através dos seus sentidos. Muitas vezes os pais as repreendem por considerarem que estão fazendo bagunça. É importante que os pais e educadores deem liberdade às crianças e estimulem a brincadeira, porque, assim, elas exteriorizam sua realidade interior, expressam sentimentos e emoções, aprendem a seguir regras, experimentam formas de comportamento, permite que elas solucionem problemas e descubram o mundo ao seu redor. Os pais se preocupam em tornar seus filhos pessoas responsáveis, equilibradas, atenciosas e se esquecem de que a brincadeira pode ser uma ferramenta que desenvolva essas qualidades.

É importantíssimo que os pais estimulem, apoiem e encorajem a criança a brincar sozinha, mesmo se ela tiver irmãos. Dessa forma, ela torna-se independente e autônoma e, os pais, têm tempo para fazer suas coisas sem serem interrompidos a todo instante. Li uma matéria onde uma mãe teve problemas com o seu segundo filho. Como ele sempre teve o irmão mais velho para brincar, não se acostumou a brincar sozinho. Quando o irmão fez quatro anos e foi para a escolinha, ele, com dois anos, não dava sossego para ninguém na casa, queria atenção o tempo todo e não gostava de ficar sozinho. A mãe sentiu-se culpada e ficou se perguntando o que poderia fazer para corrigir aquelas atitudes do filho mais novo. Foi então que teve a ideia de criar o “momento a sós”. Na verdade, esse momento já existia quando eles eram pequenos, e tiravam uma soneca depois do almoço. Depois de crescidinhos, eles deixaram de tirar a soneca, mas ficavam cada um em seu quarto, sozinhos, durante uma hora para fazer o que quisessem brincar, desenhar ou assistir desenhos. Era o momento deles e somente deles. Dessa forma, o filho caçula aprendeu a se desapegar das pessoas e descobriu que pode brincar sozinho e se divertir o mesmo tanto.

Espero que eu tenha ajudado vocês de alguma forma.

Um beijo,

Marcelle Camargo

Psicóloga – CRP04/37250

Contato: celle_camargo@yahoo.com.br

Brincar SOZINHO, por quê?

Bom dia!!!

Sabe quando vamos brincar com nossos filhos e começamos a falar assim “É assim que brinca, filho. Deixa eu te ensinar. Olha como faz.” ou “Filha encaixa esse quadrado aqui no quadrado. Ó, tá vendo, assim ó…” Se viram em alguma desses dois exemplos?! Pois bem, não somamos em nada quando interferimos na brincadeira dos nossos filhos. Muito pelo contrário, não deixamos que desperte o interesse natural que eles têm em explorar o brinquedo, impedimos que o cérebro programe um raciocínio e crie estratégias para brincar e inibimos até mesmo o desenvolvimento psicológico das nossas crianças ao “podarmos” esses interesses que podem ser despertados com a brincadeira.

A criança precisa brincar sozinha, para que além de desenvolver melhor suas habilidades de pensamento e raciocínio, desenvolva também sua auto confiança, seu auto conhecimento, sua autonomia, sua independência e sua imaginação. Uma criança capaz de brincar sozinha é muito mais centrada, tem controle maior de seus atos e se destaca das outras crianças no seu comportamento com a sociedade, ou seja, para a criança só há benefícios, e para os pais também. Sabe aquela hora que você precisa de um tempinho pra resolver alguma coisa que precisa estar em um estado de concentração máxima, quando quer assistir um filminho com o marido ou com a esposa, quando quer ler aquele livro que se encontra pela metade na mesa de cabeceira da sua cama ou quando quer somente tomar um BANHO?! Você consegue isso se acostumar seu filho desde cedo a se virar sozinho, usando sua imaginação.

Brincar sozinho não é sinônimo de autismo e nem de pena. Já fui obrigada a escutar uma pessoa dizendo que não deixava o filho brincar sozinho porque podia virar autista… Como se fosse possível alguém VIRAR autista. Meu Deus!!! Já também escutei de muitas pessoas assim “Que dó! Ele brinca sozinho?!”. Mas como complemento desse post, irei pedir para uma nova parceira do Fissurada na Maternidade que é psicóloga dizer para vocês os benefícios comprovados na área da Psicologia de se brincar sozinho, ok?! Mas por enquanto vai as minhas observações de mãe mesmo que tenho vivenviado aqui com o Raulzito.

Raul brinca sozinho desde bem novinho. Quando começou a engatinhar, deixávamos ele brincando e explorando seu quarto sem intervir. E desde então, sempre brinca com o que quer e do jeito que quiser. Quando precisa de ajuda ou quer que brinquemos com ele, ele pede. O que ganhamos com isso?! Uma criança extremamente detalhista, ele observa cada coisa que as vezes até nós mesmos não tínhamos observado em seus brinquedos por exemplo, usa a sua imaginação tornando objetos como escova de dente virando carrinhos e pente virando violão, quando está com outras crianças não tem problema em emprestar brinquedos, é atento as coisas a sua volta, aceita ordens (mas como toda criança está passando pelos seu terrible two… tema também para outro post… risos), é muito confiante, divertido (faz graça que é uma beleza!) e é super decidido. Já tem opinião formada, quando encasqueta com uma roupa por exemplo não há nada que mude sua ideia.

Não que meu filho seja mais desenvolvido do que outros, nós somente observamos coisas positivas ao incentivá-lo a se virar sozinho. Um momento de “paz” para nós pais também é merecido, e fazermos isso de uma maneira saudável para nossos pequenos é super válido. Pensem nisso…

Com amor,

Ana Maria Poças

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Os direitos da trabalhadora gestante

Questão corriqueira nas empresas, que causa dúvida às empregadas e empresários, diz respeito a situação legal da empregada gestante, principalmente quando esta é demitida nestas condições, motivo pelo qual vale a pena esclarecer alguns pontos.

Pois bem, o empresário somente pode demitir uma empregada gestante 5 meses após o parto da criança, com exceção apenas de haver uma infração muito grave, que ensejaria uma justa causa. Tudo isso está claro nos termos da lei, não havendo dúvidas no mundo empresário quanto a isso.

Ressalta-se ainda que, como a licença maternidade legal é, em regra, de 120 dias, quando a gestante voltar ao trabalho ainda restará um mês de estabilidade, devendo ser mantida no emprego pelo menos por este período. Infelizmente, na prática, sabe – se da frequência das empresas em noticiar a demissão logo após o período de estabilidade dependendo do tempo de duração desta.

A dúvida que ainda assombra as empregadas gestantes e até as empresas, gira em torno do marco inicial da estabilidade, ou seja, desde quando não pode haver demissão. Pois bem, atualmente não há dúvida de que a gestante tem estabilidade garantida no emprego desde a confirmação da gravidez (concepção da gravidez), sendo importante o aviso à empresa, motivo pelo qual é importante notificar o chefe o quanto antes para evitar transtornos.

A maioria das empresas alega que não há como conferir a estabilidade à empregada se desconhece que a mesma está grávida, sendo, portanto, passível de demissão.

O que deve ficar claro para as partes envolvidas, empresas e empregadas é que, para a justiça trabalhista, a data da confirmação da gravidez que a lei se refere é a data da concepção em si, ou seja, se uma empregada tiver dúvida acerca de sua gravidez e, ao procurar o médico no mês de maio, confirma que a concepção se deu em janeiro, por exemplo, a data início da estabilidade é o mês de janeiro, momento em que se teve a concepção do bebê.

Sendo assim caras leitoras, importante ter atenção nos detalhes descritos acima e procurar sempre o auxílio de um advogado devidamente habilitado para auxílio na relação trabalhista nestes momentos.

A exceção a essa regra de demissão sem justa causa é se a empresa resolver pagar uma multa de indenização correspondente. Na prática, muitos patrões pagam o tempo que falta para a mulher ficar em casa (até completar os cinco meses de estabilidade) e já avisam que ela não precisa retornar ao trabalho. Não há descumprimento da lei nesta hipótese.

É certo, portanto, que a data da concepção, mesmo aquela corrida em eventual aviso prévio, garante à trabalhadora a estabilidade provisória no emprego. Assim, se a rescisão do contrato de trabalho ocorrer por desconhecimento do estado gravídico por parte do empregador ou até mesmo da própria trabalhadora, o direito ao pagamento da indenização não usufruída está garantido.

Rafhael Camargo e Marcílio Vieira

Contatos:

rafael@camargoevieira.adv.br

marcilio@camargoevieira.adv.br

Site: www.camargoevieira.adv.br

Mais parceria

Bom dia, pessoal!

Após esse avalanche de textos lindíssimos em comemoração ao Dia das Mães, tenho mais notícias boas.

O Fissurada na Maternidade está com mais três parcerias de sucesso. E hoje falarei de uma delas que é com a Camargo & Vieira sociedade de advogados que é um escritório de advocacia atuante na área do Direito Empresarial.

Fizemos o convite ao advogado Rafhael Camargo, sócio do escritório juntamente com Marcílio Vieira. O Rafhael é especializado em Direito Trabalhista e Empresarial e o Marcílio em Direito Tributário e Trabalhista, eles prontamente se disponibilizaram a elaborar um post muito esclarecedor.

Com essa parceria teremos muitos posts relacionados aos nossos direitos de pais. Não é fantástico!? Eu mesma quando grávida ficava procurando sempre artigos que me esclarecia nas questões de direitos trabalhistas. E começa amanhã! Amanhã teremos o primeiro post deles sobre Os direitos da trabalhadora Gestante. Por isso, se você conhece alguma gravidinha que trabalha fora, corre e avisa ela pra passar aqui amanhã para conferir.

Com amor,

Ana Maria.

Eu, Ana Maria Poças, a mamãe do Raul.

Ser mãe é algo inexplicável! É amar tanto que chega a doer, é amar muito mais do que eu pensei ser possível amar um ser! É ver a continuação da sua vida, da sua história, da sua essência, de suas crenças, dos seus conceitos… É fazer de um novo SER, ser o seu melhor. É ter esperança de ter uma vida perfeita, com saúde, próspera, feliz, tudo o que você quer pra você em dobro para seu filho.

Pensando no meu Raul, tudo começa a fazer sentido, tudo se encaixa. Tudo o que passei para enfim dar a vida a esse serzinho, teve um propósito. Sou uma nova Ana Maria hoje, uma mulher, mãe, capaz de tudo por um ser tão pequeno e indefeso, mas que tem uma personalidade fortíssima. Ele só veio para acrescentar na minha vida, me fez enxergá-la com outros olhos, vivê-lá de uma forma diferente, dar valor às pequenas coisas e a peneirar o que realmente importa.

Mãe de ventre ou de coração, para mim ser mãe é se doar e não apenas gerar. Mãe é a que cuida, que ensina, que agradece por ser mãe, que sente alívio quando a tempestade passa, que fica acordada por causa de uma febre, que vai ao quarto do filho no meio da madrugada para ver se ele está respirando, que fica feliz com cada passo dado e com cada palavra que tenta sair por aquela minúscula boca, que acha o cheirinho do bafo de bebê a coisa mais gostosa que existe. Mãe é a que amamenta ou a que dá mamadeira, é a que sente ciúmes, que fica com saudade quando o filho dorme, que para de trabalhar para cuidar do filho ou que procura um novo emprego para dar o melhor para seu pequeno.

Mãe que é mãe, ama! Incondicionalmente! Cada uma com seu jeito de amar… incomparáveis!

Feliz dia das mães para todas! Para as que já são e as que serão! Mãe é mãe! E sempre será MÃE! E até mesmo aos papais que fazem o papel de mãe!

Te amo mãe! Te amo vó! Te amo Mari! E te amo, meu filho por ter me escolhido para ser sua mãe! Gratidão imensurável!

Com amor,

Ana Maria.

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Bisvovó Lulu 😊

Olá,

Meu nome é Maria de Lourdes, tenho setenta e três anos, quatro filhos sendo dois casais.

Casei-me com dezenove anos, tive a primeira filha com vinte anos, foi parto normal. Ela nasceu em casa com parteira; era pequenina, mas eu não tinha passagem; então a parteira deu dois piques com a tesoura, um de cada lado, era e é até hoje uma linda mulher. O segundo foi homem, também nasceu em casa com a mesma parteira, parto normal, este foi mais tranquilo. Lindo. O terceiro também com a mesma parteira, em casa, ele já foi uma criança maior, mas o parto foi tranquilo. Naquela época, tinha que guardar quarenta dias, seguir seriamente o resguardo; não podia lavar a cabeça, comer comida normal, era só sopa de galinha, não podia subir ou descer escadas e muitas outras coisas.

A quarta filha nasceu em BH, pois eu já morava aqui. Sou de Caratinga, MG. Ela nasceu no Hospital e Maternidade São José, também foi parto normal e tranquilo. O médico ficou admirado com a tranquilidade dos outros partos. Graças a Deus os meus filhos nasceram com saúde.

Agora tenho quatro netas e dois bisnetos que aumentaram mais e mais o meu orgulho de mãe, avó e bisavó. Tenho uma família muito linda.

“Obrigada, meu Deus”.

Maria de Lourdes Gonçalves Ribeiro.

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PS: Pedi a vovó que escrevesse um relato para colocar no Blog contando da vida dela, como foi ser mãe, avó e agora bisvovó… e ela depois de alguns dias veio com esse caderno (foto abaixo) dizendo assim: “Não sei se era isso que você queria mas foi assim a minha história”. (risos) Como não ser apaixonada por ela!? Dedicou a vida inteira pelos filhos e pelos netos, se ausentou da sua própria vida para dedicar a família… Coisa linda e prova de amor maior não há! Meu bisavô perguntou para minha avó se ela queria se casar ou estudar, e adivinha o que ela escolheu!? Casar!!! E foi assim que começou a história dessa família. 😄

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Só mais uma foto pra família relembrar os velhos tempos… 😍😨