#mamãefonoaudióloga: Areia comestível para brincar

Bom dia!

A areia é uma ótima pedida para atividades com estímulo tátil cinestésico e eu sou louca nesses facilitadores nas minha atividades. Então, hoje vamos fazer uma receita de areia  comestível, ideal para os pequenos “bem pequenos” que adoram colocar a mão suja na boca.

O primeiro passo é adquirir os ingredientes, que são:

  • 8 copos de farinha de trigo
  • 1 copo de óleo de soja
  • Anilinas comestíveis a base de óleo para dar cor a areia

Depois disso, basta misturar tudo e separar as porções para fazer a areia com as cores desejadas. Simples né!? O Raul adorou e brincou até por aqui! Ele não quis colorir sua areia, porque queria uma areia como a da praia. risos… Ah! O corante tem que ser a base de óleo pois se não for a areia não colore por já termos utilizado o óleo para dar liga na receita.

Com amor,

Ana Maria Poças.

Ps.: Se vocês quiserem uma areia cheirosa (sem ter o cheiro do óleo de cozinha) basta trocar óleo de soja por óleo de corpo. Porém, ela passará a não ser comestível.

#mamãefonoaudióloga: lateralidade

Bom dia!

Hoje vamos conversar sobre a lateralidade. Uma habilidade essencial para o desenvolvimento psicomotor e para o desenvolvimento da aprendizagem.  A lateralidade é a capacidade de se vivenciar as noções de direita e esquerda sobre o mundo exterior. Ou seja,  é o domínio de um lado do corpo sobre o outro. Vocês já repararam que a maioria dos nossos pequenos são ambidestros?! Utilizam as duas mãos da mesma forma. Apesar de ser congênita, ela não surge de forma súbita, mas sim aos poucos. A habilidade de lateralidade é desenvolvida quando ainda somos pequenos por volta dos 6 aos 8 anos de idade.  Nessa fase é que as crianças começam a desenvolver maior habilidade em uma das mãos em suas atividades, principalmente as escolares, onde vão acompanhando o desenvolvimento cognitivo e as práticas relacionadas à psicomotricidade. Com esta habilidade conseguimos uma boa escrita, a orientação espacial e temporal por exemplo.

Agora que sabemos o quão importante é a lateralidade e o porquê de estimula-lá, separei algumas dicas de brincadeiras onde o objetivo de estimular a lateralidade está presente.

  1. Com balões entre as pernas, peça a criançada que se movimente de um lado para o outro, estimulando o conhecimento de direita, esquerda, para frente e para trás.54e49b24302b70b84d418fefaabc30ca
  2. Algumas argolas e figuras de pés coloridos que são distribuídas aleatoriamente formando um guia onde os pequenos deverão seguir as pegadas pulando com os pés juntos ou separados. Essa atividade é riquíssima para estimular a coordenação motora grossa, a lateralidade, raciocínio lógico, sequência etc.0364782d8b5e9e99a27ae668492c344a
  3.  Um balão pendurado em um barbante e a sua criatividade, só isso basta para criar uma brincadeira bem interessante e cheia de estimulação. Vá solicitando que a criança coloque a mão direita no balão, depois o pé esquerdo… e por aí vai…3149ee3478aeb53e437bf7b2b688950e
  4. Treinando a coordenação motora grossa, a lateralidade e estimulando o conhecimento dos números… com essa atividade você consegue tudo isso! Basta um giz para proporcionar todo esse conhecimento. A diversão é garantida! Para os pequenos mais crescidinhos e que estão em fase de aprender a fazer contas matemáticas, você pode ir ditando os cálculos e eles devem pular para a resposta certa.6102191c97ec98a0b474aaffb1478964
  5. Para treinar a lateralidade e ainda estimular o conhecimento de peso, que tal uma balança improvisada com um cabide de roupas e dois vasinhos de plantas vazios!?

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Espero que vocês se divirtam assim como eu e o Raulzito. Nós adoramos “atividades estimuladoras”, como chamamos por aqui.

Com amor,

Fga Ana Maria Poças.

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Ps.: Fotos ilustrativas do aplicativo Pinterest. =D

DIY – Cabeceira de cama

Bom dia!

O DIY de hoje será uma cabeceira de cama. A nossa cama é queen size mas, você pode adaptar as medidas e fazer para cama que você quiser.

Para fazer utilizamos:

  • Uma placa de madeirite de 9 mm com 2.20 m de comprimento e 1.10 m de largura (R$ 37.00 já com o corte)
  • 2 metros de pano (o que escolhemos era R$ 42.00 o metro). Pode ser o tecido que você quiser.
  • 1.80 metros de espuma (a que escolhemos saiu por R$ 27.50 o metro). A espuma tinha cerca de um dedo e meio de espessura.
  • Grampos e grampeador para estofamento
  • Tachas para estofado (R$ 12.50, um saco com 100 tachas)

Quando compramos o madeirite já solicitamos que cortassem duas faixas de 20 centímetros cada na largura para ficarmos com o comprimento de 1.80 cm e 1.10 cm de largura. Chegamos em casa e tudo já estava praticamente no jeito de montar, só mesmo juntar as partes. Fixamos as duas faixas de 20 cm na parte de trás da cabeceira para ela não ficar direto na parede e ter um espaço para arejar. Após isso, colocamos a espuma e o pano, lembrando de esticar sempre ao grampear para não dar rugas na frente. Resolvemos não fixar a cabeceira na parede por enquanto, vamos pintar a casa esse ano e resolvemos fazer isso somente depois da pintura, por isso o Rodrigo colocou dois pés provisórios de madeira medindo 32 cm cada, somente para dar a altura que gostaríamos da nossa cabeceira. Confesso que estou na dúvida se vamos fixá-la ou não porque deu super certo dessa forma, devido à praticidade de movimentar a cabeceira para limpar. Vou pensar ainda no assunto… risos.

Após colocar os pés na cabeceira e posicioná-la na parede, foi a vez de fazer a técnica Capitonê no nosso estofado. Utilizamos tachinhas para estofamento e um martelo para colocá-las. Não é uma tarefa muito fácil, a de colocar as tachinhas! Muitas entortam e quebram quando o martelo bate. Para conseguir o resultado da técnica você utiliza a distância entre as tachas que você preferir, nós fizemos de forma mais espaçada.

 

Eu adorei o resultado! E estamos nos preparando para a do Raulzito, que já solicitou a sua de surper-heróis… risos.

Sugestão:

– Opte por um madeirite de espessura maior ou um MDF, porque o nosso madeirite deu uma pequena empenada… risos. Não significou tanto na estética, mas aconteceu e ficou de experiência para o próximo projeto.

Com amor,

Ana Maria.

 

#mamãefonoaudióloga: Pote da calma

Bom dia!

Mais um facilitador vindo do Método Montessoriano (o método o qual sou fascinada), o Pote da Calma. Hãm?! Como assim Pote da Calma, Ana?! Bem, aposto que muitos aqui já ouviram falar ou leram alguma chamada nas mídias sociais sobre o assunto. Queria deixar bem claro que isso é beeeem antigo… E é claro que eu não iria deixar de dar a minha explicação aqui no blog sobre o assunto, já que se tornou “moda”. =D

Pois bem, o termo vem do inglês Calming Jar que chegou aqui e já foi abrasileirado como o Pote da Calma. O Calming Jar, ou Pote da Calma, nada mais é do que um pote com água brilhante, que quando seu pequeno está tendo uma crise de briga ou de choro, você apresenta a ele o tal pote com o intuito de acalmar a “fera”. O efeito do brilho chama a atenção do pequeno trazendo-o de volta para o momento do agora. A explicação no Método Montessori é que o objeto ajuda a criança a ficar tranquila para conseguir escutar o que os pais ou os professores têm a dizer, sendo utilizado em momentos nos quais a criança precisa de alguns minutos para se acalmar e transmitir os seus sentimentos para as outras pessoas. Mas há também uma explicação neurológica: enquanto a criança segura o pote e observa a queda do brilho, ela consegue organizar e centralizar o sistema nervoso, como seus batimentos cardíacos aceleram quando há respiração rápida no momento da crise, a queda lenta do glitter/brilho é capaz de proporcionar um modelo visual para que inconscientemente esses sejam desacelerados. Mas eu, ainda o vejo como um estimulador da parte sensório motora, principalmente a visual. Dessa forma, podemos abusar da nossa criatividade para trabalhar as cores, os tamanhos e etc. Para fazê-lo basta usarmos potes de tamanhos e formas diferentes.

Vamos ao passo a passo para fazer o seu facilitador em casa e tentar trazer a calmaria para seus pequenos nos momentos de estresse. Vamos precisar de:

* 1 pote de vidro com tampa; (Eu sugiro utilizar um pote de plástico para evitar acidentes. Eu e Raul fizemos com um de plástico, desses de maionese. Super sustentável!);

* 2 colheres de sopa de cola glitter; (Cada vidrinho de cola glitter me saiu por R$2,00)

* 3 colheres de chá de purpurina. (Um saquinho com 100 g custou 4,00 reais)

* Corante de alimentos. A quantidade é até você conseguir a cor que deseja. (O corante custou R$ 4,50 o potinho)

* Água quente – a quantidade de água vai variar de acordo com o tamanho do pote que você escolheu. O importante é que você deve deixar um espaço vazio na parte superior do vidro, para poder agitar o líquido.

* Fita adesiva para selar a tampa do vidro.

Para fazer, você deverá colocar no vidro a água quente e a cola glitter, mexendo bem até que o glitter da cola se misture com a água. Adicione a purpurina e misture novamente. Coloque algumas gotas de corante alimentício e feche bem a tampa do pote. E pronto! Seu lindo pote colorido e brilhante está pronto para ajudar!

Eu e Raul fizemos o nosso Pote da Calma. Eu optei pela cor azul, pelo fato desta cor proporcionar tranquilidade aos ânimos e acalmar a minha “ferinha” aqui.

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Com amor,

Ana Maria.

PS.: Disponibilizamos um vídeo no nosso Instagram para se ter uma noção melhor de como ele funciona. 😊 AH! Cuidado com a quantidade de corante, se ficar muito escuro o glitter não aparece direito.

DIY – cama do Samuca

Olá pessoal!

Dessa vez o DIY (Do it yourself) trata-se da caminha que meu cunhado fez pro Samuel. Ele fez uma versão diferente do que fizemos pro Raulzito, mas ainda seguindo os princípios do Método Montessoriano que visa a mobilidade e a independência da criança. O resultado ficou muito lindo, vem ver!

Vocês podem conferir o projeto a partir dessas fotos abaixo que ele mesmo desenhou e tirou a foto pra gente. 

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Ele comprou a madeira de cor natural, Pinus e deixou ela assim mesmo, só tomou o cuidado de lixá-la e arredondar as bordas para não machucar o Samuel. Depois disso ele juntou as partes com parafusos e optou por não colocar rodinhas na cama. Para o estrado, vocês podem seguir o mesmo modelo que fizemos para a cama do Raul, já que a cama foi feita com a mesma medida.

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O resultado foi esse! Não ficou muito fofa?!

Com amor,

Ana Maria.

DIY – Mesa de Pallets

Olá pessoal!

Aqui em casa estamos na onda da sustentabilidade e até nos móveis estamos colaborando com o meio ambiente. O Rodrigo como é gastrônomo, sua paixão é por fogões. E o nosso é um gigante fogão industrial (herdado da minha avó). Como a nossa casa é uma espécie de Loft, ao se abrir a porta de entrada o visitante dava logo de cara com o fogão e isso me incomodava bastante… Foi aí que comecei a procurar soluções para esse “detalhe” em aplicativos de decoração, quando vi mesas de pallets e logo pensei: “Por que não fazer uma mesa de pallets acoplada ao fogão?!” Melhoraria esteticamente a primeira visão da casa, teria a função de apoio para quando o Rodrigo estivesse cozinhando além de ficar mais prático para receber os amigos já que todos acabam ficando perto do fogão mesmo.

Foi assim, então, que o Rodrigo amadureceu a minha ideia e a colocou em prática. Pegamos dois pallets que têm a medida de 1,00 x 1,20 cm e fomos adaptando ao tamanho do fogão.

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Claro que Rodrigo teve uma ajuda importantíssima nesse projeto. Se vocês perguntarem quem fez a mesa, Raul fala: “Raul e papai!”.

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A parte de cima da mesa (um dos pallets) foi fixada de um lado no fogão e do outro no outro pallet, que foi colocado na horizontal servindo como o pé da mesa. Para a fixação utilizamos 4 mão francesas.

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Após isso, lixamos e envernizamos a mesa. Ainda vamos passar mais uma demão de verniz e depois colocaremos um vidro na parte de cima para a gordura das coisas que cozinhamos não grudar na madeira. E também para ficar mais fácil de limpar.

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O resultado ficou assim:

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Material usado:

  • 2 Pallets
  • 4 mãos francesas
  • Parafusos e pregos
  • Lixa
  • Verniz

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Em breve, faremos um novo projeto para o quarto do príncipe Raul que já está crescendo e quase não cabe mais na caminha dele. Inclusive a mini cama do Raul fez parte do nosso primeiro episódio do DIY (Do It Yourself) e você pode conferir no link:

(https://fissuradanamaternidade.com/2015/02/27/diy-cama-do-raulzito/). Aguardem!!!

Com amor,

Ana Maria.

DIY – Cama do Raulzito

Bom dia!!!

Hoje será o nosso primeiro DIY (Do It Yourself ou Faça Você Mesmo) e será sobre a cama baixinha que o papai e o padrinho do Raul fizeram.

Esta cama foi planejada após o episódio do Raul ter caído do berço ao escalá-lo aos nove meses recém completados. Ele ficava em pé balançando na grade do berço, ia de um lado para o outro mas, nunca pensei que ele fosse escalá-lo com essa idade. Mas subestimei meu filho e como as crianças nos surpreendem sempre, foi o que aconteceu. Foi coisa de segundos… eu estava ao lado dele, separando as roupas que ficava na cômoda ao lado do berço, pois estava na hora do banho e quando olhei para o lado ele já estava de cabeça para baixo, já caindo. Consegui segurá-lo pelos pés mas mesmo assim bateu a cabeça no chão. Graças a Deus não foi nada de mais, só mesmo um belo galo na cabeça e serviu para ligar o alerta da mamãe aqui avisando que o berço já não era mais seguro para ele.

Um belo sábado, os Rodrigo´s* daqui de casa sentaram e fizeram o projeto da cama. Eu como sou adepta do método Montessoriano (Nesta hora bateu um arrependimento de ter comprado o berço… juro que no segundo filho, esse item não existirá no quarto… risos…) queria algo que pudesse dar ao Raul uma certa independência. Desta forma, a minha única exigência era que a cama fosse bem baixinha. Então vai ai pra vocês o projeto executado. Começaremos pelo material utilizado:

– 1 Placa de MDF branco

– Parafusos de 5 mm

– Ripas de madeira para o estrado de 0,3 cm X 0,1 cm

– Ripas para segurar o estrado da cama de 0,2 cm X 0,2 cm

– Fita adesiva para acabamento na cor branca

– Quatro rodinhas (opcional)

– 8 braçadeiras de 0,5 cm

Quando eles compraram a placa, já pediram que a cortassem nas medidas que iriam precisar, facilitando assim a execução do projeto, e o preço também não mudaria tanto. Então foram assim os cortes:

– Dois cortes de 1,35cm X 0,30cm que seriam as laterais

– Um de 0,75cm x 0,15cm que seria o pé da cama

– Um de 0,75cm x 0,30cm que seria a cabeceira

Ao chegar em casa, os Rodrigo´s só precisaram de fazer o corte onde seria a parte mais alta da lateral da cama, que serve como proteção para que a criança não role da cama.

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O próximo passo, foi fixada uma ripa de 1,20 cm X 0,2 cm nas duas partes iguais que seriam as laterais da cama, para apoiar o estrado da cama e impedir que ele caia.

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Após fixado as ripas, foi a hora do acabamento da parte de cima da cama. O MDF só tem a cor branca na parte de cima e na de baixo, como fica na cor de madeira é interessante colar a fita de acabamento com cola de contato para que o acabamento fique bacana.

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Passa-se cola de contato nas madeiras e na fita. Aguarde um pouco e é só colar para dar o acabamento.

Agora é só juntar as partes da cama. Para fixar as quatro partes foram usadas oito braçadeiras nas quinas da cama. Foi usada a cor branca para que esteticamente ficasse mais bonitinha. As braçadeiras também evitam que a cama fique balançando,com aquele barulhinho chato de rangido.

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Para fazer o estrado eles compraram três ripas de madeira e cortaram em  15 pedaços de  71 cm. E pregaram em duas ripas que ficaram por baixo, para dar sustentação às ripas que ficaram na vertical. A distância entre as ripas foram de 7 cm.

Pronto, agora é só colocar as quarto rodinhas, o estrado e o colchão. O colchão é o mesmo que eu usava no berço padrão americano.

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Resultado final. Não ficou um arraso!? =D

Ah, já ia me esquecendo… o preço total do projeto ficou em mais ou menos R$ 200,00.

Beijos.

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*Rodrigo´s porque o papai e o padrinho do Raul chamam Rodrigo… risos… Coincidência, né?! Eu e minha irmã temos maridos com o mesmo nome, que por sinal são amigos desde infância!!!