DIY – Cabeceira de cama

Bom dia!

O DIY de hoje será uma cabeceira de cama. A nossa cama é queen size mas, você pode adaptar as medidas e fazer para cama que você quiser.

Para fazer utilizamos:

  • Uma placa de madeirite de 9 mm com 2.20 m de comprimento e 1.10 m de largura (R$ 37.00 já com o corte)
  • 2 metros de pano (o que escolhemos era R$ 42.00 o metro). Pode ser o tecido que você quiser.
  • 1.80 metros de espuma (a que escolhemos saiu por R$ 27.50 o metro). A espuma tinha cerca de um dedo e meio de espessura.
  • Grampos e grampeador para estofamento
  • Tachas para estofado (R$ 12.50, um saco com 100 tachas)

Quando compramos o madeirite já solicitamos que cortassem duas faixas de 20 centímetros cada na largura para ficarmos com o comprimento de 1.80 cm e 1.10 cm de largura. Chegamos em casa e tudo já estava praticamente no jeito de montar, só mesmo juntar as partes. Fixamos as duas faixas de 20 cm na parte de trás da cabeceira para ela não ficar direto na parede e ter um espaço para arejar. Após isso, colocamos a espuma e o pano, lembrando de esticar sempre ao grampear para não dar rugas na frente. Resolvemos não fixar a cabeceira na parede por enquanto, vamos pintar a casa esse ano e resolvemos fazer isso somente depois da pintura, por isso o Rodrigo colocou dois pés provisórios de madeira medindo 32 cm cada, somente para dar a altura que gostaríamos da nossa cabeceira. Confesso que estou na dúvida se vamos fixá-la ou não porque deu super certo dessa forma, devido à praticidade de movimentar a cabeceira para limpar. Vou pensar ainda no assunto… risos.

Após colocar os pés na cabeceira e posicioná-la na parede, foi a vez de fazer a técnica Capitonê no nosso estofado. Utilizamos tachinhas para estofamento e um martelo para colocá-las. Não é uma tarefa muito fácil, a de colocar as tachinhas! Muitas entortam e quebram quando o martelo bate. Para conseguir o resultado da técnica você utiliza a distância entre as tachas que você preferir, nós fizemos de forma mais espaçada.

 

Eu adorei o resultado! E estamos nos preparando para a do Raulzito, que já solicitou a sua de surper-heróis… risos.

Sugestão:

– Opte por um madeirite de espessura maior ou um MDF, porque o nosso madeirite deu uma pequena empenada… risos. Não significou tanto na estética, mas aconteceu e ficou de experiência para o próximo projeto.

Com amor,

Ana Maria.

 

Introdução do tema adoção – Uma abordagem diferente

Bom dia!

Para ajudar aos papais que estão passando pelo processo de adoção, para professores, cuidadores e para todos que vêem a real necessidade da inserção do tema na vida dos pequenos, reuni algumas opções de filmes que são destinados aos pequenos e que abordam o tema em questão. Eu acho ótimo introduzir de forma lúdica para que eles entendam e formem a própria concepção do que significa. Vamos lá:

Filmes:

  • Superman
  • Batman
  • Homem-aranha
  • Megamente
  • Meu malvado favorito (Um dos meus favoritos!)
  • O bom dinossauro
  • Kung Fu Panda
  • Mogli o menino Lobo
  • O paizão
  • O pequeno Stuart Little
  • O príncipe do Egito
  • Tarzan
  • O pestinha
  • Matilda
  • Lilo e Stitch
  • Free Willy
  • Bernardo e Bianca
  • O pestinha
  • Tartarugas Ninjas

Nesses exemplos que citei, a adoção aparace de forma direta ou indireta na história mas em todas elas o assunto é abordado positivamente. Até mesmo no “Meu malvado favorito” em que Gru adota as três irmãs (Margo, Agnes e Edith) a principio para realizar seu plano, mas que no fim das contas acaba por se apaixonar pelas meninas. Eu acredito ser muito interessante fazer essa conexão com filmes, pois é um meio em que eles se sentem confortáveis. Além disso, qual criança não gostaria de ser como o Superman… risos…

Como estamos fazendo por aqui?! Nós assistimos juntos e quando passa alguma cena a gente faz uma ligação com a nossa vivência. E no decorrer dos filmes a gente conversa sobre o assunto de forma suave e positiva. Penso em fazer dessa mesma forma quando a nossa filha estiver com a gente. Vamos fazer o mesmo trabalho com ela, assim como estamos fazendo com o Raulzito.

Espero que esses filmes sejam facilitadores de introdução do tema para os seus pequenos também.

Com amor,

Ana Maria.

 

 

 

 

Prêmio Dardos

Bom dia!

O nosso blog foi indicado ao Prêmio Dardos pelo blog Cara de Cotia que conheci a pouco tempo mas que já não saio de lá. Vale a pena vocês conferirem! Aborda a maternidade de uma forma bem gostosa!

Pois então, o que é o Prêmio Dardos?!

O Prémio Dardos é uma espécie de selo virtual criado em 2008 pelo escritor espanhol Alberto Zambade, autor do blog Leyendas de “El Pequeño Dardo” El Sentido de las Palabras. O autor selecionou e indicou o selo a quinze blogs que ele considerou que mereciam o prêmio e esses por sua vez, indicaram outros 15 e assim sucessivamente. Isso fez com  que fosse criado uma imensa corrente na internet.

Mas pra quê tudo isso?!

O objetivo do Prémio Dardos é reconhecer o esforço dos autores dos Blogs de cada dia, onde procuram transmitir princípios culturais, éticos, literários, pessoais etc, usando muita criatividade expondo seus pensamentos nos textos.

Para indicar e receber o prêmio temos algumas regras que são:
1.
Indicar os blogs que preencham os requisitos acima para receber o prêmio;
2. Exibir a imagem do selo;
3. Mencionar o blog de que recebeu a indicação e pôr o link dele;
4. Notificar os blogs escolhidos.

Então vamos a minha indicação:

Cara de Cotia

Ideianutri

Sobre Adoção

Diário da Inclusão Social

 Pitacos e Achados

Viver sem pressa

Casuísmo

Fabulônica

Mãe com escolha

Mommy´s Belly

Sobre Sofia

Radhazen Pai e Filhos

Vira Páginas

Arrumei as malas e parti

Devaneios da Lua

Gostaria de agradecer a todos os leitores do nosso blog que fazem com que os meus textos alcancem, auxiliem e inspirem o maior número de pessoas  e ao meu Raulzito, pois sem ele o blog não teria nenhum sentido, eu não teria descoberto a minha melhor parte, a de ser mãe! Amo você filhote!

Com muito amor e muita gratidão,

Ana Maria.

Dicas FnM – Zoológico de BH/MG

Bom dia!

Hoje falaremos de um lugar que Raul, o vovô Serginho e eu amamos… risos… O zoológico de BH! Vovô Serginho é biólogo e trabalhou por algum tempo no zoo quando ainda estava na faculdade e desde que me lembro da minha infância ele levava minha irmã e eu  de bicicleta para passearmos por lá. Então, Mari (minha irmã) e eu desde que os nossos pequenos nasceram seguimos com esse costume de irmos lá passear. Raul e Samuca adoram! Raul pede sempre para ver o elefante e a girafa. (Na última vez que ele foi voltou com a notícia de que a girafa havia morrido…)

Quem não conhece o zoo daqui de BH é a terceira maior área verde pública da capital, com 1.8 milhão de metros quadrados onde temos além dos bichos, aquário com peixes da Bacia do Rio São Francisco, Jardim Botânico e Jardim Japonês. O zoo se localiza na avenida Otacílio Negrão de Lima, 8000, Pampulha e  funciona de terça a domingo das 08:30 às 16:00 horas. Se você for pela parte da manhã pode acompanhar os cuidadores alimentando os bichinhos. É muito fofo! Vale a pena conferir.

Quero deixar aqui nesse post uma observação para os papais e cuidadores de crianças que vão ou pretendem ir a esse passeio, cuidem de suas crianças! Estabeleçam e ensinem os limites. Existem regras que devem ser respeitadas, para a preservação dos animais e da criança. Os animais estão em grande desvantagem por estarem presos e fora do seu habitat natural, logo merecem respeito. Nada de jogar comida, lixo, gritar em frente os bichos, tentar escalar as grades de proteção… enfim, o que eu já vi e já presenciei é de ficar envergonhado com a situação. Nós adultos somos exemplos para a criança e nós devemos ensinar o certo e o errado. Respeito é bom e todos gostam, até os animais. Podem apostar!

Com amor,

Ana Maria.

A preparação do Raul para a chegada da irmã

Bom dia!

Quem ainda não sabe e não está por dentro do assunto… Rodrigo, Raulzito e eu vamos adotar uma menina. Desde que começamos com o processo, aliás antes mesmo de começarmos, já vínhamos conversando com Raul a respeito de irmãos. Nunca o escondemos nada e sempre falamos muito diretamente com ele, como se estivéssemos conversando entre adultos, explicando e o envolvendo com o assunto.

Para que ele possa entender o que realmente é uma adoção, inserimos esse tema de forma lúdica mostrando em forma de filmes, contando histórias e criando situações para que ele possa entender o que realmente significa. Em breve postarei uma lista de filmes e livros que estamos utilizando aqui com o Raulzito e que pode servir para a inserção do tema para os pequenos. Acredito ser de suma importância não só para pais adotantes, mas para qualquer criança, para que ela entenda que isso existe e que faz parte do processo de construção da família. Acredito também que a inserção dos pequenos no tema adoção na infância possa melhorar o preconceito que ainda assombra a população. Eu também utilizei um facilitador que foi a adoção de animais e acho que esse exemplo foi bem bacana e palpável para que ele compreendesse o assunto. Pelo que conversamos com o Raul e vemos nas ações e na fala dele, ele entendeu  o que é e até participa das conversas, dando sua opinião… risos. Ele é uma criança que dá pitaco em tudo! Às vezes quando estamos, Rodrigo e eu, conversando ele vem lá de dentro do quarto falando alguma coisa sobre o que estamos conversando. Deu palpite até na idade da irmã usando a seguinte frase “Mamãe bebê não! Quero ela para brincar comigo!” Como já estamos acostumados com ele e seus palpites… risos… olhamos para ele e falamos, “Tudo bem filho, também preferimos que ela venha maior”. A cada passo do processo nós sentamos e conversamos. No dia da visita da assistente social aqui em casa, quando a campainha tocou ele me perguntou “Mãe é a moça que vai trazer minha irmã?” Além desse cuidado de o inserirmos em tudo, procuramos sempre estar estimulando ele a imaginar situações quando a irmã estiver entre a gente, como quando estamos passeando de carro falamos “Raul onde a sua irmã vai sentar quando tiver passeando com a gente de carro?” ou quando falamos em assistir algum desenho animado ele escolhe o que ele quer e eu logo em seguida pergunto qual desenho ele acha que a irmã vai gostar de assistir etc. Conversamos também com a família e amigos para sempre que puderem colocar o assunto adoção e irmã nas conversas com o Raul, assim acredito estar sendo uma contribuição de grande valia para a preparação dele. Este fim de semana passado, ele nos surpreendeu quando estava brincando com uma moto elétrica que ele tem. Ele estava dando voltas aqui pela sala de casa quando parou a moto perto de mim e falou “Mamãe quando a minha irmãzinha chegar eu vou andar de moto junto com ela. Ela vai sentar aqui na ´minha trás` e eu vou dar muitas voltas com ela.”

Penso estarmos fazendo um bom trabalho. Muitas pessoas me questionam se eu não tenho receio dele ter ciúmes quando ela chegar. Claro que tenho! Mas pelo que vejo isso é comum. Assim como acontece com irmãos biológicos. A minha maior preocupação era ele não entender o que era adoção e esse assunto já está bem resolvido por aqui. Agora é esperar e ver a reação dos dois quando se verem e essa é a nossa maior ansiedade. Vai ser um dia muito almejado por nós três. Estamos confiante que tomamos a decisão certa e que a nossa família só tem a ganhar com a chegada dessa nova integrante que esta sendo muito esperada e que receberá todo o nosso amor!

Com muito amor,

Ana Maria.

Artes Marciais para crianças

Bom dia!

Desde que Raul completou 2 anos e 3 meses percebemos que ele já estava com uma necessidade de interação maior com outras crianças além de desenvolver algumas virtudes como a disciplina e o respeito. Como ainda achava cedo demais para colocá-lo em uma escola e ainda não tinha decidido nem qual método ele iniciaria sua vida escolar, optamos por uma atividade que ele tivesse que ir pelo menos duas vezes por semana, que tivesse convivência com outras crianças e que abordasse algumas dessas virtudes que buscamos para ele.  Também tivemos o cuidado de observar o que ele mais gostava e tinha interesse, porque a atividade para a criança tem que ser prazerosa. Ele ama luta, desenhos com Samurais e super-heróis, logo, pensamos em alguma arte marcial.

Fui em busca de escolas que aceitassem crianças pequenas com menos de 2 anos e meio e não foi uma tarefa fácil, a maioria das escolas aceitam crianças maiores de 4 anos. Consegui uma escola no bairro Ouro Preto em BH que se chama Full House. Foi lá que matriculamos Raulzito desde fevereiro desse ano e não pretendemos tirá-lo, a não ser por vontade dele. O professor tem um carinho tremendo com as crianças e uma percepção fantástica do que cada um dos seus alunos precisa. As aulas são super lúdicas e as crianças são super estimuladas. As aulas acontecem duas vezes por semana com duração de 40 a 50 minutos, dependendo do rendimento da turminha. Os benefícios que nós, pais do Raul buscamos com as artes marciais são: melhoria e desenvolvimento da coordenação motora, raciocínio, interação, respeito ao próximo, disciplina e autocontrole. Eu percebo que as aulas são muito mais que isso, ao meu olhar de terapeuta vejo o professor trabalhando também outras habilidades como lateralidade, coordenação motora grossa e fina, equilíbrio, cores, linguagem, audição, raciocínio, lógica, perseverança, concentração…  Se você sentar para assistir as aulas sai com uma folha de habilidades que foram trabalhadas.

As aulas do Raul ainda não são definidas em modalidades como Karatê, Taekwondo, Judô… A modalidade dele chama Introdução as Artes Marciais. O professor, mais pra frente, vai indicar com a ajuda do aluno em qual modalidade ele se encaixará melhor, ou seja, juntos decidirão se vai praticar  Judô, Taekwondo, Karatê etc. A torcida do pai é para que ele goste do karatê, já a minha é que viva nesse universo dos Samurais. Sou fã mesmo da filosofia e do estilo de vida que fazem parte desse universo. O meu desejo é que o Raul se torne um homem do bem, com respeito ao próximo, com autocontrole e disciplinado.

Com amor,

Ana Maria.

 

Dentes X Fissura Labiopalatina

Bom dia!

Desde que Raul nasceu eu fazia uma higiene oral nele bem minuciosa por causa da fissura. Após as mamadas eu enrolava uma gaze no dedo indicador e a embebia com água filtrada e limpava a língua e as narinas dele, fazia isso sempre para evitar a proliferação de bactérias. É legal deixar claro que esse costume que eu tinha deve ser feito em todos os bebês, não somente em bebês com fissuras. Os dentinhos foram nascendo e passei a escovar com escova e pasta dental. Há  um tempo atrás eu escrevi um post sobre Higiene Oral das crianças  explicando  o que usava e a importância de se fazer. Com já quase três anos completos, meu marido e eu achamos importante que a visita ao dentista acontecesse para nos dar um norte sobre o assunto e foi então que o levamos a sua primeira consulta.

Raul tem todos os dentes exceto um no lado que a fissura acometeu a gengiva e possui algumas manchinhas nos dentes próximos à fissura. Levamos ele ao consultório da minha amiga ortodontista Paloma Marques (que também já escreveu para gente aqui no blog sobre Cuidados orais na infância) e com experiência no assunto fissura labiopalatina. No primeiro momento Raul ficou meio ressabiado e assustado com todo o equipamento que havia na sala mas logo começou a brincar com a cadeira que subia e descia, com o jatinho de vento e com a água girando na pia ao lado e então ficou mais a vontade… risos. Deixou a tia Poma olhar a boquinha e fazer os procedimentos necessários para uma primeira visita ao dentista.

As minhas dúvidas quanto a dentição eram tantas que quase deixei a tia Poma louca…. risos. Ela me explicou que o acompanhamento é diferente em cada caso de pessoas que nasceram com fissura, que vai depender do tipo de alteração na arcada dentária se a pessoa tem mordida cruzada anterior e/ou posterior. O Raul tem mordida cruzada anterior e como no caso dele a alteração não é  muito grave, logo a conduta dela foi reavaliá-lo daqui a seis meses para reaplicação de flúor e acompanhamento do crescimemto da arcada dentária. Então, vamos continuar assim de seis em seis meses, até ele completar 4-5 anos onde começaremos a fazer o acompanhamento da dentição definitiva. Uma das minhas dúvidas era se o dentinho que falta realmente não iria nascer. A explicação que tive foi que não necessariamente todos os dentes que existem na boquinha dele nascerão novamente, da mesma forma não significa que o dente “faltoso” realmente não aparecerá na dentição permanente. Somente um raio x panorâmico para nos dizer isso, mas ele ainda é muito novinho para preocuparmos com isso. As manchinhas que os dentes ao redor da fissura têm não são nada demais, são somente má formações e que não atrapalham em nada, na verdade só são perceptíveis para uma mãe “fononeurótica” como eu… risos. Como a maioria das pessoas que nasceram com fissura labiopalatina, Raul precisará de usar aparelho ortodôntico e somente após a troca da dentição começará a usar, ou seja, temos mais uns bons anos pela frente sem precisar de por aparelho. Ahhh… sobre abrir a fissura que algumas pessoas falam que acontecem quando colocam aparelho, dúvida que eu também tinha, na verdade não abre, ela já está aberta e só fica mais evidenciada com a expansão do palato e alinhamento da arcada dentária. Como já havíamos conversado aqui no blog, a fissura de palato duro (região próxima a gengiva) não é fechada. Essa cirurgia  é feita junto com o enxerto ósseo para corrigir o espaço da fissura, preenchendo-o, mas somente depois da troca da dentição. Esse espaço ainda aberto não atrapalha em nada, nem na fonação. O do Raul por exemplo nem da pra ver direito. Claro e óbvio que cada caso é um caso e deverá ser estudado e avaliado. Estou descrevendo aqui o tratamento do Raulzito que tinha fissura labiopalatina completa unilateral à esquerda.

Mais uma vez, obrigada por tudo Poma!

Com amor e muita gratidão,

Ana Maria.

Dicas FnM – Passeio em BH/MG

Bom dia!

Mais uma dica FnM de passeio para vocês fazerem com os pequenos aqui em BH, o Museu de Ciências Naturais da PUC-Minas que fica no bairro Coração Eucarístico (Avenida Dom José Gaspar, 290). O museu conta com uma coleção de paleontologia onde podemos destacar fósseis de mamíferos, carapaças de tatu e réplicas de grandes dinossauros. Possui três andares e uma equipe de profissionais que vão orientando as visitas detalhadamente. Além dessa variedade, para os pequenos existem outras diversões. Eles podem explorar a réplica de uma caverna, acompanhar uma escavação e participar de atividades lúdicas especiais desenvolvidas para a criançada como pinturas e desenhos com o tema.

Raul foi quando estava prestes a completar 2 anos e amou, principalmente a parte dos dinossauros que era sua paixão na época. Vale a pena ir! Tenho certeza de que será um sucesso o passeio! Em época de férias o museu costuma fazer uma programação especial para a criançada com várias atividades legais que incentivam a curiosidade, o conhecimento, a atenção e a interação dos pequenos.

Com amor,

Ana Maria.

Processo de adoção – Entrevista com a Assistente Social

Bom dia!

Passamos por mais um passo do nosso processo da adoção da irmã do Raul. Sim, será uma menina! Nós já escolhemos o nosso perfil e estamos aguardando a nossa princesa. Raul já está esperando por ela. Estamos inserindo sempre o assunto da chegada de uma irmã aqui em casa, em todos os aspectos. Logo escrevo um post só contando como está sendo esse processo de preparação do Raul para a chegada da irmã. (Já adianto que irei buscar ajuda da nossa psicóloga Marcelle Camargo para que escreva algo sobre o assunto por aqui também… Viu, Má?! HELP! risos)

Decidimos por menina por querermos um casal de filhos. Quero ter a experiência de criar e educar um menino e uma menina. Durante a gestação do Raul eu pedia muito a Deus que me enviasse um menino, porque meu sonho era ser mãe de um. Minha família por parte de mãe só tem meninas. Precisava de um mundo um pouco mais azul. risos… E veio meu pequeno príncipe. E agora como temos o “poder” da escolha, optamos por uma menina. Penso que deve ser muito bom ter as duas experiências e por isso a escolha. A faixa etária está entre 0 e 3 anos, mas na última visita optamos por mudá-la.

Sobre a entrevista que foi agendada em uma sexta-feira as 13:30, na Vara da Infância daqui de BH, só tenho para falar que é muito tranquila quando se tem a certeza do que você está fazendo. Essa etapa é um divisor de águas no processo, pois quem ainda tem alguma dúvida acaba desistindo de tantos “e se?” que aparacem em todos os passos. Pois bem, a assistente social foi muito fofa! Quando se trata de um casal que pretende adotar a entrevista acontece da seguinte forma, a assistente social conversa com cada um separadamente e depois com os dois juntos, focando mais no perfil da criança. Questões como por exemplo: como foi sua infância, como foi sua adolescência, como conheceu seu marido, sua renda, seu horário de trabalho e sobre o seu trabalho são abordadas. Além das questões explicativas sobre o processo em si e as que te fazem refletir sobre o seu perfil de adoção. Achamos bem legal, apesar de um pouco cansativo, ficamos 2 horas divididas entre essas três etapas que já mencionei. Mas penso ser de grande valia tanto para a vara da infância que pode conhecer melhor os pretendentes quanto para nós, pois algumas questões levantadas pela assistente social nos faz refletir e até mesmo repensar alguns aspectos. Uma questão que foi bem questionada nessa entrevista foi o desejo de adotar, já que somos um casal jovem e que pode ter filhos biológicos. Segundo a assistente social, somos um casal atípico. risos… Essa indagação não vem só dela, muitas pessoas já nos perguntaram e tenho certeza de que irão perguntar muito ainda. Mas… o que está no coração não cabe explicação. Bem, no final da entrevista nos foi entregue um questionário para preenchermos e entregarmos na nossa próxima visita que será com a psicóloga de lá. Esse questionário é para a nossa inserção no Cadastro Nacional de Adoção.

A outra entrevista deverá acontecer no mês que vem, pois a psicóloga que está com o nosso processo está de férias. Ahhh só mais uma observação… antes de entender do processo eu pensava como a maioria das pessoas que estão por fora de como funciona mesmo uma adoção, que é um processo bem burocrático. Hoje já penso bem diferente. Sou mãe e penso nas crianças que estão lá nos abrigos e que já passaram por cada coisa que nós nem imaginamos… é óbvio que tem que ser bem criteriosa mesmo a investigação dos novos pais, pois nem mesmo com tantas entrevistas as crianças estão livres de pessoas maldosas. Quando você está no processo você escuta cada barbaridade que parece filme de terror. Elas merecem ser felizes e merecem pais de verdade, não é mesmo?!

Com amor,

Ana Maria.

Processo de adoção – A visita técnica

Bom dia!

Após o curso da adoção a ansiedade correu solta dentro do meu coração, afinal está cada vez mais perto do(a) nosso(a) segundinho(a) chegar. O prazo que nos deram para a visita acontecer foram de dois meses, mas com duas semanas e dois dias ela aconteceu.

Na segunda feira retrasada recebi uma ligação às 08:00 horas da manhã, da vara da infância, agendando a visita técnica para o dia seguinte. Nessa noite eu quase nem dormi direito só pensando no dia seguinte… Ah como mãe sofre, né!? risos… Chegado a terça-feira de manhã, o horário marcado era às 08:30h e o Rodrigo estava em casa até umas 08:40, mas não pôde esperar porque justamente nesse dia ele tinha uma reunião de trabalho. Ficamos então Raul e eu a espera da técnica que chegou logo que Rodrigo tinha saído de casa. Questão de minutos… Eu a recebi sozinha, porque o Sr. Raul estava no seu horário de assistir vídeos no tablet e nada de querer dar a graça de sua presença. Só apareceu na porta do quarto e logo voltou pra terminar de assistir seus desenhos animados. Voltando a visita… a conversa foi bem tranquila, a técnica nem andou pela nossa casa. Já foi entrando e falando: “Que legal, vocês fizeram um loft!”. Meu coração nessa hora aliviou. Pensei: “Ufa! Ela gostou da nossa casa!” Ela até fez cafuné nos meus dois filhos caninos e foi logo sentando a mesa e me perguntando sobre o nosso perfil, se tinha mudado alguma coisa e me pedindo para ligar para duas pessoas. Me deu liberdade para que eu ligasse para qualquer pessoa que eu quisesse para ela conversar sobre a nossa família e sobre como era o nosso relacionamento como casal. Após o telefonema, me perguntou onde colocaríamos a outra criança para dormir, sobre minha profissão e pronto. Nos despedimos e ela me disse que iria terminar o nosso relatório e nos encaminhar para o próximo passo.

A ansiedade acabou assim que a moça passou por aqui. Ela transmitia muita paz e serenidade. Me deixou bem mais tranquila e confiante no nosso processo. Até o nosso próximo passo, pessoal.

Com amor,

Ana Maria.