Dicas FnM – Passeio em BH/MG

Bom dia!

Mais uma dica FnM de passeio para vocês fazerem com os pequenos aqui em BH, o Museu de Ciências Naturais da PUC-Minas que fica no bairro Coração Eucarístico (Avenida Dom José Gaspar, 290). O museu conta com uma coleção de paleontologia onde podemos destacar fósseis de mamíferos, carapaças de tatu e réplicas de grandes dinossauros. Possui três andares e uma equipe de profissionais que vão orientando as visitas detalhadamente. Além dessa variedade, para os pequenos existem outras diversões. Eles podem explorar a réplica de uma caverna, acompanhar uma escavação e participar de atividades lúdicas especiais desenvolvidas para a criançada como pinturas e desenhos com o tema.

Raul foi quando estava prestes a completar 2 anos e amou, principalmente a parte dos dinossauros que era sua paixão na época. Vale a pena ir! Tenho certeza de que será um sucesso o passeio! Em época de férias o museu costuma fazer uma programação especial para a criançada com várias atividades legais que incentivam a curiosidade, o conhecimento, a atenção e a interação dos pequenos.

Com amor,

Ana Maria.

Processo de adoção – Entrevista com a Assistente Social

Bom dia!

Passamos por mais um passo do nosso processo da adoção da irmã do Raul. Sim, será uma menina! Nós já escolhemos o nosso perfil e estamos aguardando a nossa princesa. Raul já está esperando por ela. Estamos inserindo sempre o assunto da chegada de uma irmã aqui em casa, em todos os aspectos. Logo escrevo um post só contando como está sendo esse processo de preparação do Raul para a chegada da irmã. (Já adianto que irei buscar ajuda da nossa psicóloga Marcelle Camargo para que escreva algo sobre o assunto por aqui também… Viu, Má?! HELP! risos)

Decidimos por menina por querermos um casal de filhos. Quero ter a experiência de criar e educar um menino e uma menina. Durante a gestação do Raul eu pedia muito a Deus que me enviasse um menino, porque meu sonho era ser mãe de um. Minha família por parte de mãe só tem meninas. Precisava de um mundo um pouco mais azul. risos… E veio meu pequeno príncipe. E agora como temos o “poder” da escolha, optamos por uma menina. Penso que deve ser muito bom ter as duas experiências e por isso a escolha. A faixa etária está entre 0 e 3 anos, mas na última visita optamos por mudá-la.

Sobre a entrevista que foi agendada em uma sexta-feira as 13:30, na Vara da Infância daqui de BH, só tenho para falar que é muito tranquila quando se tem a certeza do que você está fazendo. Essa etapa é um divisor de águas no processo, pois quem ainda tem alguma dúvida acaba desistindo de tantos “e se?” que aparacem em todos os passos. Pois bem, a assistente social foi muito fofa! Quando se trata de um casal que pretende adotar a entrevista acontece da seguinte forma, a assistente social conversa com cada um separadamente e depois com os dois juntos, focando mais no perfil da criança. Questões como por exemplo: como foi sua infância, como foi sua adolescência, como conheceu seu marido, sua renda, seu horário de trabalho e sobre o seu trabalho são abordadas. Além das questões explicativas sobre o processo em si e as que te fazem refletir sobre o seu perfil de adoção. Achamos bem legal, apesar de um pouco cansativo, ficamos 2 horas divididas entre essas três etapas que já mencionei. Mas penso ser de grande valia tanto para a vara da infância que pode conhecer melhor os pretendentes quanto para nós, pois algumas questões levantadas pela assistente social nos faz refletir e até mesmo repensar alguns aspectos. Uma questão que foi bem questionada nessa entrevista foi o desejo de adotar, já que somos um casal jovem e que pode ter filhos biológicos. Segundo a assistente social, somos um casal atípico. risos… Essa indagação não vem só dela, muitas pessoas já nos perguntaram e tenho certeza de que irão perguntar muito ainda. Mas… o que está no coração não cabe explicação. Bem, no final da entrevista nos foi entregue um questionário para preenchermos e entregarmos na nossa próxima visita que será com a psicóloga de lá. Esse questionário é para a nossa inserção no Cadastro Nacional de Adoção.

A outra entrevista deverá acontecer no mês que vem, pois a psicóloga que está com o nosso processo está de férias. Ahhh só mais uma observação… antes de entender do processo eu pensava como a maioria das pessoas que estão por fora de como funciona mesmo uma adoção, que é um processo bem burocrático. Hoje já penso bem diferente. Sou mãe e penso nas crianças que estão lá nos abrigos e que já passaram por cada coisa que nós nem imaginamos… é óbvio que tem que ser bem criteriosa mesmo a investigação dos novos pais, pois nem mesmo com tantas entrevistas as crianças estão livres de pessoas maldosas. Quando você está no processo você escuta cada barbaridade que parece filme de terror. Elas merecem ser felizes e merecem pais de verdade, não é mesmo?!

Com amor,

Ana Maria.

Processo de adoção – A visita técnica

Bom dia!

Após o curso da adoção a ansiedade correu solta dentro do meu coração, afinal está cada vez mais perto do(a) nosso(a) segundinho(a) chegar. O prazo que nos deram para a visita acontecer foram de dois meses, mas com duas semanas e dois dias ela aconteceu.

Na segunda feira retrasada recebi uma ligação às 08:00 horas da manhã, da vara da infância, agendando a visita técnica para o dia seguinte. Nessa noite eu quase nem dormi direito só pensando no dia seguinte… Ah como mãe sofre, né!? risos… Chegado a terça-feira de manhã, o horário marcado era às 08:30h e o Rodrigo estava em casa até umas 08:40, mas não pôde esperar porque justamente nesse dia ele tinha uma reunião de trabalho. Ficamos então Raul e eu a espera da técnica que chegou logo que Rodrigo tinha saído de casa. Questão de minutos… Eu a recebi sozinha, porque o Sr. Raul estava no seu horário de assistir vídeos no tablet e nada de querer dar a graça de sua presença. Só apareceu na porta do quarto e logo voltou pra terminar de assistir seus desenhos animados. Voltando a visita… a conversa foi bem tranquila, a técnica nem andou pela nossa casa. Já foi entrando e falando: “Que legal, vocês fizeram um loft!”. Meu coração nessa hora aliviou. Pensei: “Ufa! Ela gostou da nossa casa!” Ela até fez cafuné nos meus dois filhos caninos e foi logo sentando a mesa e me perguntando sobre o nosso perfil, se tinha mudado alguma coisa e me pedindo para ligar para duas pessoas. Me deu liberdade para que eu ligasse para qualquer pessoa que eu quisesse para ela conversar sobre a nossa família e sobre como era o nosso relacionamento como casal. Após o telefonema, me perguntou onde colocaríamos a outra criança para dormir, sobre minha profissão e pronto. Nos despedimos e ela me disse que iria terminar o nosso relatório e nos encaminhar para o próximo passo.

A ansiedade acabou assim que a moça passou por aqui. Ela transmitia muita paz e serenidade. Me deixou bem mais tranquila e confiante no nosso processo. Até o nosso próximo passo, pessoal.

Com amor,

Ana Maria.

Livro – Os 10 hábitos da memorização

Bom dia!

Sei que a queixa de falta ou falha de memória depois que virei mãe não é só minha. Não sei ao certo o que aconteceu com minha memória de elefante que eu tinha antes da gravidez, mas parece que ela passou toda pro Raul pelo cordão umbilical… Com mais alguém aí aconteceu isso!? Eu comecei a esquecer das coisas… onde guardei as chaves, se escovei ou não os dentes,  de pagar contas, do número do telefone da própria casa, de passar repelente no pequeno (sendo que eu tinha acabado de passar e ele logo me lembra: “Mamãe você já passou!”),  de sair de casa sem as chaves e ficar presa do lado de fora, de colocar gasolina no carro e quase ficar na mão, enfim… cadê você memória?! risos.

Pois bem! Não seja por isso, arrumei a solução! Meu marido comprou esse livro, mas quem ganhou mais com ele fui eu. Quero indicá-lo para você que passa por esse “problema” não muito agradável, principalmente se você trabalha fora e precisa ter muito mais atenção no seu trabalho e sua memória não está te ajudando em nada. O livro é Os 10 hábitos da memorização do autor Renato Alves. Nele o autor dá dicas de memorização que vai te forçar a ter a melhor memória que você já teve em toda a sua vida. É um livro bem fininho, com 104 páginas mas com um conteúdo de muita utilidade e de muita praticidade. Há técnicas para nunca mais esquecer as chaves, o guarda-chuva, a carteira ou o casaco, para se lembrar de datas, de nomes de pessoas e de senhas. Ele dá dicas de como uma simples mudança de aliança de dedo ou o relógio de braço, um bilhete amarrado em algum objeto podem te ajudar na memória. Gente é incrível! Vale a leitura!

Boa leitura!

Com amor,

Ana Maria.

 

Quando me descobri mãe

Bom, nesse dia das mães quero compartilhar com vocês a minha nova forma de pensar que amadureceu em mim a partir dessa nova etapa da minha vida que esta sendo o processo de adoção. Eu sempre achei e ainda acho o processo da gestação algo mágico, assim como o nascimento e os primeiros anos de vida de nossos pequenos. Entretanto estou aprendendo e crescendo muito com esse novo universo da maternidade. Isso porque estou redescobrindo na prática que ela é algo muito mais abrangente do que gerar um filho.

Assim como nosso Raul que a cada dia requer da gente (meu marido e eu) mais atenção, carinho, amor incondicional, paciência e muita dedicação, também o nosso novo filho que irá chegar por meio da adoção necessitará. Da mesma forma que tivemos que passar noites em claro ou despender inúmeros dias para fazê-lo largar a fralda, também teremos muitas adversidades com nosso próximo filho. Dessa forma, tenho pensado muito que a maternidade é construída, lapidada e renovada a cada nova etapa da vida de nossas crianças. Não se pode dar o crédito de mãe somente àquelas que geraram simplesmente pelo fato de que a maternidade é um recomeço constante, o que significa que independe de como foi o começo.  Da mesma forma que tenho que acolher o Raul quando algo simples como derramar o leite com cereais no chão acontece, posso ver minha MÃE precisando de conselhos e às vezes do “colo” da minha vó. Ou seja, ser MÃE é um “trabalho” vitalício… risos…  Na verdade não importa quando ou como essa jornada começou e sim como você irá conduzir e, no futuro colher os frutos… no caso os netos… risos…  Todas nós sabemos que a MÃE é quem dá amor, vê de perto a evolução do seu filho. É a que chora a cada vacina dada, a cada ida ao médico, que sofre a cada tombo que o filho leva, que levanta de madrugada somente para saber se o filho está bem. Ser MÃE é sentir o seu coração bater em outro serzinho, tão indefeso e tão genioso. Ser MÃE não é fácil! É um trabalho árduo. Ter que educar um ser que está querendo aprender tudo e viver tudo o que lhe proporcionam, não é nada fácil. Transmitir seus valores, suas crenças que você nem se quer sabia que tinha, mas que floresceu assim que se descobriu MÃE. É ensinar o “certo” e o “errado”, mesmo que seu coração corte por dentro. Ser mãe é dizer NÃO ou deixar sua melhor parte de castigo, quando necessite. É Quando você vê seu filho disputando um brinquedo, muitas vezes quebrado e ter que ensiná-lo que dividir é o melhor sempre. É ensinar que não se deve brincar com comida. É dizer que morder não pode. É amar como você nunca imaginou um dia que poderia amar alguém. É um amor incondicional. E esse amor aumenta a cada dia. Não estou simplesmente querendo bater na mesma tecla “mãe é quem cuida”, mas sim compartilhar com vocês o que sempre escutei, mas nunca tinha realmente sentido com o coração.

Ser mãe é minha melhor parte. O Raul é minha melhor parte. Sou muito grata a ele por me escolher para ser sua MÃE. Sou muito grata por ser a MÃE que me tornei e que me torno a cada dia. Longe de ser perfeita. Erro muito. Quase sempre. Mas tento ser melhor a cada manhã que levanto.

Filho, a mamãe te ama muito! Um dia, esses textos serão lidos por você e é por isso que escrevo. Para você! Sem você, eu não me descobriria mãe, não descobriria essa minha melhor parte.

Com amor,

Mamãe Ana Maria.

Livro – Mulheres visíveis, mães invisíveis

Olá, pessoal!

A dica de leitura do dia vai para o livro da Laura Gutman: Mulheres visíveis, mães invisíveis. Um livro cheio de textos sobre assuntos que assombram nossas cabeças desde que conhecemos o maravilhoso mundo da maternidade.

A autora argentina, Laura Gutman, é terapeuta e vai estar aqui em Belo Horizonte no próximo mês em um seminário de mães, o qual participei ano passado (Seminário de Mães), mas que infelizmente este ano não poderei estar presente. Laura publicou diversos livros sobre maternidade e é colaboradora de algumas revistas na Argentina e na Espanha. Pois bem, vamos ao livro. O livro é um ótimo e honesto referencial à maternidade real. Trata assuntos da maternidade bem polêmicos como a amamentação, puerpério, doenças, palmadas, separação de pais, culpa, medos, criação, papel dos pais na criação dos filhos etc… tudo com muita naturalidade, esclarecendo e orientando de uma forma bem suave cada assunto por ela abordado. Um livro de simples leitura, você o lê em uma sentada de tão suave e gostoso de ler. Ela aborda TUDO com muita simplicidade e amor! Ao terminar de ler esse livro eu garanto um momento de reflexão de sua maternidade, como está indo com esse papel tão importante que fazemos por nossos filhos.

O livro possui 6 capítulos divididos em assuntos como Maternagem, Vazio emocional, Criação, Ser mulher, Casal e Reflexões. Nesses capítulos a autora utiliza a psicologia para proporcionar às mães o verdadeiro significado da maternidade buscando a aproximação das mães com seus pequenos, sem traumas e sem culpa. Foi um verdadeiro achado esse livro, aliás uma indicação ótima de uma leitora aqui do blog logo que comecei a escrever sobre maternidade.

Boa leitura!

Com amor,

Ana Maria.

Maternidade diabética – por Deborah Patricio

1º trimestre se foi…UFA!
Depois do 1º mês com a hemoglobina glicada a 8,6 (devendo estar menor que 7) eu e minha endócrinologista montamos um plano de controle glicêmico que deu super certo. Faço a contagem de carboidratos e aplico a insulina rápida conforme o que vou comer e dependendo do valor que minha glicemia está. No começo media a glicose umas 9 vezes por dia, agora meço de 4 a 5 vezes. Já no segundo mês ela estava a 6,8 e esse mês chegou a 6,6!!! Não foi fácil atingir esse resultado, foram várias noites acordando com hipoglicemia, e às vezes durante o dia também. A gente fica com muita neura, né? Normal. Mas a diabetes é uma doença super controlável, é só pegar o rítmo que tudo se encaixa. Fazer o que tem que ser feito, boa alimentação e exercícios. Evitar os estresses, por que isso também interfere na glicose, e manter hábitos saudáveis. Com o tempo essa contagem de carboidrato fica automática, quando se mantém uma rotina de alimentação é mais fácil, a gente acaba guardando na cabeça quanto devemos aplicar de insulina e quanto nossa glicemia irá aumentar dependendo do que ingerimos, é igual quando se faz dieta para emagrecer, a gente já sabe de cabeça quanto cada alimento tem de caloria. Meus exames nunca estiveram tão bons, em toda minha vida diabética minha hemoglobina glicada nunca esteve tão baixa, e olha que são 27 anos de diagnóstico! Valeu filhão!!!! hihi

Por causa da diabetes, fui recomendada pela ginecologista a tomar o acido fólico durante toda gestação, e assim estou fazendo. Meus ultrassons deram todos dentro da normalidade até o momento, bebê crescendo e engordando a cada dia, e espero que assim continue. Desde que descobri a gravidez até agora não tive muitos incômodos relacionados à gestação, se ocorreram 4 episódios de enjôo foi muito. Tive uma enxaqueca que me derrubou durante 4 dias, mas foi só! Não tive mal estar e nem falta de apetite (pelo contrário…rs). O que vem aumentando e muito são as acnes. Putz! Já não tenho mais espaço para tanta espinha…rs, e não há nada que possa ser feito. Minha médica liberou o uso de um sabonete e do ácido Azelan, mas é tão fraco que não resolve nadaaa… Até no antebraço está aparecendo espinhas. Mas tudo bem, isso é o de menos, né?! Vou passando uma base, um pó compacto e é isso mesmo…rs

Agora, no fim do 4º mês, é que minha barriga começou a incomodar para dormir, agachar, deitar de bruço… levanto umas 4 vezes por noite para mudar a posição, fazer xixi ou medir minha glicose, é bom que já me acostumo a acordar de madrugada!!!

Essa semana descobri o sexo. É um meninooo e se chama Lorenzo!!! Acho importante saber o sexo do bebê, pois assim ele passa a ter uma identidade, para eu e o papai dele podermos conversar chamando-o pelo nome, e assim fazemos. É o dia inteiro conversando com ele…rsrs.

O próximo ultrassom é o morfológico, considerado o mais importante na gravidez, e que serve para avaliar o desenvolvimento e a formação do bebê com bastante detalhe, incluindo os órgãos internos. O farei daqui a um mês e meio, voltarei aqui para contar pra vocês como está indo tudo.

Beijocas!!!

Deborah Patricio

Preparando para a chegada do(a) nosso(a) segundinho(a)

Bom dia, pessoal!

Nessas últimas duas semanas tivemos o curso preparatório para a chegada do(a) nosso(a) segundinho(a). Para quem não sabe, meu marido, Raul e eu vamos adotar uma criança para completar ainda mais nossa família. Esse curso é obrigatório para quem quiser adotar em todo o Brasil e cada estado ministra esse curso em etapas diferentes. Aqui em Belo Horizonte ele é dado após a entrega da documentação do(s) pretendente(s), já em outros estados ele é ministrado após todas as etapas do processo da adoção, sendo esse o último passo para o juiz dar o parecer sobre a habilitação para o cadastro nacional de adoção.

O curso foi dado em duas quartas feiras com o horário de início 12:30. No primeiro dia quem palestrou foi uma promotora responsável pela Vara da Infância daqui do estado. Questões sobre o processo jurídico da adoção foram abordadas de forma bem clara, desde o começo até o final do processo quando a criança  recebe o nome dos pais na certidão de nascimento. A palestra foi muito válida e com muita objetividade. Foi possível esclarecer todos os assuntos que eram pertinentes às questões jurídicas. Um assunto relevante merece ser citado aqui, nem todas as crianças que estão para adoção já estão destituídas para uma adoção imediata, ou seja, muitas delas só vão estar aptas para adoção após já estarem há um bom tempo com suas famílias adotivas. Em outras palavras, seu filho adotivo só será seu mesmo após estar com a sua certidão com o seu nome. Esse processo de certidões atualizadas com os nomes das famílias adotivas pode demorar anos e nesse meio tempo, se os pais biológicos ou alguém da família biológica quiser a criança de volta, pode entrar com um processo para restituí-la. Outra coisa que a gente tinha dúvidas era se poderia trocar o nome da criança, o nome primário, como dizem. Sim, podemos trocar o nome da criança de qualquer que seja a idade. Porém, claro e óbvio que cabe um consenso. Por exemplo, você não vai trocar um nome de uma criança que chama Maria para Joana sendo que ela já tem 10 anos de idade e se reconhece por Maria… a não ser que ela concorde em mudar, ou o nome é prejudicial ao psicológico da criança etc. Após a palestra da promotora, foi a vez de um grupo de apoio a adoção daqui de BH palestrar. A palestrante contou sua história de quando adotou seu filho e falou sobre o trabalho do grupo e suas reuniões. No segundo dia, uma semana depois do primeiro, foi a vez da psicóloga e de uma assistente social falarem. Elas esclareceram questões psicológicas do processo que envolvem desde o primeiro contato com a(s) criança(s) e do relacionamento entre o(os) adotante(s) e a(s) criança(s). Descreveram alguns casos e falaram bastante do preconceito que as famílias podem vir a sofrer. Eu particularmente não tirei muito proveito dessa palestra, parecia ter a intenção de nos fazer desistir de adotar. Acredito ser esse mesmo o propósito para aquelas pessoas que estão ainda em dúvida se adotam ou não. Questões que eu julgava essenciais como a questão de doenças que é exigência no preenchimento do perfil não foram abordadas. Logo após esta palestra, tivemos um depoimento de um pai solteiro que adotou um menino de 5 anos. Foi linda e inspiradora!

O nosso processo está andando. Estamos aguardando a visita aqui em casa para ver se a nossa casa comporta mais um pequeno… rs…. Acredito ser também para eles conhecerem melhor a nossa vida de perto, ver como é nossa rotina, nosso convívio familiar, penso que esse é objetivo dessa visita. Eles deram um prazo para essa visita acontecer, que foi o de dois meses. Assim que vierem dou o feedback para vocês. Logo após essa visita vão agendar uma reunião com dia e horário marcado lá na vara da infância com a psicóloga e outra com a assistente social. Estamos tranquilos quanto ao processo. Temos certeza de que nosso(a) segundinho(a) já está nos aguardando em algum lugar desse Brasil.

Com amor,

Ana Maria.

Livro – Seja a mãe que seu filho precisa

Bom dia!

Seja a mãe que seu filho precisa é um livro que me cativou bastante. Eu lia e logo em seguida relia cada capítulo do livro de tanto que cada página me chamava a atenção. Este foi sem dúvidas um dos livros de maternidade que eu mais gostei de ler e comecei a indicá-lo para todas as mamães de meninos que eu conheço.

A autora americana Cheri Fuller trata nesse livro da criação de filhos a partir de uma maternidade que auxilia no desenvolvimento do caráter dos filhos. Sabe aquela frase que por trás de todo grande homem existe sempre uma grande mulher? Pois então, nesse livro as mamães vão descobrir a influência que elas têm sobre seus pequenos e que esta determina o tamanho do sucesso que alcançará  na vida. Lançado pela editora Thomas Nelson Brasil, o livro mostra como o relacionamento entre a mãe e o filh é importante para o desenvolvimento da personalidade da criança. A autora utiliza dicas e esclarece, de forma simples e prática, as necessidades dos meninos na infância e na adolescência e como nós mamães podemos intervir na vida dos nossos “mini homens” de forma eficaz. O principal objetivo do livro é ajudar as mamães a conduzirem seus filhos a serem homens confiantes e bem-sucedidos em todas as fases de suas vidas. Mostrando exemplos, inclusive próprios na crianção de seus dois filhos e de seus netos, Cheri nos ajuda nessa tarefa dando dicas de como ouvir e encorajar os pequenos a alcançarem o objetivo e potencializa também o poder que uma oração tem na vida  dos nossos filhos, sejam eles bebês ou adultos.

Um livro sem dúvidas delicioso de ler! Tem 14 capítulos onde o foco é o amor materno, a influência mais poderosa e positiva no desenvolvimento e na vida de um filho. Um livro encorajador e importante para conhecer e entender o universo dos homens.

Mamães  de meninos, quem já leu? Me dá o feedback, vou adorar saber!

Com amor,

Ana Maria.

Pão de frigideira

Bom dia! Hoje é dia de receita!

Essa receita é daquelas bem simples, rápidas, saudáveis e sem lactose e glúten. Super rápida e prática para aqueles dias que você está sem tempo de fazer quase nada ou esqueceu de passar na padaria para o lanche. Tome nota e veja como é simples.

Ingredientes:

1 ovo

2 colheres sopa de farinha de arroz

2 colhes de sopa de farelo de aveia

1 colher de sopa de óleo de coco

1 colher de sopa de água

1 colher de cha de fermento em pó

Sal a gosto

Modo de preparo:

Bata o ovo, acrescente o restante dos ingredientes e misture. Coloque em uma frigideira untada e doure dos dois lados em fogo médio.

Essa receita é para um pão do tamanho de um prato de sobremesa. Serve uma pessoa. Nessa foto acima o recheio foi queijo Minas e ervas, mas você pode usar sua criatividade e recheá-lo do jeito que você quiser ou simplesmente comê-lo com azeite que também fica excelente.

Com amor,

Ana Maria.