Pão de queijo na sanduicheira

Bom dia!

Vamos fazer um pão de queijo super rápido hoje!? Não te levará mais que 10 minutos.

Ingredientes:

1 ovo

3 colheres de sopa de queijo ralado

3 colheres de sopa de polvilho doce

3 colheres de sopa de leite

Sal e temperos a gosto

Modo de preparo:

Misture tudo e coloque na sanduicheira. Espere a luzinha ascender e voi lá!

Dica:

Coloque ervas frescas que fica maravilhoso!

Com amor,

Ana Maria.

Ps: Testei com polvilho azedo em substituição do polvilho doce e com água ao invés de leite, e deu certo. =)

 

Bolo de beterraba vegano

Bom dia!

Hoje viemos com uma receita muito simples e deliciosa, o bolo de beterraba. Esse bolo fica muito saboroso e podemos comer sem culpa porque é super saudável. Podem fazer sem medo porque é um sucesso entre os pequenos e eles comem beterraba sem saber que estão comendo. risos…

Ingredientes:

2 beterrabas médias raladas

1 xícara de óleo (pode ser o óleo que você quiser)

1 xícara de farinha de trigo integral

1 xícara de farinha de arroz

1 xícara de leite de coco

1 xícara de açúcar (nós usamos o Demerara)

1 colher de sopa de fermento em pó

1/2 xícara de água

Modo de preparo:

Bata o óleo, a beterraba, a água e o leite de coco no liquidificador. Depois é só misturar o restante dos ingredientes com uma colher em um recipiente. Colocar em uma forma untada para assar por 30 minutos em forno baixo/médio.

Deixe aqui seu feedback.

Nós aqui amamos essa receita!

Com amor,

Ana Maria.

 

 

 

Amamentar com amor

Na Semana da Amamentação, vale relembrar este texto.
Com amor,
Ana Maria,

Avatar de Ana Maria PoçasFissurada na Maternidade®

Bom dia!

O texto de hoje tem como objetivo esclarecer e reconfortar as mamães que por algum motivo não puderam dar o peito para seus filhos. A sociedade muitas vezes rotula de forma cruel e injusta a amamentação com frases do tipo “quem ama amamenta” onde o termo aparece como sinônimo de dar o peito…. Amamentar segundo o dicionário significa dar de mamar, aleitar, alimentar, nutrir, sustentar. Existem outras maneiras de alimentar uma criança, sem ser o peito. Claro que o leite materno tem seus benefícios gigantescos para um recém nascido e tudo mais, mas se você não pode ou não quer amamentar, no peito, não significa que você ame menos seu filho. São lindas as propagandas de aleitamento materno, linda a teoria que aprendemos na graduação sobre a amamentação, mas na prática não é bem assim que funciona.

O que tem de mãe se culpando e com o psicológico muito abalado…

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Quibe de abóbora

Bom dia!

Esta é uma receita super saborosa, muito saudável e bem simples de fazer. Você vai precisar de:

2 xícaras de trigo para quibe

3 xícaras de água

5 xícaras de abóbora

2 colheres de sopa de azeite

1 limão

Hortelã

Sal, pimenta e temperos a gosto.

Modo de preparo:

Cozinhe a abóbora e amasse como se fosse fazer um purê e refogue utilizando os temperos que você tem costume de utilizar. Nós usamos alho, cebola e sal. Na água que você usou para cozinhar a abóbora deixe o trigo de molho por 30 minutos. Após esse tempo, escorra a água e misture com a abóbora refogada. Finalize essa mistura com folhinhas de hortelã picadas e o suco do limão. Distribua em um refratário untado, cubra com papel alumínio e leve ao forno por 30 minutos. Após 15 minutos, retire o papel alumínio e leve ao forno novamente para terminar de assar.

Dicas: Antes de terminar o tempo faltando uns cinco minutos, coloque queijo por cima e leve ao forno novamente para gratinar. Esse “quibe” servido com uma saladinha de folhas e legumes cozidos, como esse prato do Raul na foto, é uma refeição super saudável.

Com amor,

Ana Maria.

Da série mamãe fonoaudióloga: O por que dos porquês?!

Bom dia!

Por que o cachorro come ração? Por que está de noite? Por que não existe mais dinossauro? Por que o Batman não voa? Por que isso mamãe? Mas por que, papai? Chegamos na fase dos porquês do Raul… Confesso que muitas das vezes minha criatividade já não permite mais atender às suas perguntas e as respostas acabam resultando em mais perguntas sem respostas. Lembro-me que na faculdade tive algumas aulas sobre as fases de Jean Piaget, para quem não conhece foi um psicólogo e educador suíço, que descreve as fases que as crianças vivenciam. Mas somente agora as venho entendendo e vivenciando, na prática, cada uma delas.

Jean Piaget nomeia essa fase dos porquês como período pré operatório e é justamente nessa idade entre três e quatro anos que ela costuma aparecer. O período pré operatório é também chamado de estágio da Inteligência Simbólica, pois, é a fase em que as crianças conquistam a capacidade de criar imagens mentais sem que elas estejam presentes. Elas conseguem observar e sentir muito mais estímulos do que conseguem entender, por isso os porquês. Perguntam o porquê devido a essa incansável busca pelo conhecimento e entendimento. A criança quer entender, perceber, conhecer a si mesma e aos outros, perceber o comportamento, perceber as regras, os modos de agir, o mundo que a cerca … E nós, pais, somos os escolhidos para responder aos seus porquês por sermos os seres que elas têm mais confiança. Muitas das vezes é chato a situação que elas nos colocam, com a insistência de uma resposta, principalmente porque alguma das perguntas não têm respostas, já que fazem parte do mundo imaginário da criança. A paciência tem que ser mesmo muito grande. Mas gostaria de deixar claro que eles não fazem por mal, é que eles se encontram em um processo permanente de desenvolvimento pessoal que deve e merece ser respeitado se não quisermos que elas se sintam desestimuladas e parem com a vontade de descobrir o mundo que as cerca. Além dessa fase ser muito importante para o aprendizado em geral dos pequenos. As respostas dessas perguntas devem ser claras e objetivas, sem muitas firulas. Devem seguir o raciocínio e a idade da criança, em uma linguagem adequada à idade dela, com um vocabulário de fácil compreensão. Isso vai facilitar as dúvidas que elas têm e clarear a cabecinha que está a mil por hora nessa fase.

Então é isso, pessoal! Paciência… muita paciência! E vamos contribuir para a formação dos nossos pequenos da melhor forma possível, incentivando-os a se tornarem pessoas melhores a cada dia e contribuindo para a sua formação pessoal.

Com amor,

Ana Maria Poças.

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Da serie mamãe fonoaudióloga: atividades de sopro

Bom dia!

Este será o primeiro texto de dicas da série mamãe fonoaudióloga de atividades para crianças que nasceram com fissura labiopalatina. Hoje falaremos sobre os benefícios dos exercícios de sopro e por que devemos estimular as crianças a soprarem. Ah… não serve exclusivamente para as que nasceram com fissura, todas as crianças podem e devem fazer para estimular.

As crianças que nasceram com fissura labiopalatina têm uma dificuldade em conseguir soprar, ou seja, conduzir o ar somente para a cavidade oral. Se a criança não for operada ainda, o motivo delas não conseguirem conduzir o ar somente na boca se deve ao simples fato do palato (Céu da boca) estar em comunicação com a cavidade nasal (narinas). Porém, se já forem operadas pode ser que o palato ainda precise de uma forcinha para se movimentar ou a criança ainda precise de tomar consciência de quando e como o ar deve passar pela boca ou pelo nariz. O sopro é um dos exercícios que mais trabalha todos estes aspectos, seja o da musculatura velofaríngeo e da percepção e sensação tátil sinestésica.

Vamos às dicas de atividades que promovem o nosso objetivo geral de hoje?!

  1. Utilizando um canudinho e uma bolinha de isopor (ou outra bolinha leve que você tenha em casa) você pode pedir a criança que sopre a bolinha até o alvo final. No caso dessa foto abaixo o alvo foi um copo plástico pregado na beirada da mesa com um durex e o canudinho foi substituído por um cone de papelão. Esse é um modo com dificuldade de sopro mais avançado, depois que a criança já esteja conseguindo soprar com canudinho é legal ir dificultando. Outra opção dessa atividade é fazer caminhos a serem seguidos pela bolinha, ou seja, a criança vai guiando a bolinha com o sopro percorrendo por todo o trajeto.6a8e620c23464fff4f047852dfc9dbf6
  2. Faça barquinhos de papéis pequenos e encha uma bacia de água. Peça a criança que movimente os barquinhos com o sopro. Para aumentar a dificuldade você pode trocar os barquinhos de papel por barquinhos de rolhas de vinho ou de espuma.barquinhos5-j.iadosnegros
  3. Mais uma atividade com canudinho, mas desta vez precisa de tintas. A criança já precisa saber soprar nesta atividade para não acontecer dela sugar ao invés de soprar a tinta. Utilizando uma folha em branco, peça que a criança molhe o canudinho na tinta (que você deverá ter diluído um pouquinho em água) e depois sopre na folha. Ou também pode-se colocar na folha um pouco de tinta e pedir que a criança espalhe a tinta com o sopro. As duas maneiras são bem legais! A criatividade nessa atividade é muito trabalhada e as crianças adoram ver os seus quadros sendo formados!straw-painting-instagram1
  4. Bolinhas de sabão. Você pode utilizar os fazedores de bolhas prontos que encontramos em muitas lojas de brinquedos ou fazer com um pedaço de aranhe, um canudinho mais grosso ou com uma garrafa pet cortada e fazer bolhas gigantes. A criançada adora! Raul ama fazer bolhas!mouse2
  5. Utilize instrumentos musicais como flautas e gaitas para estimular não somente o sopro como também a musicalização da criança. Olha esse instrumento de sopro feito com canudinhos, que máximo!8a0683cc95d3344c8ca8695ff8ecd7cf

Com amor,

Fga Ana Maria Poças

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Ps.: As imagens do texto foram tiradas do Pinterest.

Maternidade diabética, segundo trimestre – por Deborah Patricio

E o 2° trimestre passou! Engraçado, todo mundo diz que é a fase mais tranquila, que é a lua de mel da gestante, mas pra mim não foi, não. Pode ser pelo fato de eu não ter sentido nada no 1° trimestre… Só sei que o 2° me assustou um pouco.

Tive alguns episódios de taquicardia, falta de ar, dormência do lado esquerdo do quadril, dores nas costas, aumento do triglicérides e minha visão um pouco afetada. Fiz o eletrocardiograma e deu normal, o incômodo cardíaco durou só cinco dias. A dormência ainda permanece, toda vez que fico deitada em cima do lado esquerdo, aí vocês já viram, né?! A hora de dormir é um vira vira danado. As dores nas costas não têm como fugir, e elas só veem piorando… =/ O que ajuda um pouco são as massagens que meu marido faz diariamente. A falta de ar também não passou. É só me deitar de barriga pra cima ou me  esforçar um pouco além do que o de costume que pronto, fico parecendo uma sedentária. Por isso a importância do exercício físico desde o começo da gestação, pra já irmos condicionando nosso corpo para essa fase. Minha endocrinologista pediu que eu fizesse uma visitinha ao oftalmologista, porque apesar de ser comum a gravidez prejudicar um pouco a visão, não podemos esquecer que sou diabética e isso pode piorar o meu quadro. Marquei a consulta com um especialista em retinoplatia diabética e depois volto aqui pra contar!  Volto a enfatizar a importância de estarmos com uma saúde plena para planejarmos uma gravidez, pois a gestação altera demais nosso metabolismo e suas funções em geral. As diabéticas então… já sabem, é tudo mais complicado! Mas sem desanimar, não tem nada impossível!

Problemas cardíacos nos bebês de mães diabéticas são mais comuns, então tive que fazer dois ultrassons para verificar como anda o sistema cardíaco do Lorenzo. Os exames foram: Ecodopplercardiografia fetal e o ultrassom obstétrico com perfil biofísico fetal e doppler colorido. Os dois tiveram ótimos resultados, o coração do meu baby está ótimo! O que me assustou um pouco foi o tamanho que o Lorenzo está, e como o bebê diabético tem tendência a ganhar muito peso, inchar demais, qualquer coisa que o médico que realiza o ultrassom fale, a gente já desespera… risos… Bastou o médico dizer que eu estava com um menino grandão na barriga para eu achar que tinha algo errado. Mas minha obstetra disse que está tudo bem, ele está dentro do padrão normal de crescimento. UFA!

Bom, tudo encaminhando para uma boa hora, minha hemoglobina glicada permanece dentro do desejável e já reorganizei minha alimentação para melhorar meu triglicérides, mais aveia e frutas e menos gorduras em geral, agora vai! Logo mais eu volto para contar como foi com o oftalmologista!!

Abraços.

Deborah Patricio Romero

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Processo de adoção – Entrevista com a psicóloga

Bom noite!

Na segunda-feira passada fomos a entrevista com a psicóloga na Vara da Infância daqui de BH, onde corre o nosso processo para habilitação. Este é o último passo antes do parecer do juiz. Mas estamos tão confiantes que já saímos de lá achando que tudo dará certo.

Essa última conversa foi bem diferente das experiências que tivemos durante todo o processo. Até comentei aqui que todos os outros passos pareciam mais para fazer desistir quem ainda tinha algum resquício de dúvida quanto a adotar… ontem não! A psicóloga foi super serena e passou muita confiança para a gente. A conversa girou em torno do nosso perfil e sobre preconceito. Acho que chegou o momento de comentar a respeito do nosso perfil por aqui… muitas pessoas nos abordam perguntando a respeito do nosso perfil e se já conhecemos a criança que pretendemos adotar. Então… a nossa filha poderá vir de qualquer cor ou raça e poderá vir também com doenças tratáveis e com a idade entre 1 e 4 anos. É um perfil bem diferente dos outros que estão na fila o que foi motivo de muita conversa tanto por parte da assistente social, na primeira entrevista, quanto por parte da psicologa, nessa entrevista. Diante desse perfil, é quase certo de que a nossa filha já esteja abrigada. Por essa razão, a psicóloga nos informou sobre as características mais comuns das crianças que estão no abrigo e quais as doenças mais comuns, e não poderia deixar de ser as respiratórias, seguido de problemas visuais e ortopédicos. Além disso, a maioria das crianças apresentam um atraso no desenvolvimento geral devido a falta de estimulação, por estarem em um abrigo ou pela história regressa mesmo. Ah… é importante também salientar que doenças tratáveis não significa necessariamente doenças curáveis, ok?! Fomos alertados também que as crianças  adotadas, muitas vezes, precisam de apoio psicológico para lidarem melhor com a adoção. Apesar de muitas pessoas optarem por meninas, a maioria quer meninas brancas e saudáveis, por isso poderemos passar na frente de muitas pessoas na “fila”. Na verdade a fila não existe. O que exite são crianças disponíveis e que são encaminhadas de acordo com o perfil que os pais esperam. Vamos ao exemplo: existe um menino branco, com doença tratável com um irmão. O primeiro no cadastro da fila da adoção está para independente de sexo, sem restrição de cor porém colocou criança saudável e sem irmãos, logo essa criança vai para o próximo da fila até encontrar alguém que colocou doenças tratáveis e que aceitam irmãos. Só um exemplo para ver como funciona na verdade aqui em BH. Ou seja de nada adianta você ser o primeiro da fila, sendo que o seu perfil não bate com a criança que está disponível, pode ser que você entre agora no processo e seja chamado antes de uma pessoa que já está a mais de dois anos na fila.

Da mesma maneira como foi com a assistente social, fui eu primeiro a conversar com a psicóloga, depois o Rodrigo e por último nós dois juntos. Recebemos a orientação que podemos ser chamados por qualquer outra dupla de assistente social e psicóloga para conhecermos a nossa pequena, não significa que serão elas que nos conduzirão até o final da nossa adoção. Também foi falado sobre a aproximação da nossa família com a criança que nos será apresentada, mas esse é um tema para um novo post… Enfim, foi muito válido esse passo e temos certeza que fizemos a escolha certa para aumentar a nossa família!

Com amor,

Ana Maria.

DIY – Cabeceira de cama

Bom dia!

O DIY de hoje será uma cabeceira de cama. A nossa cama é queen size mas, você pode adaptar as medidas e fazer para cama que você quiser.

Para fazer utilizamos:

  • Uma placa de madeirite de 9 mm com 2.20 m de comprimento e 1.10 m de largura (R$ 37.00 já com o corte)
  • 2 metros de pano (o que escolhemos era R$ 42.00 o metro). Pode ser o tecido que você quiser.
  • 1.80 metros de espuma (a que escolhemos saiu por R$ 27.50 o metro). A espuma tinha cerca de um dedo e meio de espessura.
  • Grampos e grampeador para estofamento
  • Tachas para estofado (R$ 12.50, um saco com 100 tachas)

Quando compramos o madeirite já solicitamos que cortassem duas faixas de 20 centímetros cada na largura para ficarmos com o comprimento de 1.80 cm e 1.10 cm de largura. Chegamos em casa e tudo já estava praticamente no jeito de montar, só mesmo juntar as partes. Fixamos as duas faixas de 20 cm na parte de trás da cabeceira para ela não ficar direto na parede e ter um espaço para arejar. Após isso, colocamos a espuma e o pano, lembrando de esticar sempre ao grampear para não dar rugas na frente. Resolvemos não fixar a cabeceira na parede por enquanto, vamos pintar a casa esse ano e resolvemos fazer isso somente depois da pintura, por isso o Rodrigo colocou dois pés provisórios de madeira medindo 32 cm cada, somente para dar a altura que gostaríamos da nossa cabeceira. Confesso que estou na dúvida se vamos fixá-la ou não porque deu super certo dessa forma, devido à praticidade de movimentar a cabeceira para limpar. Vou pensar ainda no assunto… risos.

Após colocar os pés na cabeceira e posicioná-la na parede, foi a vez de fazer a técnica Capitonê no nosso estofado. Utilizamos tachinhas para estofamento e um martelo para colocá-las. Não é uma tarefa muito fácil, a de colocar as tachinhas! Muitas entortam e quebram quando o martelo bate. Para conseguir o resultado da técnica você utiliza a distância entre as tachas que você preferir, nós fizemos de forma mais espaçada.

 

Eu adorei o resultado! E estamos nos preparando para a do Raulzito, que já solicitou a sua de surper-heróis… risos.

Sugestão:

– Opte por um madeirite de espessura maior ou um MDF, porque o nosso madeirite deu uma pequena empenada… risos. Não significou tanto na estética, mas aconteceu e ficou de experiência para o próximo projeto.

Com amor,

Ana Maria.

 

Introdução do tema adoção – Uma abordagem diferente

Bom dia!

Para ajudar aos papais que estão passando pelo processo de adoção, para professores, cuidadores e para todos que vêem a real necessidade da inserção do tema na vida dos pequenos, reuni algumas opções de filmes que são destinados aos pequenos e que abordam o tema em questão. Eu acho ótimo introduzir de forma lúdica para que eles entendam e formem a própria concepção do que significa. Vamos lá:

Filmes:

  • Superman
  • Batman
  • Homem-aranha
  • Megamente
  • Meu malvado favorito (Um dos meus favoritos!)
  • O bom dinossauro
  • Kung Fu Panda
  • Mogli o menino Lobo
  • O paizão
  • O pequeno Stuart Little
  • O príncipe do Egito
  • Tarzan
  • O pestinha
  • Matilda
  • Lilo e Stitch
  • Free Willy
  • Bernardo e Bianca
  • O pestinha
  • Tartarugas Ninjas

Nesses exemplos que citei, a adoção aparace de forma direta ou indireta na história mas em todas elas o assunto é abordado positivamente. Até mesmo no “Meu malvado favorito” em que Gru adota as três irmãs (Margo, Agnes e Edith) a principio para realizar seu plano, mas que no fim das contas acaba por se apaixonar pelas meninas. Eu acredito ser muito interessante fazer essa conexão com filmes, pois é um meio em que eles se sentem confortáveis. Além disso, qual criança não gostaria de ser como o Superman… risos…

Como estamos fazendo por aqui?! Nós assistimos juntos e quando passa alguma cena a gente faz uma ligação com a nossa vivência. E no decorrer dos filmes a gente conversa sobre o assunto de forma suave e positiva. Penso em fazer dessa mesma forma quando a nossa filha estiver com a gente. Vamos fazer o mesmo trabalho com ela, assim como estamos fazendo com o Raulzito.

Espero que esses filmes sejam facilitadores de introdução do tema para os seus pequenos também.

Com amor,

Ana Maria.