Joyce Azevedo, mamãe da Celina.

O dia das mães está chegando!  Há 12 anos essa data era uma tormenta para mim, a saudade que sufocava meu coração por não ter minha preciosa MÃE! O sentimento de saudade é diário, mas nesta data eu sentia um enorme vazio, pois não tinha o que comemorar e com quem compartilhar, agradecer e presentear!

Mas pela primeira vez, depois que perdi a minha Estrela, me sinto ansiosa e feliz! Primeiro dia das mães como EU sendo a MÃE mais feliz do mundo! A minha princesinha Celina (nome como homenagem a avó estrela) está crescendo em meu ventre e a cada mexida que ela dá, me sinto mais forte. É difícil expressar em palavras a sensação de ser mãe; é mágico e Deus é maravilhoso ao me presentear com o maior tesouro do mundo: MINHA FILHA!

Ela veio de surpresa, no início eu fiquei assustada e com muito medo, mas hoje eu agradeço todos os dias a Deus por ter me agraciado com essa dádiva!

Ainda não sei como e onde será o meu primeiro dia das mães, mas a certeza que eu tenho é que serei a MÃE mais feliz! E sei que de alguma forma a minha estrelinha estará olhando para sua filha e neta de onde estiver!

Parabéns a todas as mães, em especial a minha querida e amada mãe! Vovó da Celina!

Vamos comemorar, pois temos o maior e melhor presente do mundo: nossos filhos!

Beijos.

Joyce Azevedo

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Semana do dia das Mães

Bom dia, gente!!!

Em homenagem as mamães leitoras do nosso Blog, esta semana teremos posts diários com relatos de mamães sobre a maternidade.

Estou super feliz que algumas mamães já tenham topado escrever para gente. E caso você mamãe leitora queira participar, sinta-se a vontade. Envie um email para fissuradanamaternidade@gmail.com com seu texto e uma foto sua com seu(s) filhote(s) que colocaremos aqui no Blog para que todos compartilhem de sua história, que tenho certeza que é linda e só irá somar a nossas vidas, ok!

Com amor,

Ana Maria.

Rotina, uma necessidade.

Bom dia, gente!

Quem  já passou por crises de desespero quando seu filho:

– troca a noite pelo dia

– fica “enjoadinho” o tempo todo e não se tem um motivo aparente

– não quer comer quando se é a hora do almoço

– faz birras em filas de supermercado

– faz birra para tomar banho, escovar dentes, vestir roupas, etc.

Ah poderia listar aqui inúmeras situações que já passei e sei que muitos pais passam mas, o texto iria ficar grande demais… Nesse momento só pensamos no que estamos fazendo de errado, não é mesmo?! Meu real objetivo com esse texto é tentar despertar em vocês a importância de uma rotina e descrever como criei a rotina aqui em casa do Raulzito.

Podemos encontrar muitos livros, textos, artigos científicos que abordam o assunto… A rotina engloba as necessidades fisiológicas e sociais. Na infância não está somente relacionada a organização de tempo e espaço,  mas também ao crescimento pessoal, emocional e interpessoal. Resumindo pra vocês, a grande importância da rotina está em ensinar a criança a ter controle emocional, oferecendo a ela ferramentas adequadas para que possa lidar com questões do dia a dia, limites e regras.

É papel de nós pais ensinar a criança a distinguir as coisas certas das erradas, as más das boas, a esperar, e perceber que tudo tem seu tempo e sua hora. Através de uma rotina bem estruturada, além de conseguirmos alcançar estes objetivos, construímos um vínculo afetivo muito maior do que já temos com nossos pequenos, pois eles se sentem mais seguros quando tomamos o “controle” de tudo e assim sabem que podem contar conosco quando estão inseguros com seus sentimentos.

Aqui em casa, como já disse a vocês, desde o primeiro dia do Raul em casa já temos rotina estabelecida. Eu e Rodrigo sempre conversamos e procuramos adequá-la ao nosso dia a dia e vamos adaptando a rotina a medida que o Raul vai crescendo e dando conta de uma atividade nova. Há um mês atrás mais ou menos, comprei este quadro de horários (vou colocar o link para vocês de onde comprei no fim do post, ok!) onde todos os dias ao acordar, eu e Raul fazemos a nossa rotina diária. Nela colocamos atividades desde higiene até tarefas diárias que ele consiga fazer com a nossa ajuda, como por exemplo arrumar a cama.

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Escolhemos a ordem das coisas a serem feitas no dia, mas algumas tem horários definidos, como por exemplo: almoço, soneca e banho.
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Algumas das fichas que fiz para ele: tomar banho, fazer atividades, escovar os dentes, brincar, etc.
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O quadro vazio para vocês verem como ele é. Ele pode ser lavado sem problemas, olha que maravilha! As partes onde colocamos as fichas são de velcro e plástico na frente. Ainda não utilizo as horas, utilizo todos os espaços somente para atividades. Assim que Raul ficar um pouco maior, irei utilizar a coluna das horas para a devida finalidade. Até mesmo para ele começar a se familiarizar com os números.
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… decidindo o que iremos fazer no dia. 😊

Só não cumprimos com os horários certinhos nos fins de semana, pois deixamos ele mais livre. Preocupando somente com seus cuidados de higiene, alimentação e brincar. Se já temos algo planejado para o fim de semana já avisamos a ele ao acordar, como por exemplo: “Raul, hoje vamos a pracinha depois do lanche da manhã” ou “Raul, hoje vamos a casa do vovô andar a cavalo a tarde, depois da soneca”. Procuro o colocar sempre para nos ajudar aqui em casa. Ele participa da escolha da sua roupa, na arrumação da casa, na organização dos brinquedos, no livro que iremos ler antes de dormir e até na hora de fazer almoço comigo e a janta com o pai. Mandamos fazer essa cadeirinha de madeira com o assento maior, para que ele fique em pé nela e não tenha perigo de cair. Quando vamos fazer algo na cozinha colocamos ele na cadeira e ele fica se sentindo! (risos)

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É uma cadeirinha de alimentação normal, somente com o espaço do assento maior para que ele possa se movimentar dentro dela em pé.

Há uma importância muito grande em se deixar um espaço durante o dia para a criança brincar, assistir televisão (pessoal, programas educativos, por favor!), ler livros ou alguma outra atividade. Lembrem-se são crianças precisam de BRINCAR e serem CRIANÇAS!!! A rotina precisa ser bem estruturada e pensada nas crianças para ter sucesso no objetivo planejado.

Com amor,

Ana Maria.

P.S.: O link do ateliê que encomendei o quadro de horários do Raul é http://www.atelieanitarighi.blogspot.com.br.

Livro – A Encantadora de bebês resolve todos os seus problemas

Bom dia, gente!!!

Como falei no post sobre o livro da Tracy Hogg “Os Segredos de uma Encantadora de Bebês”, existem outros dois da mesma autora. O post de hoje será sobre o segundo da série “A Encantadora de Bebês Resolve Todos os Seus Problemas”. Nele vocês encontrarão segredos sobre sono, alimentação e comportamento do nascimento aos primeiros anos da infância.

Gente, quase pedi que me beliscassem para saber se estava mesmo lendo esse título do livro! (risos)  Resolver todos os meus problemas!? Imaginem que maravilha! E logo estava lá eu de novo, na fila do caixa comprando o segundo livro. Como no primeiro, o que mais me incentivou a comprá-lo foi o subtítulo.

Pois bem, nesse livro a autora descreve mais algumas táticas infalíveis para que entendamos nossos babies, como por exemplo a PC. Ter uma atitude PC significa agir com Paciência e com Consciência. Ter paciência é de suma importância para ser um bom pai ou mãe, segundo a autora. Ter consciência significa se policiar no que diz e no que faz para a criança. E esses atos e essas palavras devem ser constantes, porque a inconstância confunde a criança. Usando a atitude PC, você não dá brecha para a “paternidade acidental” acontecer. Mas o que é paternidade acidental!? Paternidade acidental é tudo aquilo que fazemos e sabemos que não é o certo, mas por motivos não pensados nas consequências fazemos para que um resultado seja obtido rapidamente. Um exemplo da paternidade acidental que eu fazia bastante era ninar o Raul no colo para ele dormir mais rápido. Um grande erro, porque ele começou a querer dormir somente no colo depois. Até hoje com quase 01 ano e 08 meses, na soneca da tarde (ainda bem que é só a tarde, porque haja braços e colunas que aguentem 11 kg) ele só dorme assim, no colo. Um outro exemplo é acalmar uma criança com a chupeta, dando o objeto sempre que precise que a criança fique quieta por algum tempo. Confesso que já tentei inúmeras vezes usar o método a tarde, mas ele sempre me vence pelo cansaço. Para que isso não aconteça, a Encantadora de Bebês sempre frisa que temos que começar como devemos continuar, minimizando assim esses possíveis erros da paternidade acidental.

Outros assuntos interessantíssimos abordados no livro, são as cólicas, os refluxos e os impulsos do crescimento, onde ela explica o que é e como agir diante deles. Nos mostra também como ensinar as crianças a serem emocionalmente bem ajustadas, esse capítulo é interessantíssimo. Raul estava passando por uma fase que queria me controlar o tempo todo e ficava bravo quando eu não fazia suas vontades. Isso começou há umas duas semanas atrás e ao reler o capítulo percebi que estava “deixando de lado” os limites que sempre dei a ele. Como voltei a trabalhar e ainda por cima meu local de trabalho é em casa, deixava ele fazer o que queria quando precisava de um tempo para escrever e resolver minhas coisas do trabalho. Na verdade isso me ajudava mas não ajudava o Raul. Ele estava ficando sem limites, o que para uma criança é muito ruim! Engraçado como não percebemos nossos próprios erros, não é mesmo?! Uma coisa que sempre preguei foi rotina e consequentemente limites para a criança. Enfim, mas este erro já foi sanado e voltamos com força e foco total na rotina e nos limites dele. (risos)

E por fim, ao reler o livro também lembrei que o último capítulo fala sobre desfraldar a criança. Em breve passaremos por isso aqui em casa, assim que começar conto para vocês. A técnica por ela estipulada é começar com o processo de desfralde entre 9 e 15 meses (Não segui esta técnica, pois acho muito cedo para a criança!), ela justifica bastante o porquê deste período da idade da criança, mas a explicação rápida é que ela condiciona o bebê a utilizar o vaso sanitário assim que ele já consiga sentar sem apoio. (Algum leitor do Blog utilizou esta técnica e deu certo!? Nos contem por favor!) Ela descreve a técnica ensinando os pais a como se prepararem e prepararem os seus bebês.

Bom, falta o último livro da trilogia e pretendo escrever sobre ele em breve pois ainda estou terminando de lê-lo. Só quem é mãe sabe como é difícil encontrar tempo para leitura, não é mesmo?! Mas tô dando conta e acho que até semana que vem termino e conto pra vocês.

Com amor,

Ana Maria.

Atividade física e gravidez

Durante toda a vida não cansamos de ouvir a importância de se fazer um exercício físico bem elaborado e acompanhado, mas qual mamãe nunca se perguntou se durante a gestação isso poderia afetar negativamente seu bebê?

Pois bem! Tentaremos esclarecer algumas dúvidas aqui!

O ideal seria se todas as mulheres já começassem a se exercitar antes de engravidar, pois a mudança de rotina muito brusca não faz bem ao bebê, mas como nem tudo na vida é programado, ao confirmar a gravidez a mulher pode alterar um pouco sua rotina e incluir exercícios de baixo impacto e baixa intensidade.

Por exemplo, se a mulher já malha, ou faz alguma atividade “mais pesada” o melhor seria continuar com essa atividade se adequando à nova situação em que o corpo se encontra. Se a nova mamãe não se exercita, o ideal seria procurar uma atividade em que ela se adapte e se sinta bem durante e após o exercício, que não seja muito intenso e/ou ofereça algum risco para a saúde do bebê. Algumas pessoas acham que exercício como hidroginástica, caminhada e alongamento são atividades totalmente recomendadas e liberadas, mas não é bem assim! O que está em jogo é a boa orientação dada pelo profissional de educação física que a acompanha e a própria noção corporal em fazer os exercícios, respeitando sua individualidade e seus limites, pois o exercício é como o remédio, sua quantidade que ditará se será benéfico ou não.

Em minhas aulas de hidroginástica já acompanhei várias gestantes, o feedback que recebo  é que as aulas ajudam na diminuição da ansiedade e dos inchaços que aparecem durante a gravidez. Então, meninas, não se preocupem… exercício faz bem!!! Mas nunca, eu disse NUNCA se esqueça de seguir as orientações de seu obstetra e procurar um bom profissional de Educação Física, transmitir a ele seu histórico médico e se divertir na atividade escolhida!

Deborah Patrício

Profissional de Educação Física

Livro – Os segredos de uma Encantadora de Bebês

O livro publicado pela Editora Manole, Os segredos de uma encantadora de bebês – Como ter uma relação tranquila e saudável com seu bebê foi escrito por Tracy Hog, uma inglesa enfermeira que se especializou em maternidade e tratamento de recém nascidos, mãe de duas filhas e “encantadora” de bebês por todo o mundo. Nesse livro (e em mais outros dois que em breve escreverei a respeito pra vocês), ela descreve métodos que criou para ajudar pais e mães a tornarem a relação com seus filhos mais harmoniosa.

Comecei a ler o livro antes do Raul nascer e o li em três dias. A ansiedade era tamanha que comia livros de maternidade… risos… Confesso que o que me chamou a atenção foi o subtítulo. Tornar minha relação com meu filho tranquila e saudável, era tudo o que desejava.

No livro a autora descreve técnicas e dá exemplos de como executá-las com êxito, dando relatos de histórias que deram e que não deram certo e como resolvê-las.

Utilizamos muitas das técnicas por ela sugeridas aqui em casa, como por exemplo a EASY (E = eating (comer), A = activity (atividade), S= Sleeping (sono), Y= You (você)), onde ela sugere estabelecer uma rotina onde o ambiente é adequado proporcionando segurança e tranquilidade ao bebê, seguindo um ritmo que ele consiga seguir sem problemas. Além dessa técnica tem também a SLOW ( S= Stop (pare), L= listen (escute), O= observe, W= What´s Up? (O que está acontecendo?). Quando a criança estiver reclamando de algo, chorando ou inquieto demais você deverá seguir esses passos das letras antes de intervir. Fazendo isso, você conseguirá uma “ação” mais eficiente e vai cada vez entendendo mais seu bebê e entrando em sintonia com ele.

Dentre outras dicas que utilizamos foi, apresentar a casa cômodo por cômodo para o Raul logo no primeiro dia em que ele chegou em casa, a de chamá-lo pelo nome e não por apelidos mesmo que seja carinhosos, o de estabelecer rotinas logo nos primeiros dias de vida em casa, o de dormir no seu berço ou cama sozinho, sem a ajuda de alguém para niná-lo. Com outra técnica facilitadora, a de dar a mamadeira dos sonhos, Raul já dormia a noite toda no segundo mês de vida, não acordava para mamar durante a madrugada. Além disso nós já sabíamos quando ele ficaria com fome ou quando o choro era de cólica logo no segundo mês  de vida dele também.

Gente, claro que é chato seguir rotina e quase impossível você ser uma pessoa calma e tranquila todos os dias e em todos os momentos, ainda mais com um bebê esguelando na sua frente… mas, ajuda muito mesmo você ter um norte para seguir e facilita muito no seu dia a dia. Vai ajudar ainda mais se você assim como eu, ficou por conta do seu filho e da sua casa durante 01 ano e 07 meses. A rotina é tudo na minha vida!!! risos…

Senhores pais, leiam esta trilogia. Eu recomendo. =D

Com amor,

Ana Maria.

Panquecas sem Leite, Soja e Ovos

Olá Pessoal! Estou de volta para passar uma receita que eu estou amando fazer, (todo dia eu faço! Kkk) : As Panquecas Free Style. Elas não levam leite, nem soja e nem ovos, perfeitas para quem está na dieta restritiva como eu.

Em um belo dia, desesperada por algo novo e cansada de comer pão de sal feito na máquina de pão caseira, resolvi procurar na net uma receita para aplv diferente e simples. Eis que encontrei aqui: http://www.omundodecaliope.com/2012/06/panquecas-de-final-de-mes.html

No início fiquei meio ressabiada, mas resolvi testar, não deu muito certo da primeira vez, a massa ficou aguada e queimou no fundo da panela. Então continuei tentando até dar certo, no final deu tudo certo! Segue abaixo a receita e enjoy!

Panquecas Free Style da Mari:

2 xícaras de chá de farinha de trigo (Dona Benta, única que conheço que é livre de traços de leite);

1 e ½ xícaras de água;

¼ de xícara de óleo de canola, ou outro vegetal que preferir;

4 colheres de açúcar (pode ser o mascavo ou demerara pra ficar mais saudável);

1 colherinha de café de sal;

1 colher de sopa de fermento químico em pó (Pó Royal, que é livre de traços também).

Misture primeiro o açúcar, o sal e a farinha e depois acrescente o óleo e a água. Misture bem com uma colher mesmo ou melhor ainda se for com um Fuê, porque aí fica mais homogênea a massa. Por último acrescente o fermento e misture mais um pouco e pronto! É só colocar 1 concha média daquelas de feijão de massa em uma frigideira antiaderente, untada com um pouquinho de óleo, em fogo baixo. Espera dourar um lado e depois vira e doura o outro lado. Uma dica: quando estiver dourando o primeiro lado, tampe a panela para cozinhar mais rápido o lado de cima e quando for virar não escorrer a massa. Quando você enjoar dessa massa, dá pra colocar alguns ingredientes que ficam uma delícia e dão um up na sua receita. Por exemplo: Misture 1/3 de xícara de alfarroba em pó, ou cacau em pó na massa. Fica pretinha e muito saborosa para um café da manhã. Dá pra misturar também, na versão salgada, ervas finas, que além de ficar bonita dá um toque chique na receita. Rendimento: 6 porções.

É isso aí pessoal, é só rechear do jeito que desejarem ou servir apenas com mel e frutas, fica uma delícia! Aproveitem e deem o feedback pra nós. Um abraço!

Mariana Poças Abreu

Relato de uma tia fissurada!

Olá, pessoal! Hoje vou falar um pouquinho sobre minha experiência como tia! Hihi
Me lembro do dia em que fiquei sabendo das condições com as quais o Raulzinho nasceria. Minha mãe me acordou meio chocada, me contando. Claro que não é um motivo pra ficar feliz, mas na hora tentei acalmá-la, dizendo que essa condição já não é algo tão complicado como antigamente, que os tratamentos estavam avançados e que tudo iria dar certo! Os pais dos bebês fissurados devem se lembrar que é um impacto pra toda família, que todos acompanham cada momento, cada gripe, cada cirurgia dos bebês! Não somos especialistas e nem sabemos exatamente o que se pode ou não fazer com a criança. O dever dos pais é orientar os familiares, dizer exatamente o que está liberado ou não, como proceder em cada momento e etc, e ainda assim, com os pais nos falando, às vezes  esquecemos de algumas coisas ..(risos)  Mas não se desespere, não é nada que não de pra se ajeitar.  Nós, familiares, também devemos nos orientar, pesquisar, aprender, e estarmos preparados para o bebê que chegará!
A Ana, com muito carinho, nos mandou emails dizendo os processos pelos quais o Raulzinho passaria, e a todo momento nos orientava, nos deixando um pouco menos ansiosos com isso tudo.
O que quero dizer aqui, é que mesmo com todas as condições que o bebê irá passar, os pais devem dar um jeitinho para que eles não se isolem, se privando dos momentos com a família. E que os parentes também devem fazer sua parte, entender que o bebê fissurado tem horários e momentos específicos. Lá em casa fazíamos os aniversários e comemorações um pouco mais cedo, para que o Raul não pegasse friagem e pudesse ir e participar desses momentos.  E mesmo que às vezes ficasse por pouquinho tempo, a Ana e o meu irmão faziam questão de levá-lo.
É claro que é difícil, mas com jeitinho podemos fazer com que seja um pouco menos doloroso para toda a família. Com bom senso de ambas as partes, poderemos desenvolver as potencialidades e favorecer o desenvolvimento da criança, possibilitando-as estar com seus familiares que tanto os ama!!!
Deborah Patricio
Profissional de Educação Física

A importância do brincar – por Deborah Patricio

Olá pessoal!

Meu nome é Deborah Patrício, sou formada em Educação Física pela PUC-Minas, trabalho em uma creche/pré-escola com atividades recreativas para criança de 2 a 5 anos e em clubes com atividades aquáticas para crianças e hidroginástica para adultos. Além disso, sou cunhada da Ana Maria, portanto,  tia do Raulzinho!

Abordaremos nesse post um pouco sobre a importância do brincar para as crianças. Ainda não sou mãe, mas convivo e contribuo diariamente com a formação de muitos pequeninos!

A brincadeira, muitas vezes, não recebe a importância merecida. Precisamos entender que as crianças aprendem, e muito, quando brincam. Ficaria aqui horas descrevendo seus benefícios… Elas aprendem a respeitar as regras, as relações interpessoais, o tempo e o jeito de aprender de cada um,  melhoram o  desenvolvimento da linguagem corporal, do equilíbrio, da noção de tempo e espaço, da criatividade, e claro, com tudo isso, aperfeiçoam suas habilidades para melhor desenvolverem a aprendizagem em sua totalidade. O erro é que muitas vezes usamos o brincar como instrumento de castigo ou recompensa, privando ou oferecendo a brincadeira à criança dependendo do seu comportamento. Nosso dever é analisar a brincadeira não só como um direito da criança, mas também como nosso dever de instruí-las para o seu melhor aproveitamento . Não podemos simplificar e significar a ludicidade apenas como diversão, pois ela não só desenvolve as potencialidades das crianças como também contribui para o desenvolvimento psíquico e cognitivo da mesma.

É claro e perceptível que quando a criança se envolve na brincadeira, fica mais fácil e fixo o processo de ensino e aprendizagem, já que a assimilação com aquilo que nos faz bem é melhor e mais prazeroso. Prova disso é que o que a criança aprende brincando, dificilmente será esquecido.

Não podemos deixar de citar aqui o papel da tecnologia presente nos momentos de lazer atualmente. É interessante resgatar as brincadeiras antigas, mas não podemos deixar de lado os vídeo-games, tablets, celulares e outros acessórios tecnológicos tão presentes no nosso dia a dia. Basta saber utilizá-los de maneira moderada e da forma que seu conteúdo contribua para o desenvolvimento do brincante. Coordenação motora, raciocínio lógico,concentração são alguns exemplos de benefícios que estes jogos podem oferecer.

Portanto, vamos respeitar esse momento tão importante que envolve os jogos, brinquedos e brincadeiras que nossos pequenos têm  direito,  e aproveitar para oferecer a eles nossa paciência e nosso tempo ajudando-os  “simplesmente”  a brincar!

Deborah Patrício

Instagram: @deborahpatricioef

Método Montessoriano

Olá, pessoal!!!

Hoje vamos falar de um método pelo qual sou apaixonada. Ainda tenho muito o que estudar a respeito, mas vou falar um pouco sobre o método criado por Maria Montessori, uma médica italiana que viveu entre os anos de 1870 a 1952. Ela começou seus estudos com crianças portadoras de deficiência mental e logo percebeu que muitos problemas poderiam ser resolvidos com a pedagogia ao invés da psiquiatria. Ai começa a grande descoberta e a consolidação da criação do seu método. Ele é muito utilizado por escolas, professores e pais que buscam entender e acompanhar cada fase do desenvolvimento dos seus filhos, assim como euzinha aqui. =)

O método Montessoriano considera que a criança aprende sozinha, seguindo o ritmo natural de desenvolvimento e os períodos sensíveis. Em cada época da vida da criança são evidenciadas características e sensibilidades específicas, por isso o ambiente que a criança está inserida deve ser propício ao aprendizado e atender as necessidades de cada fase em que a criança se encontra.

A criança absorve tudo o que está a sua volta, sendo assim o nosso papel como adultos é identificar e respeitar o momento da criança, auxiliar com amor e compreensão para que ela desenvolva suas habilidades seguindo cada um o seu tempo.

Maria Montessori estabeleceu  seis pilares educacionais para dar suporte a utilização do método que devem sempre estar em equilíbrio, para que a criança se desenvolva de forma completa e equilibrada, e eles são:

  1. Auto educação
  2. Educação como ciência
  3. Educação Cósmica
  4. Ambiente Preparado
  5. Adulto Preparado
  6. Criança Equilibrada

O método Montessori é muito utilizado em escolas por todo o mundo, desde o berçário até o Ensino Médio. Muitos profissionais da área da saúde e de RH também o utilizam para maior resultados de suas terapias e de suas empresas. Aqui em casa desde o nascimento do Raul buscamos utilizar esse método, fomos aos poucos introduzindo a filosofia sempre procurando deixar as coisas ao alcance dele, preparando a “casa” para que ele possa usá-la de acordo com a necessidade dele no momento, sempre visando seu desenvolvimento, sua autonomia, sua independência, sua disciplina e seus conhecimentos.

Temos muitos artigos sobre o método na internet. Mas gostaria de ressaltar um blog super bacana sobre o assunto, o http://larmontessori.com, quem tiver interesse no assunto procure por este site. No facebook também tem um grupo super bacana a respeito, quem quiser pode me pedir que eu indico o nome. Ok?!

Com amor,

Ana Maria.

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Trabalhando texturas e estimulando o desenvolvimento motor fino do Raulzito.